Clima e custo do frete elevam preço dos alimentos

VINICIUS SQUINELO 03/08/2012 00h02

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Foto: Gerson Walber/Correio do Estado
Tomate é o principal vilão quando o assunto é alimentação

A época não está boa para fazer compras em Campo Grande. Com problemas de clima e transporte, os principais alimentos da mesa do brasileiro estão com os preços mais salgados. Em Campo Grande a alta supera os 60% entre janeiro e julho deste ano. Os preços foram levantados pelo Núcleo de Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes), da Universidade Anhanguera-Uniderp.

O maior aumento é registrado no tomate, que custa hoje em média R$ 4,92 o quilo, 61% a mais que os R$ 3,05 cotados no fim de julho do ano passado. “Mais de 90% do tomate que vendemos vem de outros lugares, principalmente São Paulo, e o transporte está muito caro, além dos problemas de quebra de safra”, explicou Paulo Ricelly, gerente de uma loja no Mercadão Municipal.

Companheira do tomate na salada, a cebola também não está sendo boa amiga para o bolso. O quilo do produta fechou mês passado custando R$ 2,31, 15,7% mais caro do que o mesmo período de 2011, quando custava R$ 2.

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