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Chuvas atingem estados da Região Centro-Oeste

Chuvas atingem estados da Região Centro-Oeste

agência brasil

11/01/2012 - 11h25
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As fortes chuvas dos últimos dias já causam estragos em estados da Região Centro-Oeste. Em Goiás, ao menos 141 pessoas foram desalojadas desde o final de dezembro. Moradores das cidades de Luziânia, da Cidade de Goiás, de Itumbiara, Porangatu e Palmeiras de Goiás sentem os efeitos da temporada de chuvas. De acordo com a Defesa Civil estadual, pelo menos 112 construções foram danificadas.

Em Luziânia, o Rio Vermelho voltou a subir no último domingo (8), alagando ruas e casas do centro da cidade. Segundo a prefeitura, que decretou estado de emergência, 15 famílias foram desalojadas e tiveram que buscar abrigo na casa de parentes ou amigos. A prefeitura vai fornecer a essas famílias auxílio-aluguel no valor de um salário mínimo (R$ 622) por pelo menos seis meses. De acordo com a Defesa Civil estadual, 16 edificações foram danificadas e serão necessários R$ 6 milhões para reparar os prejuízos, inclusive nas construções particulares que foram atingidas.

Ontem (10), dois diretores da Agência Goiana de Transportes e Obras visitaram a cidade e discutiram a construção de ao menos duas pontes, uma na região central de Luziânia e outra na rodovia GO-010, que liga a cidade a Goiânia. Ainda de acordo com a prefeitura, uma emenda parlamentar destinando R$ 9 milhões ao município foi aprovada no final do ano passado e R$ 2,4 milhões já foram liberados e estão sendo destinados a obras de infraestrutura, como a canalização do córrego do Rio Vermelho.

O governador de Goiás, Marconi Perillo, e o prefeito de Luziânia, Célio da Silveira, estão reunidos neste momento, em Brasília, com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, tratando da liberação de recursos para auxílio às vítimas e reconstrução dos danos.

A Defesa Civil estadual estima que, na Cidade de Goiás, a cheia do Rio Vermelho e do Córrego Manoel Gomes tenha provocado um prejuízo de R$ 5 milhões, afetando parte do calçadão do centro histórico, galerias pluviais e danificado duas pontes. Em Itumbiara, os prejuízos podem ultrapassar R$ 2 milhões. Já em Porangatu, onde 56 casas foram afetadas, os danos chegam a R$ 380 mil. Em Palmeira de Goiás, onde um lago transbordou danificando 35 edificações, o prejuízo estimado é de R$ 1,5 milhão.

No Distrito Federal, a Defesa Civil informou que nos primeiros dez dias de janeiro já choveu 53% do total esperado para todo o mês. Desde setembro de 2011, dez casas de várias regiões (Ceilândia, Fercal, Park Way, Sobradinho e Planaltina) tiveram de ser interditadas e 36 foram notificadas devido aos riscos decorrentes das chuvas. Vinte e cinco áreas de risco em dez regiões administrativas, identificadas em julho de 2011, estão sendo monitoradas.

Embora não haja registro de mortes, feridos ou desabrigados, a Defesa Civil informou que o volume de chuvas aumenta o risco de desabamento de muros, desmoronamento de encostas, inundações e desabamentos. O órgão alerta as pessoas a ficarem atentas ao aparecimento de trincas ou rachaduras nas paredes, nível de água subindo e à infiltração de água no solo, principalmente em terrenos acidentados.

A previsão é de que continue chovendo em todo o Distrito Federal e em Goiás até a próxima sexta-feira (13). 

MATO GROSSO DO SUL

TJMS reajusta em até 31% o valor das diárias pagas a servidores

Atualização acontece menos de um ano após reajuste de 15,24% do total pago a cargos em comissão e funções de confiança

09/06/2026 09h59

Diárias dos servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul foram reajustadas pela última vez em 03 de julho de 2025

Diárias dos servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul foram reajustadas pela última vez em 03 de julho de 2025 Marcelo Victor/Correio do Estado

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Através da edição desta terça-feira (09) do Diário da Justiça Eletrônico, o Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul tornou pública a atualização dos valores pagos em diárias aos seus servidores, resultando em um aumento entre 20% e 30% na ordem desses pagamentos conforme os diferentes símbolos e funções. 

Para publicação ligada à concessão de diárias dos servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul, diversos pontos são alegados, entres eles uma "necessidade" de atualizar os valores com o intuito sustentar as despesas com deslocamento e alimentação, durante a viagem desses funcionários para atender a Administração. 

Em outras palavras, desde o primeiro dia deste mês de junho, o valor da diária a ser pago ao servidor do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul ficou fixados nos seguintes valores: 

  • R$ 605,48 | símbolos: PJAM-1, PJSI-1, PJFC-1, PJFC-3, PJFC-5, PJFC-6, PJFC-7, PJFC-8,
    PJFC-9, PJAS-6, PJAS-8, PJAS-9, PJCI-5, JEJP-1 JEJP-2, PJNS-1, PJJU1, PJSA-2, PJSA-1, PJAJ-1, PJAJ-8, PJAT-2, PJSG-3 e PJSG-2 e
  • R$ 865,57 | símbolos: PJDS-1 e PJAS-1

Aqui cabe esclarecer que os "símbolos" pagos com o maior valor correspondem aos cargos de "direção" (PJDS-1), como diretor-geral; de Secretaria ou Jurídico, e de "assessoramento superior" (PJAS-1), onde aparecem, por exemplo, os populares chefes de gabinete e assessores de desembargadores e jurídico-administrativo.

Das demais nomenclaturas, que dizem respeito a cargos em comissão e funções de confiança, cabe destacar: 

  1. PJAM-1: Assessor Militar.
  2. PJSI-1: Assessor de Inteligência
  3. PJAS-6: Assessor Jurídico de Juiz.
  4. PJFC-1: Diretor de Departamento.
  5. PJFC-3: Assessor Técnico Especializado.
  6. PJFC-5: Assistente Executivo.
  7. PJFC-6: Assessor Técnico de Diretoria / Coordenador.
  8. PJFC-7: Secretário-Executivo / Pregoeiro.
  9. PJFC-8: Ajudante de Ordem.
  10. PJFC-9: Adjunto da Assessoria Militar.

Já o restante não listado diz respeito a funções comissionadas de áreas técnicas específicas; vinculadas aos Juizados Especiais; analistas jurídicos; assistentes judiciários e assessoramento direto. 

Aumento nas diárias

Há menos de um ano, em 03 de julho de 2025, os valores das diárias dos servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul foram reajustados, passando a vigorar em R$720,12 para os símbolos PJDS-1 e PJAS-1, e em R$460,03 para as categorias mais baixas. 

Conforme evidenciado pelo Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul (Sindijus-MS), essa atualização feita em julho do ano passado representou um aumento de 15,24% nos valores pagos pelas diárias aos servidores. 

Agora, na ponta do lápis, os valores pagos em diárias aos servidores em cargos de direção, chefes de gabinete e assessores de desembargadores ficam reajustados em exatos 20%, enquanto que a atualização para os cargos mais baixos corresponde a um aumento de 31%. 

Diárias dos servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul foram reajustadas pela última vez em 03 de julho de 2025Reprodução/Diário da Justiça Eletrônico

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EDUCAÇÃO

ACP exige reajuste de 5% e promete fechar 207 escolas por um dia

Professores da Rede Municipal devem se concentrar na sede da ACP e seguir em ato até a Prefeitura de Campo Grande na manhã de sexta-feira

09/06/2026 09h30

Professores da Rede Municipal vão se concentrar na sede da ACP e seguir em ato até a Prefeitura de Campo Grande na manhã de sexta-feira

Professores da Rede Municipal vão se concentrar na sede da ACP e seguir em ato até a Prefeitura de Campo Grande na manhã de sexta-feira Gerson Oliveira

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Os professores da Rede Municipal de Ensino (Reme) de Campo Grande poderão paralisar as atividades em todas as escolas da Capital na próxima sexta-feira (12). A mobilização foi definida em assembleia da categoria realizada nesta semana e tem como principal reivindicação a reposição de 5,4% referente ao reajuste anual do piso nacional do magistério.

Segundo o presidente da Associação Campo-Grandense de Professores (ACP), professor Gilvano Bronzoni, a paralisação deve atingir as 207 unidades da rede municipal durante todo o dia.

“A Prefeitura Municipal deveria repor o índice do piso nacional do magistério agora em maio, de 5,4%. Isso não aconteceu. A Prefeitura enviou uma resposta à ACP com suas justificativas, mas a categoria avaliou a situação em assembleia e deliberou pela paralisação”, afirmou.

De acordo com Bronzoni, a mobilização tem o objetivo de pressionar o Executivo municipal a apresentar uma solução para a demanda e evitar novos prejuízos ao calendário escolar.

Os professores irão se concentrar às 7h30 na sede da ACP. Em seguida, por volta das 8h30, os manifestantes devem seguir até a Prefeitura de Campo Grande para cobrar uma resposta da administração municipal.

“O movimento é um sinal importante de alerta à Prefeitura. Vamos buscar uma solução para que não haja mais interrupções das aulas nos próximos dias”, disse o presidente da entidade.

Apesar da paralisação dos professores, os servidores administrativos das escolas não aderiram ao movimento e deverão manter o atendimento nas unidades. Segundo a ACP, as escolas permanecerão abertas, mas sem aulas.

Questionado sobre a possibilidade de novas paralisações, Bronzoni afirmou que a categoria pretende buscar um acordo nos próximos dias. No entanto, caso não haja avanço nas negociações, novas mobilizações não estão descartadas.

“A chance é muito grande de haver novas paralisações se não houver acordo”, declarou.

A última paralisação geral da rede municipal por questões salariais ocorreu em dezembro de 2022. Na ocasião, a categoria reivindicava reajuste de 10,39%, índice que posteriormente foi negociado com a administração municipal e pago de forma parcelada ao longo do ano.

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