Cidades

Após reforma

Centro Cultural abre edital de oficinas

Centro Cultural abre edital de oficinas

Laís Camargo

25/10/2011 - 07h54
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Com estrutura reformada, o Centro Cultural José Octávio Guizzo (CCJOG) retoma as atividades aos poucos. Hoje foi publicado no Diário Oficial do Estado o edital para o Programa Educativo CCJOG de cursos de oficinas 2012.

Profissionais da arte educação podem inscrever seus projetos e orçamentos até 20 de janeiro de acordo com os padrões explicados na página 10: Diário Oficial. Além disso, outro edital contempla também artistas que queiram expor suas obras em umas das galerias do Centro Cultural.

As fichas de inscrição e os modelos para se enquadrar no edital também estão disponíveis no site da Fundação de Cultura.
 

Impacto

Aquecimento já altera até a forma de definir El Niño

Durante 75 anos, meteorologistas determinavam a ocorrência dos fenômenos

01/03/2026 21h00

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A Agência de Atmosfera e Oceanos dos EUA, a NOAA, anunciou uma nova forma de determinar a ocorrência dos fenômenos El Niño e La Niña. A alteração foi necessária porque o aquecimento global tem provocado mudanças climáticas significativas e muito rápidas nos últimos anos, fazendo com que o método anterior deixasse de funcionar.

Durante 75 anos, meteorologistas determinavam a ocorrência dos fenômenos baseados na diferença das temperaturas aferidas em três regiões do Pacífico Tropical com a temperatura média considerada normal. Mas as temperaturas vêm aumentando tanto e tão rapidamente que a agência começou a atualizar o seu conceito de "normal" a cada cinco anos.

Mesmo assim, não estava funcionando. Por isso, a agência resolveu criar um novo índice El Niño/La Niña.

Para o novo índice, a temperatura média é comparada à de todas as regiões tropicais do Pacífico. A diferença de medição chega a meio grau, o que é bastante significativo.

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bombardeio

Netanyahu afirma que ofensiva contra o Irã será intensificada

Israel e Estados Unidos bombardeiam país desde o sábado (28)

01/03/2026 19h00

Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu

Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu Foto: Reprodução / X / Benjamin Netanyah

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou neste domingo (1º) que a ofensiva militar contra o Irã, iniciada no último sábado (28), vai ser intensificada.

“Nossas forças estão avançando no coração de Teerã com intensidade crescente, e isso só se intensificará ainda mais nos próximos dias.”

Os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã já deixaram centenas de mortos e feridos. Entre as vítimas, o Ministério da Educação do Irã inclui 153 meninas mortas e 95 feridas em um bombardeio aéreo a uma escola em Minab, no sul do país.

Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) anunciou neste domingo o lançamento de um ataque contra o território israelense e pelo menos 27 bases americanas na região do Oriente Médio.

Netanyahu reconheceu o custo humano do conflito para a população israelense, e citou ataques contra duas cidades do país: Tel Aviv e Beit Shemesh.

Benjamin Netanyahu classificou o momento como "dias dolorosos" e prestou condolências às famílias das vítimas. Por fim, desejou uma rápida recuperação aos feridos.

Queda do regime

O político israelense usou sua conta na rede social X para comentar os últimos desdobramentos da campanha militar contra o país persa.

"Acabei de sair de uma reunião com o Ministro da Defesa, o Chefe do Estado-Maior e o chefe do Mossad [Instituto de Inteligência e Operações Especiais de Israel]. Dei instruções para a continuação da campanha", publicou o líder israelense.

O premiê destacou a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. "Ontem [28], eliminamos o ditador Khamenei. Juntamente com ele, eliminamos dezenas de figuras importantes do regime opressor."

Aliança militar com os EUA

Em vídeo publicado, o mandatário israelense diz que tem mobilizado todo o poder das Forças de Defesa de Israel, "como nunca antes, para garantir a existência do país no futuro". Além disso, ressaltou a parceria com os Estados Unidos e seu presidente, Donald Trump, a quem chama de amigo.  

"Essa combinação de forças nos permite fazer o que eu venho esperando fazer há 40 anos: atacar o regime terrorista em cheio. Eu prometi, e nós vamos cumprir".

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