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Capital terá R$ 171,8 milhões para trânsito

Capital terá R$ 171,8 milhões para trânsito

DA REDAÇÃO

28/12/2010 - 00h02
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Portaria do Ministério da Saúde publicada no Diário Oficial da União ontem (27) autoriza o repasse de R$ 3 milhões a 16 capitais brasileiras, incluindo Campo Grande, para reduzir mortes no trânsito. O Fundo Nacional de Saúde vai liberar o recurso para a continuidade ao "Projeto de Redução da Morbimortalidade por Acidentes de Trânsito". 
 
Campo Grande receberá R$ 171.875, pois se enquadra no critério populacional da portaria que estabelece este valor para cidades que têm entre 500 mil e 1 milhão de habitantes. Segundo o IBGE, a Cidade Morena tem atualmente 755.104 habitantes. 
 
Além de Campo Grande, receberão os recursos as cidades de Salvador (BA), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Recife (PE), Teresina (PI), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Florianópolis (SC), São Paulo (SP) e Palmas (TO). 
 
Conforme a portaria que entra em vigor nesta segunda (27), os municípios beneficiados deverão se comprometer a continuar o projeto, desenvolvendo, por exemplo, ações de promoção da saúde e cultura de paz no trânsito e ações de prevenção das lesões e mortes causadas pelo trânsito. 
 
Mortes no trânsito 
 
Números do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) apontam que, de janeiro a novembro deste ano, 51 pessoas morreram nos 9.917 acidentes que ocorreram em Campo Grande no período.

CAMPO GRANDE

Polícia prende homem que socou e enforcou mulher em MS

Durante a prática do crime, o autor também ameaçou matar a vítima utilizando uma barra de ferro, que foi socorrida por vizinhos

26/04/2026 13h30

A Polícia Civil de MS, por meio de denúncia feita na Deam, localizou o agressor e o prendeu na tarde deste sábado

A Polícia Civil de MS, por meio de denúncia feita na Deam, localizou o agressor e o prendeu na tarde deste sábado Foto: Divulgação/PCMS

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A Polícia Civil prendeu um homem, de 41 anos, que socou, enforcou e ameaçou matar a companheira, que após ser socorrida por vizinhos conseguiu ir à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Campo Grande para denunciar o autor.

O caso aconteceu na manhã deste sábado (25), por volta das 10h40. De acordo com o relato da vítima, o homem, por enquanto apenas identificado com as iniciais D.M.S., estaria possesso de raiva por causa de ciúmes, e a xingou e humilhou através de agressões verbais.

Logo em seguida, o autor progrediu a agressão para o campo da violência física, desferindo socos, puxões e enforcamento, o que resultou em lesões no rosto, cotovelo, joelho e pescoço da mulher. Além disso, ele também ameaçou matá-la com uma barra de ferro, afirmando repetidamente que cometeria o feminicídio.

Felizmente, a mulher conseguiu pedir ajuda e foi socorrida por vizinhos. Após o ocorrido, ela prestou queixa contra o autor na Deam e confirmou que mantinha relacionamento com o homem, além de dizer que não foi a primeira vez que este tipo de crime aconteceu envolvendo os dois.

Com base nas informações prestadas, a equipe policial conseguiu localizar o autor, que foi preso em flagrante, na tarde deste sábado, horas depois do ocorrido. O homem foi autuado pelos crimes de lesão corporal qualificada no contexto de violência doméstica, ameaça e injúria, permanecendo à disposição da Justiça.

Nova lei

Agressores que colocarem em risco a vida de mulheres e crianças em casos de violência doméstica deverão usar tornozeleira eletrônica de forma imediata.

A medida está prevista na Lei 15.383/2026, sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada nesta sexta-feira (10) no Diário Oficial da União. A norma já está em vigor e também autoriza delegados a determinarem o monitoramento em cidades sem juiz, além de ampliar recursos públicos para aquisição dos equipamentos.

A nova legislação altera a dinâmica das medidas protetivas ao tornar obrigatória a adoção da tornozeleira sempre que houver risco à integridade física ou psicológica da vítima ou de seus dependentes. Antes, a Lei Maria da Penha previa o monitoramento eletrônico apenas como uma possibilidade.

Outro ponto central é a ampliação da atuação das autoridades policiais. Em municípios que não são sede de comarca, delegados passam a poder determinar o uso do dispositivo, devendo comunicar a decisão ao Judiciário em até 24 horas. Caberá ao juiz avaliar a manutenção da medida e informar o Ministério Público.

A lei também estabelece que a vítima deverá receber um dispositivo de alerta capaz de avisar, em tempo real, sobre a aproximação do agressor. O sistema utiliza geolocalização para monitorar o cumprimento das chamadas áreas de exclusão, permitindo resposta mais rápida das forças de segurança em caso de violação.

Além do monitoramento, a norma endurece as penalidades. O descumprimento de medidas protetivas, como violar o perímetro estabelecido ou danificar o equipamento, terá aumento de pena de um terço à metade, sobre a base atual de dois a cinco anos de reclusão, além de multa.

A legislação também reforça políticas públicas de prevenção. Campanhas de enfrentamento à violência contra a mulher deverão incluir orientações sobre procedimentos policiais, funcionamento das medidas protetivas e formas de evitar a revitimização.

Para garantir a aplicação das medidas, o texto amplia de 5% para 6% a destinação de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública voltados ao combate à violência contra a mulher. O financiamento poderá ser usado, inclusive, para compra e manutenção de tornozeleiras e dispositivos de alerta.

Outro avanço é a transformação em política permanente do programa de monitoramento eletrônico e acompanhamento de vítimas. A iniciativa prevê a entrega de dispositivos portáteis que emitem alertas automáticos tanto para a mulher quanto para a polícia mais próxima, caso o agressor descumpra as restrições impostas pela Justiça.

A lei tem origem no Projeto de Lei 2.942/2024, apresentado pelos deputados Marcos Tavares (PDT-RJ) e Fernanda Melchionna (PSol-RS). O foco principal da medida é fortalecer a prevenção e reduzir casos de feminicídio no país.

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PREVISÃO

Domingo será de calorão, mas frente fria traz tempestade na segunda-feira

Em áreas da metade sul e na região oeste do Estado, já são esperadas chuvas a partir da noite de hoje (26)

26/04/2026 11h00

Chuvas chegam a partir da noite de hoje e seguem até o dia 30, podendo se alongar no feriadão

Chuvas chegam a partir da noite de hoje e seguem até o dia 30, podendo se alongar no feriadão Paulo Ribas/Correio do Estado

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O último fim de semana de abril em Mato Grosso do Sul deve terminar com temperaturas elevadas, mas a chegada de uma frente fria traz tempestades já na segunda-feira em praticamente todo o Estado. 

O domingo (26) começou com céu limpo e já chegou aos 30ºC antes das 11h da manhã em Campo Grande, condição que deve se manter até o final do dia. A máxima deve chegar a 31ºC, com bastante sol e sem previsão de chuva até à noite, mesma condição observada ontem (25). 

No entanto, a partir da meia noite, pelo menos 67 municípios sul-mato-grossenses entram em alerta de perigo para tempestades e chuvas intensas, especialmente nas regiões leste, sudoeste, pantanais e centro-norte do Estado, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Essas condições estão atreladas à formação de um novo ciclone extratropical que deve mudar o clima nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País, especialmente em São Paulo e em Mato Grosso do Sul. 

Em algumas áreas na metade sul e oeste do Estado, já pode começar a chover neste domingo, ao final do dia. A partir de amanhã, são esperados grandes acumulados de chuva, acompanhados de raios e rajadas de vento de até 100 km/h nas demais regiões. 

Segundo o Climatempo, mesmo após a passagem da frente fria, pode continuar chovendo em Mato Grosso do Sul até o dia 30 de abril. Nesse período, ainda são esperadas chuvas moderadas a fortes no Estado. 

Neste período, são esperadas quedas na temperatura, com valores entre 16-18°C. Para o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), destaca-se a ocorrência de mínima invertida, condição em que a menor temperatura do dia é registrada entre a tarde e a noite, por causa da entrada gradual de ar mais frio ao longo do período. 

Para esta semana, as temperaturas em Campo Grande devem variar, entre mínimas de 21ºC e máximas de 31ºC. Em Dourados, a mínima esperada é de 20ºC e máxima de 29ºC, com alerta para acumulados de 57 milímetros de chuva nesta segunda-feira (27). 

Em Três Lagoas, a máxima chega a 35ºC e a mínima varia entre 20ºC  e 22ºC. Já em Ponta Porã, a mínima chega a 16ºC na terça-feira (28) e as máximas não ultrapassam os 29ºC durante a semana. 

Chuvas

Vale ressaltar que, até agora, Campo Grande já registrou um acumulado de 121,4 milímetros de chuva no mês de abril. A última pancada que atingiu a Capital causou estragos em bairros e na Expogrande, estrutura montada no Parque Laucídio Coelho. 

Tendas voaram, estruturas de ferro foram entortadas e destruídas e shows agendados nos dois últimos dias da exposição foram cancelados devido os estragos. 

Para estas condições, a Defesa Civil orienta evitar se abrigar debaixo de árvores em caso de rajadas de ventos, devido o risco de queda e descargas elétricas. Também não é recomendado estacionar carros próximos a torres de transmissão e outdoors (placas de propaganda). 

Se possível, também é recomendado desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Caso necessário, acione a Defesa Civil pelo telefone 199 e o Corpo de Bombeiros pelo 193. 

 

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