Sábado, 18 de Novembro de 2017

Capital pede R$ 400 milhões no PAC 2

27 MAR 2010Por 04h:16
A Prefeitura de Campo Grande quer convencer o Governo Federal a destinar R$ 400 milhões da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (o PAC 2) para custear obras de infraestrutura e mobilidade urbana. O PAC 2 será lançado pelo presidente Lula no próximo dia 29. O pacote de obras que a prefeitura quer contemplar com o dinheiro federal inclui projetos como o do recapeamento de todas as ruas da área central, das principais avenidas que são corredor de transporte, abertura de uma segundo acesso à região das Moreninhas, o prolongamento da Norte- Sul, além do conjunto Estrela do Sul, onde vai chegar com o PAC Segredo, em execução. Ao se reunir na última quinta- feira à noite com comerciantes, o prefeito Nelsinho Trad ouviu queixas sobre o estado de conservação do pavimento de algumas ruas centrais. Ele mostrou confiança em que obras como o recapeamento da Avenida Afonso Pena e de ruas como a 13 de Maio, cobradas durante o encontro, sejam viabilizadas com os recursos federais do PAC-2 reservados para a mobilidade urbana. “Pedimos a Brasília o que seria o ideal em termos de investimento, para tentarmos alcançar o possível”, destacou o prefeito, admitindo que nem tudo o que está sendo reivindicado será contemplado pelo Governo Federal. Obras programadas Na relação das obras que a Prefeitura quer executar com o dinheiro do PAC 2, estão projetos como o recapeamento, implantação de drenagem em toda a extensão da Avenida Guaicurus e seu prolongamento até a Avenida Günter Hans, proximidades da Coophavila II. Também está no mesmo pacote a revitalização das avenidas das Bandeiras e Bandeirantes, além da drenagem dos bairros Jockey Club, Vila Progresso e Marcos Roberto. “Junto com a drenagem, boa parte da pavimentação desses bairros terá de ser refeita”, explica o secretário de Infraestrutura, João Antonio De Marco. Hoje quem mora no Marcos Roberto, especialmente na região abaixo da Rua Japão, enfrenta problemas de alagamento provocados pela enxurrada que vem das áreas mais altas. Parte da região fica num fundo de vale, onde o lençol freático é alto. “A drenagem que existe não foi dimensionada para absorver tanta água”, observa o secretário. Outra frente de obra prevista é a urbanização do córrego Lageado, com a abertura de um parque linear que vai do Bairro Universitário, passando pelo Santo Eugênio. Julio de Castilhos Nos próximos dias, a Prefeitura licita a obra de revitalização da Avenida Júlio de Castilhos, orçada em R$ 9 milhões, viabilizada com dinheiro de um financiamento do BID. O projeto assemelhase com o que foi executado na Avenida Eduardo Elias Zahran e vai ser dividido em etapas para diluir o impacto da interdição da via.

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