Quinta, 23 de Novembro de 2017

Campo Grande também é castigada pelos temporais

20 JAN 2010Por 04h:39
Além dos estragos causados pela chuva nos municípios do interior, muitas vias públicas de Campo Grande também foram danificadas pelas precipitações que têm castigado grande parte de Mato Grosso do Sul. Apesar de a prefeitura contar com orçamento de R$ 70 milhões anuais para investir em serviços terceirizados, incluindo as operações tapa- buracos, com a chuva incessante, fica impossível fazer os reparos. Segundo o secretário municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação, João Antônio De Marco, as áreas mais danificadas são aquelas onde não existe asfalto, além das estradas vicinais localizadas na zona rural do município. Mas as vias asfaltadas não estão livres de buracos e outras avarias. Basta trafegar pelo centro da cidade para perceber que os buracos estão se multiplicando. Em muitas ruas e avenidas, as tampas metálicas das galerias de águas pluviais também se tornam armadilhas para motoristas e motociclistas. Para evitar quedas e acidentes, eles são obrigados a desviar dos buracos que se formam em volta dessas estruturas. O secretário De Marco disse que, para as operações tapa-buracos, algumas vias são prioridade dada a importância delas. “Na zona urbana, primeiro consertamos as ruas e avenidas por onde passam as linhas de ônibus, depois as vias de ligação entre bairros para, então, seguirmos para as vias secundárias”, explicou. O secretário justificou, ainda, que não é possível fazer os reparos enquanto continuar o tempo chuvoso, pois seria desperdício de tempo e de material. As tampas de galerias que são de responsabilidade da prefeitura, segundo De Marco, já estão sendo consertadas. Previsão Se depender do tempo, as ruas da Capital não devem receber os reparos tão cedo. Segundo previsões de institutos de meteorologia, deve chover, pelo menos, até o próximo domingo. Desde o início do mês até a tarde de ontem, já havia chovido 296 milímetros em Campo Grande. Esse número, mesmo antes do final do mês, já é bem superior à média histórica de janeiro, que é de 212 milímetros.

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