Cidades

exposição e dança

Camelódromo terá desfile
de moda popular

Camelódromo terá desfile
de moda popular

eduardo fregatto

30/07/2012 - 09h50
Continue lendo...

O Camelódromo é boa opção para quem quer se vestir bem e com qualidade. É com esta mensagem que os lojistas do espaço promoverão o “Fashion Art Street”, segundo desfile do Centro Comercial Popular Marcelo Barbosa da Fonseca, nome oficial do local, que será realizado na quinta-feira, a partir das 10h, no piso superior do local.

Promovido por meio de parceria entre a Fundac (Fundação Municipal de Cultura) e a AVA (Associação dos Vendedores Ambulantes), o evento abre oficialmente o calendário das festividades do 113º aniversário de Campo Grande.  O desfile é a chance dos comerciantes populares apresentarem suas coleções de moda e aumentarem a competitividade com os shoppings e lojas da região central.

O primeiro desfile do camelódromo foi realizado em agosto passado e contou com produção modesta. Para este ano, foi convocado o produtor de moda Francis Fabian. “A coleção será uma homenagem à moda de rua, o streetstyle, que está em alta nos grandes centros”, explica Fabian, já conhecido pela produção de figurinos de escolas de samba da Capital. “Nós vamos montar uma rua cenográfica e a decoração será composta por trabalhos de grafiteiros”.

Serão cerca de 40 modelos na passarela, vestindo 80 composições fornecidas por boxes do Camelódromo, incluindo um segmento de roupas infantis. Além da exposição de grafites de vários artistas do Estado, como João Rodrigues e Muriel Xavier, haverá a presença de grupos de street dance para compor o cenário, que remete a uma rua popular, e até mesmo tatuadores e cabeleireiros expondo seus trabalhos ao público.

MIX
O desfile tem inspiração teatral e deseja agradar a todos os gostos. “Nós queremos mostrar que é possível montar um figurino com estilo e personalidade mesmo em lojas populares”, afirma Fabian. “Não é preciso gastar com roupas de grife para se vestir bem”.

O Camelódromo viu a concorrência crescer no ano passado, com a abertura de dois shoppings, um deles popular e com localização próxima ao centro comercial. O “Fashion Art Street” é a forma que os lojistas encontraram de mostrar à população que também se preocupam com a qualidade dos produtos ali comercializados, e este ano traz novidades ao aliar arte e moda. “Esse desfile vai entrar para a história”, diz entusiasmado, Francis Fabian.

POLÍTICA

Carlão propõe o fim da reeleição para presidência da Câmara de Campo Grande

Vereador afirma que pretende discutir mudança no regimento interno para impedir reconduções consecutivas ao comando do Legislativo a partir da próxima legislatura

09/06/2026 11h15

Vereador Carlão defende retomada de regra que impede reeleições consecutivas para a presidência da Câmara Municipal de Campo Grande.

Vereador Carlão defende retomada de regra que impede reeleições consecutivas para a presidência da Câmara Municipal de Campo Grande. Marcelo Victor

Continue Lendo...

O vereador Carlão afirmou que pretende defender o fim da reeleição para a presidência da Câmara Municipal de Campo Grande a partir da próxima legislatura. A declaração foi dada na manhã desta terça-feira (9), durante coletiva de imprensa. 

Segundo o parlamentar, a proposta ainda será discutida com os demais vereadores e partidos.

"Estou com a ideia de colocar em mesa a apreciação dos novos partidos para não ter mais a reeleição. Vou tentar convencer o Papy também, porque daí vai alternar”, afirmou.

Carlão destacou que a eventual mudança nã afetaria o atual presidente da Câmara, vereador Papy, que continua apto a disputar a recondução ao cargo. 

“Na próxima legislatura, o presidente pode ser uma vez, aí outra vez já tem que ser outra pessoa”, declarou.

O vereador lembrou ainda que já presidiu a Câmara por dois mandatos consecutivos e defendeu a alternância de poder como forma de ampliar a participação na condução do Legislativo Municipal 

Durante a coletiva de imprensa, Carlão afirmou que a proposta busca resgatar uma regra existente quando ingressou na Câmara, em 2009. "Eram 21 vereadores e o presidente não poderia ser reeleito", recordou. 

Apesar da defesa da mudança, o parlamentar avaliou que a antecipação da eleição da Mesa Diretora para outubro não deve alterar o cenário atual. Segundo ele, a gestão de Papy tem aprovação entre os vereadores e a tendência é de manutenção da composição que hoje comanda a Casa.

A eleição para definir a Mesa Diretora da Câmara Municipal para o próximo biênio deve ocorrer entre outubro e dezembro deste ano, conforme determinação judicial que anulou a escolha realizada antecipadamente em julho do ano passado.

 

Pesquisa

MS atinge menor taxa de desmatamento nos últimos sete anos

Em 2026 o Estado registrou foram desmatadas apenas 2.218 hectares de área não permitida

09/06/2026 11h00

Mato Grosso do Sul atinge menor área de desmatamento sem licença ambiental nos últimos sete anos

Mato Grosso do Sul atinge menor área de desmatamento sem licença ambiental nos últimos sete anos Arquivo

Continue Lendo...

De acordo com dados revelados pelo Relatório Anual de Desmatamento do MapBiombas 2026, Mato Grosso do Sul registrou o menor índice de desmatamento de áreas sem licença ambiental nos últimos sete anos. 

A pesquisa é feita por uma rede colaborativa que reúne organizações não governamentais, universidades e empresas de tecnologia que analisam dados sobre os biomas e temas transversais, que juntos formam o MapBiomas. 

Durante os anos de 2019 à 2025, foi desmatado um total de 368.931 hectares de vegetação nativa, porém mais de 90 mil hectares foram desmatados de forma irregular. 

Em contrapartida, 277.357 hectares estavam legalmente aptos e autorizados para serem desmatados e conforme dados cruzados com as licenças do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, o Imasul, essa área representa 75,2% do total desmatado, maior percentual do país. 

Para manter o controle da situação, o Estado tem ficado atento nos últimos anos e combatido o desmate ilegal durante os anos. De acordo com o Mapbiomas, em 2019 apenas 31,6% das áreas desmatadas tinham autorização ambiental, os outros 78,4% foram suprimidos de forma ilegal. 

Em comparativo, no ano de 2025 o percentual que representa o desmatamento de áreas autorizadas, saltou para 94,3%, fazendo com o Mato Grosso do Sul obtivesse o maior percentual do País. 

Em relação ao Bioma do Pantanal, que possui mais de 84% de sua área de vegetação nativa preservada, apresentou o segundo menor número de alertas de desmatamento dentre todos os biomas brasileiros, registrando no ano passado 163 focos. 

Apresentando um desmate de apenas 12.260 hectares, sendo que desse total 10.042 tiveram licença ambiental emitida, conforme o MapBiomas.

Para o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Artur Falcette, a criação da Lei do Pantanal, colaborou para que diminuísse os indices de desmatamento sem autorização legal, de acordo com ele, “a Lei do Pantanal trouxe mais segurança jurídica, mais clareza com relação a alguns aspectos e também reduziu a possibilidade de conversão de novas áreas”.

Com a criação da Lei do Pantanal, que está em vigor desde fevereiro de 2024, as normas de conservação, proteção, restauração e exploração ecologicamente sustentável sofreram alterações significativas. 

Inovou ao definir áreas de proteção permanente (APP), expandindo a proteção para lugares como landis, as salinas, as veredas e os meandros abandonados, além de locais como capões e cordilheiras também receberam proteção. 

A lei ainda tornou proíbido o cultivo de soja, cana-de-açúcar, eucalipto e quaisquer outras culturas exóticas ao meio. 
 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).