Política

POLÍTICA NACIONAL

Câmara aprova lei que beneficia autistas

Câmara aprova lei que beneficia autistas

Da redação

05/09/2012 - 16h45
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A Câmara Federal aprovou ontem (04) o projeto de lei (nº 1631/11), que cria a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

A proposta foi aprovada com emendas da Comissão de Seguridade Social e Família e retorna ao Senado para nova votação. O texto equipara os autistas às pessoas com deficiência, permitindo acesso a tratamento especializado na rede pública.

Além disso, garante a inserção social dos autistas, o estímulo à entrada no mercado de trabalho, desde que respeitadas as limitações da síndrome,  o acesso a atendimento multiprofissional e a medicamentos, o direito a acompanhante em escolas de ensino regular e a proteção previdenciária.

Na segunda-feira (03), pais de pessoas com autismo se reuniram com o deputado federal Fábio Trad para discutir a possibilidade de aprovação e puderam contar com seu apoio no plenário. 

Política

Alcolumbre evita dar previsão para votação de Messias: 'Pretendo falar com os líderes'

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, evitou nesta terça-feira, 7, dar uma previsão sobre a votação da indicação

07/04/2026 19h00

Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), evitou nesta terça-feira, 7, dar uma previsão sobre a votação da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) Perguntado sobre o assunto, Alcolumbre respondeu: "Pretendo falar com os líderes e com o presidente da CCJ Comissão de Constituição e Justiça", referindo-se ao senador Otto Alencar (PSD-BA), sem citar data.

A indicação foi encaminhada pelo governo ao Senado na semana passada.

Agora, cabe a Alcolumbre despachar a mensagem para a CCJ.

O presidente do Senado, no entanto, defendia o nome de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para a vaga.

 

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Articulação

Soraya Thronicke assume presidência do PSB em MS

Parlamentar deixa o Podemos e se filia à sigla para disputar a reeleição ao Senado

07/04/2026 17h24

Imagem Divulgação

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Após anunciar que ficaria no Podemos, a senadora Soraya Thronicke não apenas deixou a sigla para se filiar ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), como também assumiu o diretório do partido em Mato Grosso do Sul.

A senadora esperou até o último dia da janela partidária, nesta sexta-feira (3), para se filiar ao PSB e assumir o comando do partido pelo qual irá disputar a reeleição ao Senado Federal.

Entre as principais missões está conduzir o partido no Estado durante o ciclo eleitoral, com foco na ampliação da representatividade nas assembleias legislativas, na Câmara dos Deputados e no Senado.

Como acompanhou o Correio do Estado, o futuro político da senadora foi selado durante reunião, no dia 2 de fevereiro, em que recebeu o deputado federal Vander Loubet, que também é presidente estadual do PT e pré-candidato ao Senado, e o ex-deputado federal Fábio Trad, pré-candidato ao governo pela legenda, para alinhar a troca de partido.

Mudança de rumo

No dia 30 de março, a senadora chegou a emitir nota, por meio da assessoria, informando que permaneceria no Podemos, onde estava filiada desde 2023.

Entretanto, em nova reunião nesta terça-feira (7), com a cúpula nacional do partido, ela informou que a nova etapa representa alinhamento político, fortalecimento da democracia e de suas pautas.

“O PSB é uma frente democrática que faz mais sentido para mim e para as pautas que defendo, principalmente as sociais e econômicas. Estou confiante de que faremos um ótimo trabalho para eleger deputados estaduais e federais, além de fortalecer ainda mais o partido em todo o Brasil. Em Mato Grosso do Sul, assumo esse compromisso com a sigla e com meus colegas da política. Vamos trabalhar com seriedade, responsabilidade e foco na construção de um projeto para o país, sempre visando o bem da população”, afirmou.

A expectativa é que ela busque o retorno ao Senado no pleito de outubro, formando “dobradinha” com o deputado federal Vander Loubet (PT).

Reviravolta

Nas eleições de 2018, Soraya foi eleita senadora por Mato Grosso do Sul, pelo PSL, com 373.712 votos, em meio à chamada “onda Bolsonaro” na política.

Com o tempo no Senado, ocorreu um afastamento gradual do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A participação ativa na CPI da Covid, entre abril e novembro de 2021, afastou de vez Soraya da extrema direita e a levou à disputa pela Presidência da República.

Em 2022, a senadora sul-mato-grossense disputou a Presidência da República pelo União Brasil, recebeu cerca de 600 mil votos e ficou em 5º lugar. Durante os debates, protagonizou episódios que repercutiram nas redes sociais.

Entre os mais conhecidos estão a resposta ao ex-presidente  “Não cutuque a onça com a sua vara curta”, e os embates com o “candidato padre”, que, à época, movimentaram o X (antigo Twitter).
 

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