Política

DENÚNCIA

Calheiros usa avião da FAB para fazer implante de cabelo em PE

Calheiros usa avião da FAB para fazer implante de cabelo em PE

TERRA

21/12/2013 - 07h30
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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), usou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para viajar até o Recife e submeter-se a uma cirurgia para implantar 10 mil fios de cabelo. O senador usou a aeronave da FAB na última quarta-feira, e passou pelo procedimento cirúrgico no dia seguinte, de acordo com informações publicadas neste sábado pelo jornal Folha de S.Paulo.

Renan Calheiros não tinha compromissos na capital pernambucana na data, segundo a agência oficial do site do Senado – a assessoria de imprensa do peemedebista não se manifestou sobre o uso da aeronave. É a segunda vez que o senador usa um avião da FAB para fins particulares. Em junho, Renan Calheiros foi até a Bahia para o casamento da filha do também senador Eduardo Braga (PMDB-AM) – na ocasião, o alagoano reembolsou R$ 32 mil à União pelo voo.

sem acordo

Tereza Cristina nega convite para ser vice de Flávio Bolsonaro, afirma Valdemar

Senadora informou ao presidente do PL que o objetivo dela é disputar a presidência do Senado

21/07/2026 15h30

Tereza Cristina negou convite para ser vice de Flávio Bolsonaro

Tereza Cristina negou convite para ser vice de Flávio Bolsonaro Foto: Divulgação

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta terça-feira, 21, não ter conseguido chegar um acordo para que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) seja a vice de chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência.

"Não houve acordo, ela me disse hoje [terça-feira] que é candidata à Presidência do Senado, que ela vai disputar a Presidência do Senado e que esse é o objetivo dela", declarou Valdemar, em entrevista à CNN Brasil, após se reunir com a parlamentar.

Valdemar disse acreditar que quem dará a última palavra na escolha será o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para Valdemar, Bolsonaro tem um faro político que já foi demonstrado quando decidiu que Tarcísio de Freitas (Republicanos) disputaria o governo de São Paulo em 2022.

Flávio já sinalizou a intenção de escolher uma mulher para o posto, de olho no eleitorado feminino. Valdemar defendia o nome de Tereza Cristina, com o argumento de que agregaria votos. Outros nomes ventilados são da administradora Daniella Marques e da deputada Simone Marquetto (PP-SP).

O dirigente do PL reafirmou a intenção de buscar apoio de outros partidos ao nome de Flávio. "Temos várias coligações com o PP nos Estados. Temos muitas coisas com PP, União Brasil. Temos muitas alianças nos Estados com Republicanos. Estamos conversando com Podemos. Pessoal de Minas está conversando com o PSDB", continuou.

Valdemar Costa Neto disse ainda acreditar que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) retornará ao Brasil em janeiro, caso haja uma vitória de Flávio e seja feita uma anistia aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023.

Ex-deputado

PF decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

Com o fim do processo administrativo, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, deve assinar o ato para a expulsão do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da corporação

21/07/2026 14h01

Ex-deputado, e agora ex-escrivão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro

Ex-deputado, e agora ex-escrivão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro Arquivo

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A Polícia Federal (PF) concluiu o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e decidiu pela demissão dele por abandono de cargo. Agora, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, deve assinar o ato para a expulsão do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da corporação.

Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e passou a se definir como exilado político. Pelo acúmulo de faltas sem justificativa, teve o mandato de deputado federal cassado em dezembro do ano passado.

Sem mandato, Eduardo deveria retornar ao cargo de escrivão da PF, no Rio de Janeiro, no qual ele ingressou por meio de concurso público em 2010. Como ele não se reapresentou ao serviço, um PAD foi aberto para analisar o caso em fevereiro deste ano. Desde então, o ex-deputado está afastado do cargo.

Na instrução do processo, a Corregedoria da PF no Rio determinou que ele entregasse a sua carteira funcional e arma de fogo.

Eduardo foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de reclusão por coação, devido à sua atuação nos EUA para intimidar o Judiciário e impedir a análise da tentativa de golpe.

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