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Caçador é multado e preso por abater animal silvestre

Caçador é multado e preso por abater animal silvestre

VIVIANNE NUNES E EVELIN ARAUJO

09/03/2011 - 09h51
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Policiais Militares Ambientais de Porto Murtinho prenderam ontem um homem por caça na região da Cachoeira do Rio Apa.

Ele estava acampado fazendo cerca e no local os policiais encontraram um veado abatido. Ele afirmou que o cachorro havia matado o animal e estava apenas aproveitando a carne.

O animal foi apreendido e o caçador foi conduzido para a delegacia de polícia civil de Porto Murtinho para responder pelo crime, cuja pena é de 6 meses a 1 ano de detenção. Ele também foi multado administrativamente em R$ 500,00 pelo abate.

Quando os policiais chegaram ao acampamento, o caçador também fazia uso de uma motosserra sem licença de porte e uso e a motosserra foi apreendida. O caçador também responderá por esta infração e será multado em R$ 1 mil.

Cidades

Adriane estuda reduzir IPTU na área central

Em meio à possibilidade de derrubada do veto à taxa do lixo, o Executivo Municipal informou que estuda reduzir o imposto, em uma tentativa de atrair comerciantes

02/02/2026 17h22

Crédito: Marcelo Victor / Correio do Estado

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Durante a sessão solene inaugural na Câmara Municipal, que marcou a abertura dos trabalhos legislativos de 2026, nesta segunda-feira (2), a prefeita Adriane Lopes (PP) afirmou que não descarta a possibilidade de reduzir o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) na região central.

A declaração ocorre em um momento em que os vereadores devem pautar, na primeira sessão do ano, a possível derrubada do veto do Executivo Municipal que manteve a cobrança da Taxa do Lixo.

Em coletiva, Adriane pontuou que existe um estudo, em andamento há mais de um ano, que trata da possibilidade de diminuição do IPTU na região central, o que poderia atrair de volta tanto comerciantes quanto moradores.

“É um assunto de grande interesse. Nossos auditores estão estudando isso há mais de um ano. As grandes cidades do país já passaram por essa transformação no centro, para que pudéssemos ter novos moradores na região, e eu não descarto a possibilidade de, sendo o estudo viável, implantar também em Campo Grande”, afirmou Adriane.

Como acompanhou o Correio do Estado, na sessão ordinária desta terça-feira (3), Adriane Lopes espera que os vereadores mantenham o veto, sem descartar, ainda, recorrer à Justiça, se necessário.

Esvaziamento

Em maio de 2025, segundo dados da Polícia Militar, o centro de Campo Grande contabilizava 291 imóveis abandonados, indicando o esvaziamento da região.

São espaços desocupados visíveis nas principais ruas comerciais do centro da Capital, com diversas placas de “aluga-se” espalhadas.

O principal fator apontado para a saída de comerciantes da região foi o alto valor dos aluguéis dos estabelecimentos.

Outra situação ocorreu com a reforma do Centro e a pandemia, que afastaram consumidores e, ao mesmo tempo, fortaleceram o comércio de bairro em diferentes regiões de Campo Grande, inclusive atraindo lojistas da área central para essas localidades.

Inicialmente, a revitalização da Rua 14 de Julho, anunciada em 2019, animou comerciantes e a população; entretanto, o que acabou ocorrendo foi o fechamento de vários estabelecimentos comerciais.

Esse movimento pode ter desestimulado a população a frequentar o centro, uma vez que a diversidade de negócios nos bairros reduziu a necessidade de deslocamento até a região central para compras ou outros serviços.

Para se ter ideia, conforme levantamento da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), realizado em 2017, cerca de 200 comércios estavam fechados no quadrilátero compreendido pelas ruas Rui Barbosa e Calógeras, e pelas avenidas Fernando Corrêa da Costa e Mato Grosso.

Outro lado

Por meio de nota a Associação Comercial, avaliou que apenas a redução do imposto predial não é o suficiente para resolver o esvaziamento da região central.

Confira a nota na íntegra:

"A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande avalia que a redução geral do IPTU, por si só, não soluciona o esvaziamento da região central. Para a entidade, esse estímulo seria mais eficaz se houvesse a redução do imposto para imóveis ocupados e em funcionamento somente, como forma de incentivar a ocupação e fortalecer o comércio no Centro".

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Cidades

Pouso forçado em aeroporto de Campo Grande envolve avião de diretor da Fiems

Danilson Charro ocupa o cargo de presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias da Alimentação de MS

02/02/2026 17h15

Foto: Corpo de Bombeiros / Divulgação

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Uma aeronave modelo Piper Matrix que realizou um pouso forçado no Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande, na manhã do último sábado (31), pertence a um dos diretores da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems).

Conforme o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a aeronave pertence à empresa Wii investimentos LTDA, de propriedade do empresário Danilson Charro, que desde outubro de 2024, também ocupa o cargo de presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias da Alimentação do Estado de Mato Grosso do Sul (Siams). A empresa conta com outros dois investidores.

Segundo informações da Delegacia Especializada de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), o incidente ocorreu logo após a decolagem, quando o piloto, que estava sozinho a bordo, percebeu a perda de potência do motor e optou por realizar um pouso forçado ainda dentro da área do aeroporto. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

De acordo com a delegada Ana Cláudia Medina, responsável pelo atendimento da ocorrência, o motor da aeronave foi lacrado para a realização de testes técnicos, conforme o protocolo de segurança. Segundo ela, a equipe realizou o atendimento e a remoção da aeronave e, considerando a alegação do piloto, o motor foi lacrado para testes posteriores.

No momento do pouso forçado, a aeronave apresentou vazamento de combustível, o que mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, que realizaram o resfriamento do avião com água e Líquido Gerador de Espuma para evitar risco de incêndio.

Ainda conforme as autoridades, foram constatados danos substanciais na asa esquerda, nos trens de pouso e nas pás da hélice da aeronave. No fim do dia, equipes do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos estiveram no local para dar início aos procedimentos de investigação que irão apurar as causas da falha mecânica.

O caso segue sob acompanhamento dos órgãos competentes e a aeronave permanecerá à disposição das autoridades até a conclusão dos exames técnicos.

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