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Campeonato Carioca

Botafogo "joga para o gasto", goleia Madureira e mantém invencibilidade no Campeonato Carioca

Botafogo "joga para o gasto", goleia Madureira e mantém invencibilidade no Campeonato Carioca

R7

27/01/2011 - 13h59
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O Botafogo não precisou ser brilhante para manter os 100% de aproveitamento no Campeonato Carioca. Eficiente nas conclusões, o time alvinegro derrotou o Madureira por 4 a 1 na noite desta quarta-feira (26), no Engenhão, e manteve a liderança do Grupo B.

Com o triunfo, a equipe dirigida por Joel Santana chegou aos nove pontos e só não terminará a rodada na ponta da chave se o Fluminense tirar uma diferença de quatro gols de saldo nesta quinta-feira (27), quando encara o Macaé, às 19h30.

No entanto, os dois primeiros avançam para as semifinais da Taça Guanabara e a classificação não está ameaçada. No momento, Joel Santana quer acertar o time para o restante da temporada e, mesmo com o triunfo, fez críticas.

- A gente não pode diminuir o ritmo depois de marcar um gol. Começamos bem, pressionando, mas fizemos o gol e relaxamos, demos espaço ao Madureira. Isso não pode acontecer mais.

Por sinal, a trave chegou a salvar o Alvinegro por duas vezes no primeiro tempo. O goleiro Jefferson também apareceu bem em ao menos outras duas oportunidades. O Botafogo só teve mais calma no segundo tempo, quando os visitantes já estavam com menos um em campo.

Na próxima rodada, o Botafogo atuará novamente no Engenhão, recebendo o Olaria, neste sábado (29), às 17h. No mesmo dia e horário, o Madureira, lanterna do Grupo B sem nenhum ponto, tenta sair do sufoco diante do Duque de Caxias fora de casa.

Em campo, o Alvinegro iniciou a partida marcando por pressão e apostando, como sempre, nas bolas altas para Loco Abreu. Contudo, o primeiro gol veio por baixo. Aos 14min, Herrera aproveitou cruzamento rasteiro de Renato Cajá e abriu o placar.

Como analisou Joel Santana após a partida, o gol não fez bem aos mandantes. O Botafogo recuou demais e levou sufoco. Aos 31min, Jefferson espalmou chute forte de Da Costa e a bola ainda explodiu no travessão.

O mesmo travessão salvou o Alvinegro sete minutos depois, em cabeçada forte de Adriano Magrão. No lance anterior, o centroavante havia chutado de virada e viu Jefferson salvar os donos da casa em milagrosa defesa.

Contudo, se a sorte não acompanhava o Madureira, ela não faltou ao Botafogo. Aos 42min, em confusão na área do Tricolor suburbano, Antonio Carlos chutou e a bola bateu no braço de Douglas Assis. Pênalti marcado e cartão vermelho para o zagueiro visitante.

No minuto seguinte, Loco Abreu cobrou a penalidade com a habitual tranquilidade, no meio do gol, ampliando o marcador. Foi o segundo gol do uruguaio no Campeonato Carioca.

Na segunda etapa, o Botafogo, com mais espaço para jogar, colecionou gols perdidos no início. Aos 7min, Luca bateu para fora. Aos 15min, foi Bruno quem viu a zaga do Madureira salvando quase em cima da linha.

Como diz o ditado popular, “quem não faz, leva”. Aos 29min, Rodrigo tabelou com Maciel, entrou na área e chutou no alto, sem chance para Jefferson. Entretanto, quando os torcedores começaram a ensaiar algumas vaias, Alessandro chutou por baixo das pernas de Cleber, aos 36min. Depois, aos 43min, Caio fechou o placar na pequena área.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 4 x 1 MADUREIRA

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 26 de janeiro de 2011 (quarta-feira)
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols (R)
Assistentes: Wagner de Almeida Santos e Jackson Lourenço (ambos do RJ)
Cartões amarelos: Caio, Marcelo Mattos, Bruno (B); Edmílson, Michel, Adriano Magrão (M)
Cartão vermelho: Douglas Assis (M)
Gols: BOTAFOGO: Herrera, aos 14min, Loco Abreu, aos 43min do primeiro tempo; Alessandro, aos 36min, Caio, aos 43min do segundo tempo
MADUREIRA: Rodrigo, aos 29min do segundo tempo

BOTAFOGO: Jefferson; João Filipe (Caio), Antônio Carlos e Márcio Rosário; Lucas (Alessandro), Marcelo Mattos, Bruno Thiago, Renato Cajá e Somália; Herrera (Alex) e Loco Abreu
Técnico: Joel Santana

MADUREIRA: Cleber; Douglas Assis, Victor Silva e Edmílson; Valdir, Vinicius, Rodrigo, Michel (Abedi) e Da Costa (Nil); Maciel e Adriano Magrão (Caio Cezar)
Técnico: Antônio Carlos Roy

FUTEBOL

Seleção brasileira empata na estreia da Copa do Mundo de 2026

Gol de Vini Jr. garante partida equilibrada contra Marrocos após início de sufoco

13/06/2026 20h24

Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo

Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo Reprodução/CazéTV

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Disputada No estádio MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem sede nos Estados Unidos e também reúne Haiti e Escócia, o Brasil enfrentou o Marrocos neste sábado (13) mas o placar não saiu do empate, com o jogo terminando em 1 a 1. 

Conforme análise do jornalista Ricardo Magatti, esse resultado pode até ser celebrado, tendo em vista que o desempenho dos comandados de Carlo Ancelotti no MetLife Stadium "foi muito ruim, sobretudo na etapa inicial". 

Dominado em parte do jogo, o Brasil fez um péssimo primeiro tempo, cometeu erros defensivos, mostrou pouca inspiração no ataque e dependeu do arroubo genial de Vini Jr. para evitar a derrota, que por alguns minutos parecia ser inevitável.

Está claro que o Brasil terá de jogar mais futebol para ser capaz de desafiar os melhores e ir mais adiante no Mundial da América do Norte.

O experiente treinador italiano fez escolhas que se mostraram equivocadas. Escalados entre os titulares, o zagueiro-lateral Ibañez, o meio-campista Lucas Paquetá e o centroavante Igor Thiago não aproveitaram a oportunidade e foram três dos piores em campo.

Análise de jogo

Produziu quase nada ofensivamente o Brasil, extremamente dependente dos arroubos de criatividade de Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo, quando os milhares de brasileiros no estádio viam, apreensivos, a equipe errar demais, incluindo no lance que resultou no lindo gol marroquino anotado pelo atacante Saibari.

Foi de Paquetá o erro que gerou o contra-ataque do Marrocos. Aynaoui roubou a bola e tocou para Mazraoui, que viu Brahim Díaz livre. O talentoso meia-atacante achou Saibari, que tocou por cima de Alisson, estático, aos

Raphinha esteve apagado pela direita e não funcionou. Ancelotti insistiu com o astro do Barcelona e o manteve até o fim. Suas mexidas não incluíram Endrick, que sempre correspondeu quando foi acionado. Neymar, lesionado, não foi nem opção para o treinador. O camisa 10 assistiu à partida do banco, sem chuteiras e de boné.

Fez a diferenças aos marroquinos a superioridade técnica e física no meio de campo. Casemiro também esteve bem longe do ideal e foi substituído no intervalo, bem como Ibañez - ambos haviam sido advertidos com o amarelo.

No segundo tempo, Ancelotti tentou corrigir os muitos buracos no meio de campo. Fabinho, na vaga de Casemiro, fez jogo seguro. Danilo, Santos entrou no final e fez mais que Paquetá. Teve duas oportunidades para marcar, e não o fez, o meio-campista do Botafogo.

O Marrocos não apertou mais. O Brasil até passou bastante tempo no campo ofensivo, só que produziu pouco, insuficiente para a virada na estreia de uma competição que promete ser dura ao time pentacampeão, incomodado com o jejum de 24 anos sem títulos mundiais.

O próximo adversário do Brasil é, em tese, o mais frágil: o Haiti. O duelo com a seleção caribenha será na próxima sexta-feira, 19, às 21h30 (de Brasília), no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia. No dia 24, a equipe brasileira fecha a primeira fase contra a Escócia, em Miami.

 

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COPA DO MUNDO

Galvão Bueno vence percalços em 1ª narração na estreia do Brasil na Copa

Por se tratar de uma das principais contratações do SBT para a competição, muitos imaginavam que Galvão estaria à frente da transmissão inaugural, o que não se concretizou

13/06/2026 19h00

. Recentemente, o locutor de 75 anos passou por um procedimento cirúrgico para tratar uma hérnia de disco

. Recentemente, o locutor de 75 anos passou por um procedimento cirúrgico para tratar uma hérnia de disco Reprodução

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Aguardado reencontro de Galvão Bueno com uma Copa do Mundo ocorre neste sábado, 13, em narração da partida entre Brasil e Marrocos pelo SBT. A transmissão marcará a estreia do veterano locutor no Mundial de 2026.

Por se tratar de uma das principais contratações do SBT para a competição, muitos imaginavam que Galvão estaria à frente da transmissão inaugural. O plano, no entanto, não se concretizou. Ele chegou a participar da cerimônia de abertura, quando apresentou os shows que antecederam a partida inaugural da Copa. Porém, quem comandou a transmissão do jogo foi Tiago Leifert. Ao Estadão, a emissora explicou que a ausência de Galvão foi por motivos de logística.

A presença do profissional na competição foi cercada por alguns desafios. Recentemente, o locutor de 75 anos passou por um procedimento cirúrgico para tratar uma hérnia de disco, que vinha causando forte incômodo. No dia 1º de junho, teve alta médica e iniciou a preparação para as transmissões do evento.

Em fevereiro deste ano, em entrevista ao Estadão, indicou que a Copa de 2026 poderá ser sua última. "O desafio e o prazer são muito bonitos. Trabalhar na emissora do Silvio Santos. Estão me tratando muito bem. É um ambiente diferente e que vale a pena Não sei o que vou falar depois, mas provavelmente será minha última Copa", falou.

O SBT exibe os jogos da Copa em uma parceria com a N Sports, emissora da qual Galvão é sócio. Este será o 14º Mundial narrada por ele na televisão, que se notabilizou na Globo por ser a voz de grandes momentos do futebol brasileiro, como nos títulos mundiais da seleção em 1994 e 2002.

 

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