Tecnologia

Ciência e Saúde

Bill Gates pretende financiar produção de vacinas no Brasil

Bill Gates pretende financiar produção de vacinas no Brasil

mtv

20/05/2011 - 05h00
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O fundador da Microsoft, Bill Gates, é também um grande filantropo. Ele está negociando uma doação à Fiocruz e ao Instituto Butantã para aumentar a produção de vacinas no Brasil, que se tornaria um País exportador dos medicamentos.

Segundo o jornal 'O Estado de S. Paulo', o milionário já enviou técnicos ao Brasil para debater as possibilidades e vai aguardar a definição de quais vacinas o País vai considerar prioritárias.

O Ministério da Saúde confirmou que o primeiro contato entre Gates e o governo brasileiro ocorreu em setembro de 2010, numa reunião com o então chanceler Celso Amorim, em Nova York. Após a reunião, Gates enviou uma missão aos institutos para avaliar o que já vem sendo feito "Meu pessoal ficou muito impressionado com a qualidade do trabalho", afirmou Gates. 

Alexandre Padilha, ministro da Saúde, irá se reunir com a Fundação Bill e Melinda Gates para definir detalhes da parceria. O ministro adiantou que um dos interesses de Gates seria o apoio ao desenvolvimento de vacinas de baixo custo.

Até mesmo na filantropia, Gates aplica sua visão empresarial. O objetivo dele é financiar a produção de vacinas no Brasil para que entrem com o menor preço no mercado mundial, para que ele mesmo depois pudesse comprar as vacinas e distribuir aos mais necessitados. Isso irá afetar o mercado, que vai ser obrigado a reduzir os custos de suas vacinas para competir com o nosso produto.

Recado
Na última terça (17), o milionário participou da Assembléia Mundial da Saúde e pediu aos países doadores que aumentem seus programas de imunização. O recado também vale para empresas farmacêuticas, para que garantam vacinas aos países com menos recursos. Caso isso aconteça, Gates afirma que 4 milhões de pessoas podem ser salvas até 2015 e 10 milhões até 2020.

A Fundação Bill e Melinda Gates, criada em 2000, é a maior instituição de caridade do mundo. Com financiamento do próprio bolso de Bill Gates e de outras doações privadas, a fundação tem como objetivo melhorar as condições de vida, especialmente na área da saúde, nos países mais pobres. Um dos principais projetos patrocinados por Bill Gates é a pesquisa de uma vacina que consiga prevenir e curar a malária.

Tecnologia

Meta diz ao Cade que chatbots de IA se aproveitam do WhatsApp Business para uso não previsto

A Meta lembrou que a integração de funcionalidades de IA a aplicativos está alinhada a uma tendência observada em diversos setores, na qual provedores vêm incorporando recursos de IA a serviços já existentes

02/02/2026 22h00

META/DIVULGAÇÃO

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A Meta disse ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que, ao utilizarem a API do WhatsApp Business, os Chatbots de inteligência artificial (IA) se aproveitaram da ausência de vedação expressa nos termos originais para criar e registrar suas próprias contas de "empresa", como se os usuários estivessem interagindo com uma empresa (como um prestador de serviços), quando, na realidade, estavam se comunicando com um Chatbot de IA.

"Esse tipo de interação, conforme mencionado, não foi previsto nem pretendido pela Meta quando do desenvolvimento da API", disse a empresa em manifestação apresentada ao órgão de defesa da concorrência na última sexta-feira, 30. API é a sigla, em inglês, para "Interface de Programação de Aplicações", conjunto de regras e protocolos que permite a integração de serviços entre aplicativos.

A Meta lembrou que a integração de funcionalidades de IA a aplicativos está alinhada a uma tendência observada em diversos setores, na qual provedores vêm incorporando recursos de IA a serviços já existentes, como parte de uma mudança estrutural na forma como serviços digitais são ofertados aos usuários.

A manifestação da Meta é em resposta a um questionário enviado pela Superintendência-Geral (SG) do Cade, que, no mês passado, abriu um inquérito administrativo contra a Meta. Na ocasião, a SG também determinou medida preventiva para impedir a vigência dos novos termos de uso do WhatsApp para inteligência artificial (IA) até que o Cade avaliasse os indícios de infração à ordem econômica e ponderasse os argumentos e teses de defesa apresentados pela Meta, dona do serviço de mensagens.

A área técnica do Cade justificou que era necessário apurar se a Meta estaria abusando de sua posição dominante para favorecer sua própria inteligência artificial (Meta AI) e excluir concorrentes. No entanto, dias depois, a Justiça Federal do Distrito Federal suspendeu a medida preventiva do Cade, permitindo à empresa aplicar os novos termos de uso do WhatsApp para IA. Em nota, a empresa disse ter recebido a decisão "com satisfação". "Os fatos não justificam uma intervenção no Brasil nem em qualquer outro lugar", defendeu.

O que a Meta disse ao Cade

O documento apresentado ao Cade possui informações de acesso restrito apenas ao Cade e às representadas, por conterem segredos comerciais e dados sigilosos.

Na versão pública, a empresa informou que os AI Providers serão afetados pelas mudanças nos termos acessaram a API do WhatsApp Business por meio do processo regular de cadastro aplicável a usuários empresariais, isto é, mediante a criação de uma conta no Meta Business Manager e o fornecimento das informações necessárias para a verificação da conta, seguidos da criação de uma conta no WhatsApp Business e do registro de um número de telefone vinculado à API.

A Meta também destacou que a indústria de IA ainda se encontra em estágio incipiente e atualmente o setor tem explorado quais casos de uso, formatos e modelos de negócios geram maior aderência junto aos consumidores, com ênfase na experimentação de funcionalidades baseadas em IA integradas a aplicações. "Nesse ambiente dinâmico, concorrentes lançam continuamente novas funcionalidades em navegadores, aplicativos, suítes de produtividade e mecanismos de busca."

Como exemplo, foi citado o lançamento, pela OpenAI, de novos recursos para expandir sua atuação em serviços de mensagens, incluindo a implementação de conversas em grupo. "Esse processo contínuo de experimentação, integração e inovação caracteriza a forma como os desenvolvedores de IA competem atualmente. Para o WhatsApp, a adoção dessas ferramentas é fundamental para manter a plataforma na vanguarda da inovação centrada no usuário, proporcionando melhorias relevantes sem comprometer a simplicidade e a confiabilidade valorizadas pelos usuários."

Por outro lado, a Meta disse entender que Chatbots de IA operados por terceiros "não constituem parte inerente da experiência do usuário no WhatsApp" e a empresa possui visibilidade limitada sobre os casos de uso específicos atendidos por esses Chatbots de IA no WhatsApp. A empresa sustentou que o WhatsApp é utilizado, predominantemente, como um canal adicional de distribuição para serviços que essas empresas já oferecem em outros ambientes.

Histórico

A investigação do órgão de defesa da concorrência no caso da Meta AI começou no fim de 2025, após uma denúncia das startups de chatbots Zapia e Luzia, que operam, principalmente, por meio do WhatsApp e Telegram. Elas alegam que os Novos Termos do WhatsApp (WhatsApp Business Solution Terms) irão banir da plataforma desenvolvedores e provedores de serviços e soluções de inteligência artificial generativa (AI Providers ou Desenvolvedores de IA), garantindo um monopólio artificial à Meta AI.

O WhatsApp sustenta que o surgimento de chatbots de IA na Business API coloca uma pressão sobre seus sistemas que eles não foram projetados para suportar. Na visão da empresa, a decisão original do Cade partiu do pressuposto de que o WhatsApp é, de alguma forma, uma "loja de apps". A gigante de tecnologia defende que as rotas de acesso ao mercado para empresas de IA são as próprias lojas de aplicativos, seus sites e parcerias com a indústria, não a plataforma do WhatsApp Business.

A discussão no Cade é sobre o uso exclusivo do chatbot da Meta, ou seja, se há uma justificativa técnica para a restrição - a chamada "regra da razão" (do inglês, rule of reason). Essa análise jurídica pondera os efeitos pró e anticompetitivos de uma conduta empresarial, em vez de presumir sua ilicitude.

Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou que a decisão judicial que suspendeu a medida preventiva não impede a análise do caso pelo Cade. Segundo fontes, o órgão deverá se debruçar sobre o processo ainda no primeiro semestre deste ano.

Restrospectiva 2025

Confira os aplicativos mais baixados no ano de 2025 na App Store

O ano de 2025 foi marcado por lançamentos e atualizações que redefiniram a experiência digital, facilitando o cotidiano e oferecendo entretenimento de ponta

05/12/2025 13h15

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A Apple celebra a inovação e a criatividade digital. Conheça os vencedores que dominaram as plataformas iPhone, iPad, Mac e Vision Pro em 2025, com destaque para a evolução do Pokémon e o épico de mundo aberto da CD Projekt Red.

O ano de 2025 foi marcado por lançamentos e atualizações que redefiniram a experiência digital, facilitando o cotidiano e oferecendo entretenimento de ponta. O App Store Awards se consolida como a principal vitrine para celebrar a paixão e a excelência dos desenvolvedores globais.

Os títulos vencedores deste ano representam o que há de mais refinado em design, usabilidade e impacto cultural, garantindo engajamento e relevância em todas as categorias.

Melhores jogos de 2025: inovação e imersão

A categoria de jogos apresentou inovações notáveis, desde a nostalgia repaginada até a imersão em realidade mista.

Jogo do ano para iPhone: Pokémon TCG Pocket

O fenômeno Pokémon evoluiu para o ambiente móvel com o Pokémon TCG Pocket. O título conquistou o prêmio de Jogo do Ano para iPhone graças às suas ilustrações de tirar o fôlego, batalhas intensas e recursos otimizados. A experiência de colecionar e duelar foi refinada para o dispositivo, tornando-o o mais sofisticado da franquia até agora.

Jogo do Ano para iPad: Dredge

Misturando terror e aconchego, Dredge se destacou no crescente gênero "assustador e aconchegante". O jogo de pesca cativou os usuários do iPad com águas calmas e capturas abundantes, mas fisgou a atenção com um mistério assombroso e toques de terror.

Jogo do ano para Mac: Cyberpunk 2077: Ultimate Edition

A aventura épica de mundo aberto Cyberpunk 2077: Ultimate Edition foi aclamada como o Jogo do Ano para Mac. Glamoroso, intenso e repleto de energia, o título transportou os jogadores para uma metrópole de ficção científica deslumbrante, consolidando-se como uma experiência obrigatória na plataforma.

Jogo do ano do Apple Arcade: What the Clash?

O Apple Arcade premiou What the Clash? por suas competições absurdamente malucas e inéditas. O jogo se destacou por provocar risadas e manter os jogadores constantemente adivinhando o que viria a seguir.

Jogo do ano do Apple Vision Pro: Porta Nubi

No novo ambiente de computação espacial, Porta Nubi foi o Jogo do Ano do Apple Vision Pro. Situado entre as nuvens, o jogo de quebra-cabeças atmosféricos oferece aos usuários a sensação de controlar a luz, aproveitando ao máximo a imersão do dispositivo.


Aplicativos Essenciais de 2025: Produtividade e Conexão

Os aplicativos vencedores focaram em simplificar tarefas complexas e aprimorar a comunicação e o bem-estar.

Aplicativo do ano para iPad: Detail

Com a ascensão da narrativa em vídeo, o Detail democratizou a produção de conteúdo. Suas ferramentas de edição com Inteligência Artificial (IA) permitem que qualquer pessoa participe da conversa, tornando a edição de vídeo acessível e eficiente no iPad.

Aplicativo Mac do ano: Essayist

Para estudantes, acadêmicos e pesquisadores, o Essayist se tornou indispensável. Ao automatizar a organização de fontes e a formatação acadêmica, o aplicativo libera os usuários para se concentrarem nas ideias realmente importantes, resolvendo o demorado trabalho de escrita.

Aplicativo do ano para Apple Watch: Strava

O Strava foi reconhecido como o Aplicativo do Ano para Apple Watch. Com um design elegante, rastreamento de segmentos em tempo real e uma comunidade global de atletas, o aplicativo de fitness completo ajudou milhões de usuários a superarem seus recordes pessoais.

Aplicativo do ano da Apple TV: HBO Max

O HBO Max na Apple TV foi premiado por sua capacidade de reunir família e amigos. Com uma seleção de filmes e séries na vanguarda da cultura pop, o aplicativo se destacou como um centro de entretenimento compartilhado.

Aplicativo do ano do Apple Vision Pro: Explore POV

A experiência mais próxima da teletransportação, o Explore POV foi o Aplicativo do Ano para o Apple Vision Pro. O app leva os usuários a belas praias, florestas exuberantes e cidades vibrantes ao redor do mundo, utilizando a impressionante qualidade do Apple Immersive Video.

Destaque em Produtividade: Timo

O aplicativo Timo fez o impensável: transformou a tarefa de lidar com pendências em uma atividade relaxante. Ao converter calendários caóticos em uma linha do tempo com cores suaves, o Timo provou que a produtividade pode ser sinônimo de bem-estar.


Resumo dos Vencedores do App Store Awards 2025

Para referência rápida, confira a lista completa dos principais vencedores:

 

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