Quinta, 23 de Novembro de 2017

Avenida deve ser liberada apenas em uma semana

4 MAR 2010Por 04h:48
A Avenida Ricardo Brandão – que teve uma das pistas “engolida” pela tromba d’água que atingiu Campo Grande no sábado – será liberada para o trânsito somente no dia 11. Inicialmente, o previsto era encerrar interdição na terçafeira, mas pelo volume de terra na pista e a necessidade de recuperação do asfalto danificado pela forte enxurrada, o prazo teve de ser dilatado, conforme explicou o diretor presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Rudel Trindade Júnior. Segundo Rudel, a Agetran estuda se vai permitir o tráfego em dois sentidos, uma vez que somente uma pista da avenida terá condições de receber o fluxo. “Acho que pode dar confusão, mas até lá vamos decidir isso”. Ele afirmou que o objetivo é desafogar o entorno da Ricardo Brandão e Rua Ceará que não suporta o fluxo de veículos que, antes do desastre, era escoado por essas duas vias. O número de carros que têm de desviar pela Rua Nova Era e ruas dos bairros Miguel Couto e Jardim dos Estado tumultuam o trânsito nos horários de pico. Ontem, operários e máquinas da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha) trabalhavam na retirada dos destroços e recomposição do pavimento da Ricardo Brandão. Nas margens do Córrego Prosa, funcionários também refaziam as barreiras de sacos de areia para evitar deslizamentos de terra nas encostas. A lém da secret a ria, a Águas Guariroba – concessionária do serviço de abastecimento de água e tratamento de esgoto da Capital – também trabalhava no local. Uma valeta teve de ser aberta no cruzamento da Ricardo Brandão com a Nova Era para que operários da empresa fizessem reparos da tubulação de coleta de esgoto instalada no local. Segundo a assessoria de imprensa da Águas, a rede foi danificada com a destruição da pista da avenida. Afonso Pena Na Praça das Águas, que fica na Avenida Afonso Pena próximo ao cruzamento com a Rua Jeribá, em frente ao Shopping Campo Grande, a Seintrha trabalha na recuperação de uma das margens do Córrego Prosa. O trabalho não pôde ser feito à noite e, por isso, teve início na manhã de ontem. O trânsito ficou tumultuado e congestionado no local. Mas, segundo Rudel Trindade, a obra não pode ser adiada. “Os deslizamentos de terra naquele trecho não pararam e ameaçam a pista da Afonso Pena”. Três agentes de trânsito foram deslocados para organizar o trânsito na avenida.

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