Cidades

PIRATARIA

Apreensão de CDs piratas no Brasil cresceu 42%

Apreensão de CDs piratas no Brasil cresceu 42%

Folha

10/01/2011 - 16h46
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Segundo balanço da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) em conjunto com a ESA (Entertainment Software Association), as autoridades brasileiras apreenderam 1,6 milhão de CDs piratas no país em 2010. O número representa um crescimento de 42% em relação a quantidade recolhida em 2009.

De acordo com o levantamento, cresceu também o número de ações em centros comerciais do país para combater a pirataria. As 730 operações feitas em 2010 representaram alta de 10% na comparação com o ano anterior.

Segundo dados das associações, 345 endereços virtuais foram foram tirados do ar, valor 10% superior ao registrado em 2009. As associações também contaram a desativação de 17,7 mil anúncios virtuais para venda dos produtos piratas.

POTENCIAL

De acordo com estudo da consultoria IDC (International Data Corporation), a indústria de softwares e serviços pode incorporar cerca de US$ 4 bilhões (cerca de R$ 7 bilhões) no faturamento nos próximos quatro anos se o o país conseguir reduzir em dez pontos percentuais o índice de pirataria no mercado local.

O estudo indica que 74% da receita adicional gerada seria destinada para a economia nacional e representaria 12 mil novos empregos. O ganho tributário seria de US$ 888 milhões. Segundo o último levantamento da consultoria, o índice de pirataria registrado no Brasil em 2009 foi de 56% e representou um impacto negativo de US$ 2,2 bilhões.

No mesmo ano, o mercado de softwares e serviços nacional movimentou US$ 15,3 bilhões, ocupando a 12º posição da receita mundial de US$ 880 bilhões. Os gastos no setor crescem com velocidade 60% superior aos desembolsos totais na economia

MENSAGENS FALSAS

Golpistas se passam por servidores da Agetran para aplicar fraudes

O órgão público reitera que não realiza o envio de notificações ou autuações por meio do WhatsApp

13/03/2026 17h30

A população pode procurar atendimento diretamente na sede da Agetran, na Avenida Gury Marques, 2395

A população pode procurar atendimento diretamente na sede da Agetran, na Avenida Gury Marques, 2395

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Nesta sexta-feira (13), a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) tomou conhecimento de tentativas de golpe em que criminosos utilizaram o nome do órgão público e a imagem da instituição para envio de mensagens à população.

A população pode procurar atendimento diretamente na sede da Agetran, na Avenida Gury Marques, 2395

A Agetran informa que as notificações oficiais relacionadas a infrações de trânsito são encaminhadas exclusivamente pelos seguintes canais:

  • correspondência enviada pelos Correios,
  • aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CNH Brasil)
  • publicações no Diário Oficial do Município.

Já as infrações de mobilidade são comunicadas por meio de correspondência enviada pelos Correios, por equipes de fiscalização devidamente identificadas e também por meio de publicações no Diário Oficial do Município.

O cidadão ao receber mensagens dessa natureza não deve efetuar qualquer tipo de pagamento e não deve fornecer dados pessoais, devendo desconsiderar o contato, segundo orientações da agência.

A Agetran disse que já está adotando as medidas cabíveis para apurar os fatos e identificar os responsáveis pelo uso indevido do nome da instituição.

O órgão público reitera que não realiza o envio de notificações ou autuações por meio do aplicativo WhatsApp.

Serviço

Em caso de dúvidas ou necessidade de esclarecimentos, a população pode procurar atendimento diretamente na sede da Agência Municipal de Transporte e Trânsito – Av Gury Marques, 2395 – Universitário.

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MPMS

Suspeito de matar segurança durante aniversário de Ivinhema é condenado três anos após o crime

José Edilson foi condenado a 19 anos e 10 meses de prisão pela morte de Vitor Hugo Branquinho Camargo com quatro tiros após confusão na festa em 2023

13/03/2026 17h15

Crime aconteceu em 2023 e foi motivado por uma

Crime aconteceu em 2023 e foi motivado por uma "futilidade", segundo o MPMS Divulgação / Montagem Correio do Estado

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Após acusações do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) apresentadas durante o Tribunal do Júri realizado na última quinta-feira (12), José Edilson da Silva Cordeiro, de 46 anos, foi condenado a 19 anos e 10 meses de prisão em regime fechado, acusado de homicídio pela morte de Vitor Hugo Branquinho Camargo, de 25 anos, durante a comemoração de aniversário do município de Ivinhema, em 2023. 

O crime aconteceu na madrugada do dia 11 de novembro de 2023, quando Vitor Hugo trabalhava como segurança no evento em comemoração aos 60 anos da cidade.

A vítima trabalhava como entregador durante o dia e como caixa da mesma empresa durante a noite, e realizava “bicos” como segurança para pagar sua faculdade. 

Segundo a denúncia do MPMS, José Edilson teria se desentendido com a equipe de segurança e disparado quatro tiros no jovem. Durante a instrução do processo, o Ministério Público alegou que o homicídio foi motivado por uma “futilidade”. 

A acusação do réu também provou que o ato foi praticado de forma que a vítima não teve como se defender, já que a autópsia revelou que o jovem foi atingido pelas costas enquanto corria e, posteriormente, quando já estava caída e imóvel no chão. 

A confusão teve início quando o sobrinho do acusado foi retirado da festa por estar sem camiseta, o que contrariava as regras do evento, que ocorria na Praça de Eventos da cidade. 

Conforme a denúncia, durante a confusão, o celular de José Edilson teria caído no chão após um esbarrão com um dos seguranças, o que teria o deixado exaltado. Irritado, ele foi até o carro, pegou uma arma de fogo e retornou à festa. 

Pouco tempo depois, ele voltou a se aproximar de Vitor Hugo, sacou a arma e disparou contra ele. A vítima tentou correr em direção a um camarote, mas caiu no chão. Mesmo caído, ele ainda teria sido atingido por novos tiros. 

Ao todo, foram quatro disparos contra o jovem, que morreu no local. Após o crime, o acusado fugiu. 

Na decisão desta quinta-feira, além do homicídio duplamente qualificado, o réu foi condenado pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. 

Na sentença, o Juízo ressaltou a culpa do autor, já que ele saiu do evento para buscar a arma de fogo e retornou ao local para efetuar o crime. 

Com o veredito, foi expedida a sentença de execução penal e o acusado aguarda orientação do Supremo Tribunal Federal para o início do cumprimento da pena. 


 

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