Sexta, 17 de Novembro de 2017

Após vencer primeiro jogo, Inter tenta conter euforia

13 AGO 2010Por 07h:03
Porto Alegre

O discurso no vestiário do Internacional após a vitória por 2 a 1 sobre o Chivas, no primeiro jogo da final da Copa Libertadores, foi unânime: é preciso evitar o clima de “já ganhou” para que o título seja confirmado até mesmo com um empate, no jogo da volta, na próxima quarta-feira, no Beira-Rio.
O técnico Celso Roth ressaltou o equilíbrio emocional do Inter, que não se abateu mesmo diante da desvantagem a que foi submetido no final do primeiro tempo, com o gol de Bautista. A aposta em Everton para o lugar do lesionado Alecsandro, ocorrida ainda no primeiro tempo, foi uma busca de manter a característica de jogar do time.
“Ambos são semelhantes no modo de atuar, mas o Everton não rendeu tecnicamente”, avaliou o treinador, que substituiu o próprio no segundo tempo, para o ingresso de Rafael Sobis.
O vice-presidente de futebol do Inter, Fernando Carvalho, destacou a maturidade da equipe, que reverteu desvantagens recentemente contra Estudiantes, Atlético-MG, São Paulo e contra o Chivas. Entretanto, fez questão de frisar que o título não está ganho.
“Em dois mil e oito, ganhamos a primeira final da Sul-Americana em La Plata e perdemos para o Estudiantes no Beira-Rio, o que quase nos tirou o título. O torcedor precisa lotar o Beira-Rio e empurrar o time rumo ao bicampeonato”, pediu o dirigente.
A exemplo de Roth e Carvalho, o presidente colorado, Vitório Piffero, comemorou a maturidade do time: “Tivemos total domínio das ações o tempo inteiro”.

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