Sexta, 24 de Novembro de 2017

Animação toma conta do Centro de Convivência do Idoso

13 FEV 2010Por 07h:54
600 pessoas participaram ontem do baile de carnaval do Centro de Convivência do Idoso Vovó Ziza, em Campo Grande. Esbanjando disposição e animação, eles dançaram por cerca de cinco horas ao som da banda Novo Suingue. Alguns entraram no sa l ão com roupas do dia-a-dia, mas a maioria aproveitou o clima carnavalesco e vestiu a fantasia. É o caso de Letícia Santullo, 72 anos. Maqu i ad a , fa nt a si ad a e an imada, ela afirmou que gostou da festa. “Foi ót i ma. Tocou mu it a s marchinhas dos antigos carnavais”, declarou. Letícia integra o grupo da terceira idade do Serviço Social do Comércio (Sesc) e há cinco anos participa dos bailes carnavalescos promovidos pela Prefeitura de Campo Grande, junto com a amiga Neusa de Deus, 74 anos, que também aprovou o evento. “É muito bom. É ótimo, mesmo que depois tenha que tomar algum remedinho”, brincou. Mesmo s em p o der dançar, Madonilia Gonçalves Ferreira, 72 anos, t ambém dec l a rou ter gostado da festa. Com enfeites carnavalescos no cabelo e no pescoço, colocados pela neta, ela disse que apenas assistiu aos outros vovós e vovôs se esbaldarem no salão. “Não posso dançar por causa do joel ho, mas, se não t ivesse proble- ma, teria dançado”, contou. De acordo com a assistente social do Centro de Convivência, Janete Sinzato Vital, neste ano a chuva fez com que muitos idosos não participassem do evento. Segundo ela, sempre que preciso eles ajudam a decorar a festa. Durante o baile de ontem, teve premiação de troféus e medalhas para folião e foliã mais animada, casal mais animado, máscara mais original e bloco mais animado. Conselho A idosa Letícia aconselhou àqueles que já chegaram à terceira idade que participem de grupos. Para ela, as atividades desenvolvidas nestes locais ajudam no dia-adia. “É bom para saúde, para o bem-estar e dá vontade de viver cada vez mais”. Neusa também incentivou a participação nestes grupos. “É importante para não ficar muito envelhecido. A gente se sente jovem”, concluiu. (VC)

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