Terça, 21 de Novembro de 2017

Adolescente é preso pela terceira vez levando veículo roubado

24 ABR 2010Por 07h:20
 Anahi Zurutuza

Por três vezes em dois meses, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu o adolescente L.S.R., de 17 anos, transportando motocicletas roubadas de Campo Grande para Corumbá. O último flagrante aconteceu na madrugada de ontem, na BR-262, em Terenos — município a 23 quilômetros a oeste da Capital. Há quatro dias, o menor havia sido pego pilotando uma moto furtada na mesma rodovia, na região de Miranda — a 194 quilômetros a oeste de Campo Grande.
Segundo a polícia rodoviária, na madrugada de ontem, ao ver atividade de policiais no posto de fiscalização da PRF, o adolescente, pilotando a motocicleta Titam CG 125, placas HSK-6556, efetuou retorno perigoso na rodovia. Considerando a atitude do motociclista suspeita, policiais iniciaram perseguição e conseguiram abordar o menor já no perímetro urbano de Terenos.
Ao checar as placas da moto, os policiais descobriram que o veículo havia sido roubado durante assalto registrado na Coophavila II, na Capital, na madrugada de quinta-feira (22). O condutor não portava documentos, mas foi identificado como sendo o adolescente apreendido, na segunda-feira (19), pela PRF  de Miranda e, no mês de fevereiro, em Corumbá, também transportando uma motocicleta roubada.
O menor foi trazido para Campo Grande e encaminhado para a Delegacia de Proteção à Infância e Juventude (Deaij) para prestar depoimento. A moto foi levada para a Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (Defurv).

Quadrilha
Com base nos relatos de L.S.R., a PRF acredita que ele faça parte de uma quadrilha especializada em roubos de veículos que atua na Capital. Dois comparsas são os responsáveis pelos assaltos e furtos, e o adolescente e um irmão dele — preso há um mês pela PRF, em Terenos, também no transporte de uma moto roubada — tem a atribuição de transportar os veículos até Corumbá. No município que faz fronteira com a Bolívia, eles entregam as motos, recebem o dinheiro pelo “trabalho” e retornam à Capital.

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