Cidades

AMAMBAI

Fatos estranhos assustam família, que diz ser 'coisas do demônio'

Fatos estranhos assustam família, que diz ser 'coisas do demônio'

A GAZETA NEWS

04/03/2014 - 15h30
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          Fogo iniciado misteriosamente atingiu a cama do casal (Foto: A Gazeta News)

Fenômenos estranhos, supostamente sobrenaturais, têm assustado e inclusive provocado prejuízos materiais a uma família moradora na região da Vila Alva, em Amambai.

Segundo os moradores, um casal de idosos de 85 e 82 anos, acontecimentos como objetos desaparecendo de um local e aparecendo em outro e coisas sendo espalhadas pela casa já vinha ocorrendo há certo tempo, mas acabavam não dando importância até as manifestações da semana passada. 

De acordo com a filha da moradora da casa, uma mulher de 51 anos, que acompanhou todas as manifestações, que ela classifica como “coisas do demônio”, na quinta (27) e na sexta-feira passada, dia 28 de fevereiro, o que antes parecia estranho, passou a ser assustador.

Segundo a mulher, de forma repentina roupas de cama, colchão, cobertores, chinelos, camisas dentro do guarda-roupa, cadeiras, um boné que estava na guarda de uma cadeira de madeira e até mantimentos dentro do armário da cozinha acabaram pegando fogo de forma repentina e misteriosa. 

Os moradores, que são evangélicos da Igreja Deus é Verdade, informaram os focos de incêndio começaram a aparecer em pontos diferentes da casa e em horários alternados, obrigando a filha e o casal de idosos a deixarem baldes com água espalhados pela casa, já que apagar o fogo com mangueira não se tornou mais confiável, segundo eles, tendo em vista que uma mangueira ligada a uma torneira do lado externo da casa também acabou se rompendo de forma misteriosa.

Eles contaram também que, antes do surgimento dos focos de incêndio, coisas estranhas como sal, leite e óleo de cozinha que estavam guardados em armários e na geladeira eram encontrados espalhados pela casa quando os moradores se ausentavam e retornavam, moedas foram encontradas dentro de panelas de comida e chaves da residência desapareceram, posteriormente voltaram a aparecer.

Explicaram inclusive que, em uma das ocasiões, o idoso chegou a ser atingido por um ovo na cabeça quando estava sozinho na cozinha.

Um dos momentos marcantes do fenômeno, segundo os moradores, foi quando apareceu na parede da varanda de serviço da residência escritas com as iniciais “SAI”, e a frase, “Saia vai Embora”.

Seguindo orientação de um pastor evangélico que visitou a residência, eles borraram as escritas com a aplicação de tinta.

Por se tratar de pessoas religiosas, mantêm Bíblia na casa e inclusive salmos colados nas paredes.

Segundo a filha da dona da casa, outro momento marcante do fenômeno foi quando um papel com o Salmo 91 pegou fogo de forma misteriosa, mas apesar da labareda, nem o papel onde o Salmo estava escrito e nem a parede no local foram danificados pelas chamas.

A reportagem do A Gazetanews acompanhou, nessa segunda-feira, dia 3 de março, a visita do pastor Almiro Messias de Almeida, da Igreja Assembleia de Deus Missões à residência e pode constatar o estado de tensão dos moradores por conta dos fenômenos.

O religioso ouviu a versão dos moradores, viu os estragos provocados pelas chamas, supostamente surgidas de forma misteriosa, mas não quis expressar opinião sobre os fatos narrados pelas pessoas que residem na casa.

Antes de deixar o local, pastor Almiro de Almeida fez uma oração pedindo a benção de Deus aos moradores e à residência. O pastor também orientou os moradores a se manterem firmes na fé.

INVERNO ACOLHEDOR 2026

Nova frente fria faz prefeitura reabrir abrigo para população de rua

Marmitas, agasalhos e cobertas serão distribuídos aos necessitados

18/05/2026 17h40

População de rua poderá dormir em local quentinho nesta segunda-feira (18)

População de rua poderá dormir em local quentinho nesta segunda-feira (18) DIVULGAÇÃO/PMCG

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Ponto de acolhimento para população de rua está novamente aberto, nesta segunda-feira (18), no Parque Ayrton Sena, localizado na rua Jornalista Valdir Lago, bairro Aero Racho, em Campo Grande.

Os pets também são bem-vindos. A reabertura ocorre devido a chegada de uma nova frente fria, com previsão de chuva, ventos e baixas temperaturas, que podem alcançar os 13°C em Campo Grande.

O abrigo estará de portas abertas a partir das 18 horas, com ambiente aquecido, colchão, coberta, agasalhos, jantar (marmitas), água, alimentação para pets (ração) e atendimento médico. A Guarda Civil Metropolitana (GCM) fez a segurança do local.

Na manhã de terça-feira (19), após o pernoite, os acolhidos serão encaminhados para a Unidade de Acolhimento Institucional para Adultos e Famílias (Uaifa), onde receberão café da manhã e continuidade no atendimento da rede de assistência social.

Na primeira onda de frio do ano, o ponto de acolhimento recebeu 250 pessoas, em três noites, entre 9 e 11 de maio.

O ponto de acolhimento pertence a Secretaria de Assistência Social (SAS) - Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG).

FRIO

A semana começou gelada e chuvosa em Mato Grosso do Sul. A 34 dias do início do inverno, este é o segundo "friozinho" do ano.

De acordo com o meteorologista Natálio Abrahão, vários municípios registraram acumulados de chuva, entre domingo (17) e segunda-feira (18), como Maracaju (53 mm), Dourados (77 mm), Ponta Porã (44 mm), Mundo Novo (9 mm), Bataguassu (50 mm), Campo Grande (17 mm), Bela Vista (30 mm), Bonito (16 mm) e Nioaque (24 mm).

A chuva antecedeu a nova frente fria e foi suficiente para derrubar as temperaturas, aumentar a umidade relativa do ar e melhorar a qualidade de respiração, além de causar vários estragos em municípios do interior.

A previsão é que a terça-feira (19), quarta-feira (20) e quinta-feira (21) sejam dias frios e frescos. O tempo volta a esquentar na sexta-feira (22). O fim de semana e a próxima semana serão quentes no Estado.

Capital

Polícia prende mais dois suspeitos de matar homem no Inferninho

Investigação da DHPP aponta cárcere privado antes do crime; terceiro envolvido segue foragido

18/05/2026 16h57

Polícia prende mais dois suspeitos de matar homem no Inferninho

Polícia prende mais dois suspeitos de matar homem no Inferninho Foto: Policia Civil

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), deflagrou na última sexta-feira (15) a segunda fase da operação que investiga o assassinato de Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos, encontrado morto no dia 22 de março deste ano, na região conhecida como Cachoeira do Inferninho, em Campo Grande.

As investigações começaram após praticantes de rapel que frequentavam o local encontrarem o corpo da vítima com sinais de violência.

A partir das primeiras diligências, os policiais identificaram dois suspeitos de participação no crime: o proprietário do veículo utilizado para transportar Canozi e o dono da residência onde a vítima teria sido mantida em cárcere privado antes de ser assassinada.

Na primeira fase da operação, realizada no dia quatro de maio, foram presos temporariamente F.D.C., de 45 anos, e T.S.X., de 22 anos. Ambos permanecem presos.

Com o avanço das investigações, a DHPP conseguiu identificar outros três suspeitos que teriam participado diretamente do transporte da vítima até a Cachoeira do Inferninho, onde o homicídio foi executado.

Durante a segunda fase da operação, os policiais cumpriram dois mandados de prisão temporária e dois mandados de busca e apreensão. Foram presos W.C.B.L., de 50 anos, e G.S.F., de 38 anos. Um terceiro suspeito, já identificado pela Polícia Civil, segue foragido.

Segundo a DHPP, as investigações continuam para identificar possíveis coautores e eventuais mandantes do crime.

Relembre o Crime

De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa, Guilherme Carlos Canozi foi mantido em cárcere privado antes de ser levado até a região da Cachoeira do Inferninho, na saída para Rochedo, onde acabou assassinado.

O corpo da vítima foi encontrado no dia 22 de março por um grupo de seis pessoas que se preparava para praticar rapel no local. Guilherme apresentava sinais de violência, não portava documentos e utilizava tornozeleira eletrônica.

Inicialmente sem identificação, ele foi reconhecido após exame necropapiloscópico realizado pelo Instituto Médico Odontológico Legal (Imol).

A partir do monitoramento da tornozeleira eletrônica, os policiais conseguiram reconstituir os últimos passos da vítima, identificar a dinâmica do crime e localizar tanto o imóvel onde ela teria sido mantida em cárcere quanto o veículo utilizado para transportá-la até a cachoeira.


 

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