Cidades

VIOLÊNCIA

Jovens agridem e tiram a roupa de garota em briga de rua

Jovens agridem e tiram a roupa de garota em briga de rua

FOLHAPRESS

01/05/2014 - 17h45
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A Polícia Civil de São José (SC), na Grande Florianópolis, vai investigar uma agressão sofrida por uma adolescente de 17 anos. A cena foi registrada em vídeo.

A gravação mostra três mulheres espancando a garota. Elas arrancam a roupa da adolescente e a deixam nua em plena rua durante a briga.

O caso aconteceu no dia 20 no bairro Flordinápolis, no início da manhã, segundo a vítima, mas o boletim de ocorrência só foi registrado hoje na Delegacia de Proteção da Criança, Adolescente, Mulher e Idoso da cidade. As suspeitas da agressão são uma adolescente e duas adultas.

As imagens mostram as agressoras segurando a garota pelos cabelos e braços, enquanto ela tenta fugir. A adolescente grita enquanto recebe chutes e puxões de cabelo e tem a roupa arrancada pelas três.

Em um trecho, uma das agressoras parece estar com uma pedra na mão, batendo contra a cabeça da adolescente.

Um outro jovem filma a cena sem intervir. Em outro momento, a adolescente já completamente nua consegue se esquivar e foge. Segundo a polícia, neste momento ela consegue ajuda de um vizinho que presenciou a cena.

No final do vídeo, depois da fuga, uma das agressoras diz à câmera: "Olha ali... Rachei a cabeça dela com a pedra".

A polícia disse que a vítima negou que a briga tenha sido motivada por uma disputa amorosa e afirmou que as três agressoras queriam obrigá-la a se prostituir.

Segundo o delegado plantonista de São José Osmar Carraro Junior, a polícia deverá ouvir formalmente a vítima e, com base nas descrições dela, tentar identificar os quatro envolvidos na agressão e filmagem.

POLÍCIA

Foragido da justiça morre após trocar tiros com policiais em Ponta Porã

O indivíduo, considerado de alta periculosidade, era alvo de um mandado de prisão temporária, expedido em decorrência de uma tentativa de homicídio

10/01/2026 18h40

Vizinhos informaram que corpo do suspeito foi localizado dentro de uma área de mata

Vizinhos informaram que corpo do suspeito foi localizado dentro de uma área de mata Divulgação: Polícia Civil

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Durante a sexta-feira (9) e sábado (10), uma operação, que contou com diversas forças de segurança em Ponta Porã resultou na localização de um foragido da justiça após confronto armado com as equipes de policiais civis.

O indivíduo, considerado de alta periculosidade, era alvo de um mandado de prisão temporária, expedido em decorrência de uma tentativa de homicídio .

A ação teve início quando equipes da Polícia Civil receberam informações sobre o paradeiro do suspeito no bairro Flamboyant. Durante o monitoramento, os policiais tentaram realizar a abordagem no momento em que o homem saía de uma residência conduzindo uma motocicleta.

Ao receber ordem de parada, o suspeito desobedeceu e fez menção ao saque de uma arma contra os agentes.  Em seguida, fugiu em direção a uma rua com uma região de mata. No local, ao ser novamente confrontado pelas equipes, o suspeito reagiu efetuando disparos de arma de fogo.

Os policiais revidaram, dando início a uma troca de tiros. Diante da gravidade da situação e da complexidade do terreno, uma área de mata, foi solicitado apoio para equipes da Polícia Militar, Polícia Federal e Guarda Civil Metropolitana de Fronteira.

Embora a densidade da mata e o risco iminente tenham impedido a entrada das equipes na mata, especialmente durante à noite, as equipes realizaram, com o apoio da Polícia Federal, o monitoramento por meio de drone.

Por volta do meio-dia deste sábado (10), os vizinhos informaram aos policiais o paradeiro do corpo do investigado, localizado no interior da mata, junto à arma utilizada para investir contra os agentes.

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VENEZUELA

Prisão de Maduro completa uma semana e venezuelanos dizem que é cedo para voltar ao país

Moradores de Campo Grande, o povo refugiado ainda espera a transição de governo para retornar a terra natal

10/01/2026 16h45

Aos gritos de

Aos gritos de "Venezuela Libre", grupo se reúne para celebrar prisão de Maduro Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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No último sábado (3), a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro por parte das tropas dos Estados Unidos movimentou o noticiário internacional. Em Mato Grosso do Sul, o fato surgiu como uma esperança para a população migrante que mora no Estado.

Após este episódio, os membros da Associação de Venezuelanos de Campo Grande se reuniram na Praça do Rádio, no centro da Capital. De acordo com a presidente Mirtha Carpio, o grupo estava celebrando a transição para liberdade do país.

Apesar de ter passado uma semana da prisão de Maduro, o povo ainda resiste em voltar à Venezuela, pois afirmam que este foi apenas o primeiro passo para uma mudança maior, e que os aliados do ditador ainda estão ocupando cargos importantes no país. 

Com a esperança de retornarem um dia para sua terra natal, o povo venezuelano segue vivendo e trabalhando em Campo Grande para garantir uma vida mais tranquila do que aquela que tinham na Venezuela.

Rosa Lourdes Montilla é uma destas pessoas. Em 2018, ela vendeu seu carro para poder sair da Venezuela, pois passava muita fome. Hoje, ela vive na Cidade Morena, onde se mudou com seus três filhos adultos e está há, pelo menos, três anos.  

Aos gritos de "Venezuela Libre", grupo se reúne para celebrar prisão de Maduro
Rosa Lourdes divide sua rotina entre o trabalho no Consórcio Guaicurus e o estudos de Serviços Socias, na Uniasselvi / Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Quando emigrou da sua terra natal, seu primeiro destino foi morar no Peru, onde passou cinco anos. Mas, diz preferir o Brasil, devido a receptividade e a semelhança com o povo venezuelano.

A funcionária do Consórcio Guaicurus e estudante de servicos sociais tem a esperança de ver a Venezuela "livre da ditadura". A mulher relata que, embora muitos venezuelanos tenham construído raízes no exterior, ela planeja retornar ao país daqui aproximadamente dois anos, especificamente para cidade de Barinas, onde reside sua família e amigos.

"Estamos em Campo Grande para fugir da ditadura"

Francisco José Mota também se refugiou no Brasil, após deixar o país em 2018, impulsionado pela crise humanitária, falta de comida, emprego, segurança e liberdade. Morando em Campo Grande Campo Grande, ele conta que foi acolhido pela comunidade e hoje mantém dois empregos, promotor de vendas em um supermercado e trabalho de logística para o Mercado Livre, o que possibilitou a estabilidade financeira nos últimos sete anos.

Aos gritos de "Venezuela Libre", grupo se reúne para celebrar prisão de Maduro
Francisco com sua neta no colo, filha e genro na celebração que reuniu os venezuelanos na Praça do Rádio / Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Com imensa gratidão ao povo de Campo Grande, Francisco se mudou para o Brasil junto com sua esposa, filha, neta e genro para fugir da ditadura de Nicolás Maduro.

"Nós estamos hoje aqui em Campo Grande para fugir da mesma ditadura, a gente teve que sair da Venezuela pela situação econômica. Lá não tem liberdade de expressão para você falar, não tem aquela democracia que muitas pessoas falam que a Venezuela tem".

A principal expectativa de Francisco é que a "cúpula" do governo de Maduro, que ainda permanece na Venezuela saia do poder, sem impor condições que permitam a continuidade do sistema atual.

"O primeiro passo foi tirar o ditador, mas ainda estamos esperando por uma nova etapa onde o sistema todo tem que sair de Venezuela, tem que passar o poder para o nosso presidente eleito lá na Venezuela, que está lá fora, esperando só ajeitar o caminho certo para ele voltar e assumir a transição democrática".


 

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