MOBILIZAÇÃO NACIONAL

Integrantes de sindicatos fazem manifestação contra reforma trabalhista

Na Capital, eles se concentraram na Afonso Pena com a 14 de Julho

10 NOV 2017 • POR MARESSA MENDONÇA • 11h25
Manifestantes vão entregar panfletos com informações sobre as reformas - Valdenir Rezende / Correio do Estado

A sexta-feira (10) foi marcada por manifestações contra reforma trabalhista em todo o País. Em Campo Grande, sindicalistas se concentraram no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua 14 de Julho, na área central da cidade.

O presidente do Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio e de Empresas de Assessoramento, Auditoria, Períficias, Informações e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de Mato Grosso do Sul (Seaac-MS) e diretor da Força Sindical regional MS, Estevão Rocha dos Santos, informou que as manifestações serão realizadas tanto na Capital quanto nas cidades do interior.

Segundo ele, em Campo Grande, as atividades começaram às 8h com a paralisação da Eletrosul, que faz parte do sistema Eletrobras e que está no pacote de privatizações de Temer; depois teve ato em frente à Caixa Econômica Federal da Rua Barão do Rio Branco, contra a privatização dos bancos e, por fim, o "velório" da CLT, que se estende até às 16 horas, com panfletagem sobre as reformas.

"Muitos direitos dos trabalhadores foram usurpados nesses últimos meses de maneira que não vimos outra forma de manifestar nossa indignação se não for assim, sepultando a CLT que foi drasticamente modificada para favorecer o empresariado, em detrimento do trabalhador", declarou José Lucas da Silva.

Ele é presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral (Feintramag MS/MT), coordenador da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e integrante do Comitê Estadual Contra as Reformas.