Segunda, 26 de Setembro de 2016

DÉRBI PAULISTA

Cristóvão não se empolga com ausência de Gabriel Jesus no clássico

17 SET 2016Por TERRA11h:48

Com a experiência de quem recentemente viu o Corinthians perder para um desfalcado Santos, que estava sem o lateral direito Victor Ferraz, o meia Lucas Lima e o centroavante Ricardo Oliveira, o técnico Cristóvão Borges não se animou com uma baixa considerável do Palmeiras no clássico deste sábado, em Itaquera.

"Vou falar o quê?", perguntou o comandante do Corinthians, dando de ombros ao ouvir que o atacante Gabriel Jesus cumprirá suspensão automática (o zagueiro Vitor Hugo ficará fora por esse mesmo motivo). "Ele está em um bom momento e é um jogador importante, mas o Palmeiras tem bastante força. Jogou muito tempo sem ele sem outros atletas e continuou na liderança do campeonato. Time grande é assim", respeitou.

Autor do gol que decretou o empate por 1 a 1 do líder Palmeiras com o segundo colocado Flamengo na rodada passada do Campeonato Brasileiro, no Palestra Itália, Gabriel Jesus foi punido com um cartão amarelo por reclamação na mesma partida. O atacante que reforçará o inglês Manchester City em 2017 é o artilheiro da competição nacional, com os mesmos 11 gols do veterano Robinho, do Atlético-MG, e já se ausentou de sua equipe durante os Jogos Olímpicos.

Sem ter Gabriel Jesus como preocupação neste fim de semana, Cristóvão tentou demonstrar confiança na capacidade de o Corinthians superar os demais palmeirenses. "Podemos vencer qualquer equipe do campeonato", bradou o treinador.

Para justificar o seu otimismo, Cristóvão citou a evolução técnica do Corinthians em seus dois últimos compromissos, apesar da derrota por 2 a 1 para o Santos e da igualdade por 1 a 1 com o Coritiba, ambas as partidas disputadas fora de casa.

"Conseguimos jogar um futebol melhor durante um tempo maior de jogo. Havia essa necessidade. Fizemos jogos mais constantes em todos os aspectos, de organização, construção, posse de bola, marcação, transições ofensiva e defensiva… tudo isso apareceu", argumentou Cristóvão Borges.

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