Sábado, 23 de Setembro de 2017

veja test-drive

Novo Renault Kwid está entre
os mais baratos do mercado

7 AGO 2017Por Leandro Gameiro10h:00

Tivemos a satisfação de participar do lançamento e testar a nova aposta da Renault, o Kwid, SUV  compacto, como é  chamado pela marca.

Muitos irão discordar, mas, sim meus caros, ele se enquadra nas características de um SUV compacto por seus ângulos de entrada e saída, além, é claro, da altura em relação ao solo.

Mas vamos ao que interessa: externamente o carro agradou, e muito, pois tem design moderno, inovador, uma mistura de Captur com Sandero, mas poucos se lembram que o Kwid foi apresentado em versão conceito no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2014, e veio dar as caras em versão oficial no Salão de 2016.

O modelo vem em 3 versões e sem opcionais, ou seja, você opta por um ou por outro.

Começando pela Life, o modelo mais básico, não vem com ar-condicionado, nem com direção e vidros elétricos, mas tem 4 airbags e Isofix, por R$29.990; indo para a versão intermediária, a Zen já inclui esses itens, mais ainda não vem com multimídia: R$35.330.

A central multimídia com câmera de ré só é encontrada na versão topo da categoria, a Intense. Além desse sistema, vem com abertura elétrica de porta-malas, chave canivete e alguns outros itens, por R$39.990. A parte mecânica é igual para todos: 1.0 de 3 cilindros com 70cv de potência no etanol.

Impressões ao dirigir

Antes de começar a dar nossas impressões, vale comentar um pouco sobre a festa de lançamento do carro. Pode-se dizer que foi "um festão". E não foi em vão, pois o carro promete, além de ser um dos mais baratos do mercado, é o único com 4 airbags e Isofix desde a versão de entrada.

Quando fiquei sabendo dessas informações, deu até medo do tipo de acabamento que iria encontrar no Renault Kwid, mas ele surpreendeu.

O acabamento é bom, não fugindo do padrão dos concorrentes, a diferença notável é o acabamento em black piano no painel, console central e retrovisores.

O teste foi muito curto e no centro de São Paulo. Então, não vale a pena citar a média. O legal de andar no trânsito pesado igual ao de São Paulo, é que deu para sentir o Kwid em situação extrema.

Ao sair, percebe-se uma vibração, o que é comum nos motores 3 cilindros: alguns vibram mais e outros menos. Se fosse para dar uma nota de 0 a 10, eu daria 9, pois apesar de ser completo, alguns detalhes faltam, como o travamento automático das portas com o carro em movimento e o destravamento quando desligamos o carro.

Outro item é o puxador de abertura do capô: muito simples, lembrando carros da década de 70, e para quem é mais alto, o carro não oferece regulagem de altura no volante.

VEJA VÍDEO

 
  • Leandro Gameiro
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