Terça, 19 de Setembro de 2017

ESCLARECIDO

Quadrilha matou homem para roubar R$ 50, boné e celular; cinco são presos

Integrantes são usuários de drogas e garotas de programa

6 JAN 2017Por VALQUIRIA ORIQUI18h:54

Viviane Aparecida Nunes Dias, conhecida como "Biu", de 25 anos, Leonardo Ponciano de Melo, conhecido como "Sombra", de 39 anos, Ana Paula Flores Gomes, de 25 anos e Weverton Henrique da Silva Araujo conhecido como "Do Gueto", de 20 anos e Vanessa Valéria de Freitas, conhecida como "Zóio de Gato", de 32 anos, foram presos, ontem, pela Polícia Civil (PC), acusados de homicídio.

O crime ocorreu na madrugada do dia 31 de dezembro, no cruzamento da Avenida Clodoaldo Garcia com a Rua Coronel Camisão, no Bairro Vila Haro, em Três Lagoas, onde foi encontrado o corpo de Rosalvo de Oliveira Nogueira, de 56 anos.

Conforme registro policial, câmeras instaladas em estabelecimentos comerciais da região registraram o momento em que a vítima foi agredida por várias pessoas.

Após diligências, investigadores chegaram até os suspeitos, que foram localizados e conduzidos até a sede do Setor de Investigações Gerais (SIG), onde a princípio negaram a autoria do crime. Diante das provas obtidas , ou seja, as imagens de câmeras, Biu, Paula e Sombra confessaram a autoria do crime, indicando também Zóio de Gato e Do Gueto, que negaram participação no ato.

Durante diligências os policiais constataram que todos os investigados são usuários de drogas, garotas de programa e que o crime foi decorrente de latrocínio. A vítima teria sido atraída para manter relação sexual com Biu, e, após se encontrarem em local conhecido por Bar da Nalva, foi então levada até uma rua escura, no funco do bar, onde foi atacada por Sombra e Biu, enquanto Paula aguardava na esquina.

No momento do ataque a vítima foi agredida a socos, chutes e golpes de faca, momento em que lhe roubaram a carteira com R$ 50 em dinheiro, um boné e o aparelho celular.

Todos os investigados já tiveram passaram e estão presos temporariamente pelo crime de latrocínio, que foi deferida por trinta dias por se tratar de crime hediondo, os quais permanecerão presos na 1ª Delegacia de Polícia até a conclusão do inquérito policial.

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