Quarta, 16 de Agosto de 2017

Servidores

Sem dinheiro para reajuste, poder público estuda alternativas para negociar salários

Prefeito e governador cogitam não aumentar

17 ABR 2017Por Tainá Jara05h:00

Sem dinheiro para dar reajuste, a Prefeitura de Campo Grande e o governo do Estado estudam alternativas para não deixar os servidores na mão em 2017. Apesar da conversação com os sindicatos das categorias, nem o prefeito Marcos Trad, nem o governador Reinaldo Azambuja descartam a possibilidade de reajuste zero.

O secretário do estado de Administração Carlos Alberto Assis afirma que são quase 70 mil pagamentos para serem renegociados durante o mês de abril. “Por enquanto, estamos fazendo estudo dos possíveis impactos. Tudo que se mexa relacionado a folha tem uma impacto grande nas finanças”. A secretaria planejou um cronograma de reunião com 47 sindicatos e associações representantes dos servidores públicos durante todo o mês. 

Representantes do Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol-MS) já apresentaram proposta para administração estadual.  De acordo com o presidente da entidade, Giancarlo Corrêa Miranda, além de reajuste linear, o desafio é a incorporação do abono de R$ 200 pago no ano passado. “Também apresentamos demandas no sentido de reestruturar a carreira do policial civil”, explica. 

Reportagem completa está na edição de hoje do Correio do Estado.

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