Cidades

CAMPO GRANDE

Sargento da Base Aérea cai em exercício com helicóptero e morre

Acidente ocorreu nesta quinta-feira; militar chegou a ser socorrido mas não resistiu

DA REDAÇÃO

22/01/2015 - 19h18
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O sargento da Base Aérea de Campo Grande, Danilo Carlos de Campos Santiago, 40 ano, morreu às 15h desta quinta-feira (23) ao sofrer uma queda durante exercício com guincho. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no hospital.

Assinada pelo brigadeiro do ar Pedro Luís Farcic, chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, o comando divulgou a seguinte nota:

"O Comando da Aeronáutica lamenta informar o falecimento do sargento Danilo Carlos de Campos Santiago, de 40 anos, do efetivo da Base Aérea de Campo Grande (MS). O militar participava, na tarde desta quinta-feira (22/01), de um treinamento operacional com helicóptero de resgate, na região, quando sofreu uma queda durante um exercício com guincho. O sargento foi socorrido, mas faleceu no hospital. A Aeronáutica presta assistência e solidariedade aos familiares do militar e investiga as circunstâncias do acidente".

Travamento

MS-040 completa um mês de restrição a tráfego de caminhões

Desde então, veículos leves seguem pelo sistema de Pare e Siga, enquanto caminhões são impedidos de utilizar as pontes

07/10/2026 15h00

Trecho em obras na MS-040

Trecho em obras na MS-040 Foto: Divulgação

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Desde o dia 5 de setembro, pouco mais de um mês, obras em duas pontes restringem o tráfego de caminhões entre os quilômetros 205 e 223 da MS-040, trecho entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo.  

As intervenções fazem parte das ações de melhoria da infraestrutura rodoviária administrada pela empresa Caminhos da Celulose, e segundo a concessionária,  têm como objetivo ampliar as condições de segurança para os usuários da via. 

Neste período, moradores, produtores e transportadoras já protestaram sobre o andamento das obras, justificativas que chegaram à Assembleia Legislativa por uma solução para o trecho.

Histórico

A restrição foi adotada pela concessionária no início de setembro, sob justificativa de intervenções nas estruturas. Desde então, veículos leves seguem pelo sistema de Pare e Siga, enquanto caminhões são impedidos de utilizar as pontes.

Para os veículos de carga, o desvio aumenta o percurso e afeta diretamente o transporte de produção e o abastecimento de Santa Rita do Pardo.

A falta de uma previsão para a liberação passou a ser o principal ponto de cobrança na Asembleia Legislativa no início do último mês. Na ocasião, o deputado estadual Pedro Arlei Caravina apresentou requerimento pedindo mais informações à concessionária e à Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (Agems).

Entre os pedidos estão os laudos técnicos que fundamentaram a restrição, informações sobre as condições das pontes e um cronograma para execução dos serviços. Na ocasião, o parlamentar também questionou a possibilidade de instalação de uma ponte provisória para permitir a passagem de caminhões enquanto as obras não são concluídas.

“Não existe nenhuma obra a ser executada lá. Foi instalado um 'Pare e Siga', reduzido demais a passagem de veículos, passando com dificuldade caminhonetes, e não sei se veículos de urgência e emergência, como o Samu, conseguem passar naquele espaço”, afirmou Caravina durante discurso no plenário.

O deputado também cobrou uma definição sobre o prazo para a solução. Segundo ele, em contato com representantes da concessionária, a informação recebida foi de que somente no dia 25 último seria feita uma nova avaliação para definir o que precisaria ser executado.

A restrição já havia sido abordada pelo Correio do Estado na primeira semana de setembro, quando a concessionária iniciou a recuperação das duas estruturas. Dias depois, a situação passou a atingir diretamente o transporte de cargas, já que não havia uma rota alternativa próxima capaz de absorver o tráfego pesado sem ampliar significativamente o percurso.

Desde então, a discussão deixou de ser apenas sobre a recuperação das pontes e passou a envolver também a necessidade de uma solução provisória para garantir a circulação de cargas.

Caravina afirmou que a insatisfação entre produtores e moradores é generalizada e defendeu que a concessionária apresente um planejamento para reduzir os impactos enquanto as intervenções definitivas não são concluídas.

“Peço a possibilidade de uma ponte móvel para liberar pela lateral dela para retomar o tráfego de caminhões. Precisamos de um planejamento e uma informação o mais urgente possível”, disse.

O que falta esclarecer

Além do prazo para conclusão das intervenções, o parlamentar busca os motivos técnicos que levaram à restrição dos veículos pesados, o estágio atual das obras e quais medidas estão sendo adotadas para reduzir os impactos do bloqueio.

O Correio do Estado já questionou a Agems sobre a fiscalização do contrato de concessão da Rota da Celulose e sobre as medidas que podem ser adotadas diante da permanência da restrição.

A concessionária Caminhos da Celulose havia informado anteriormente que trabalhava na busca de uma solução para permitir a liberação parcial do trecho. Até o fechamento desta matéria, a empresa não apresentou uma atualização para o retorno dos caminhões. O espaço segue aberto. 

Colaborou Evelyn Thamaris*

CRISE EM TRANSPORTE ESCOLAR

Pneu se solta de ônibus escolar em movimento na MS-164

Outra roda do veículo quebrou após parada de emergência em rodovia por primeira roda que se soltou

07/10/2026 13h15

Montagem

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Um pneu de um ônibus escolar se soltou enquanto o veículo trafegava pela MS-164, enquanto ainda carregava alunos até o distrito de Itamarati, distrito a menos de 50 quilômetros de Ponta Porã. Em vídeo publicado nas redes sociais e gravado de dentro do ônibus por estudantes, é possível ver o pneu circulando na outra pista.

O caso aconteceu durante a terça-feira (6), e após a roda se deslocar, o veículo parou em meio a rodovia, sendo essa uma das reclamações de mães dos estudantes, por se tratar de uma via movimentada.

 

Segundo relato de uma mãe que postou os vídeos, e como é possível ver no registro, uma outra roda do mesmo ônibus também teria quebrado.

Em um dos registros aparecem ao menos cinco crianças dentro do ônibus, além do motorista, quando a roda atinge ao veículo, momento em que o ônibus para no acostamento.

A reportagem tentou entrar em contato com responsáveis pelos registros para identificar quantas crianças e adolescentes estavam dentro do veículo durante o ocorrido, mas não houve retorno até o momento de publicação da matéria.

A Prefeitura de Ponta Porã, responsável pelo transporte dos alunos estuda a situação, enquanto as mães de estudantes que utilizam o transporte mobilizam um protesto, que acontecerá amanhã (8), em frente a Escola Nova Itamaraty, na região rural do distrito, para cobrar respostas e condições melhores.

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