Cidades

CRIME AMBIENTAL

Proprietário rural é multado em R$ 73 mil por desmatamento e exploração

Se condenado, ele poderá pegar pena de três a seis meses de prisão

MARIANE CHIANEZI

01/12/2016 - 14h37
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Pecuarista de 60 anos foi multado, na manhã de hoje, em R$ 73 mil, por desmatamento ilegal, em propriedade rural de Batayporã. Ele é morador de Nova Londrina (Paraná) e destruiu cerca de 72 hectares na área.

Equipe da Polícia Militar Ambiental (PMA) realizava fiscalização na região quando constatou a infração na fazenda. A retirada da vegetação foi feita para a plantação de pastagem.

O desmatamento já havia sido feito há algum tempo e uma pastagem já estava tomando conta do local. A madeira que foi cortada sem autorização estava amontoada nas leiras.

Autuado e multado, o pecuarista ainda responderá por crime ambiental e, se condenado, poderá pegar pena de três a seis meses de prisão.

27ªFIC

Escola abre as portas de 'aldeia urbana' para a comunidade

Alunos da escola "Tumune Kalivono" apresentam danças típicas, como o "Kîpa'e" (bate-pau) e a Siputrña na 27.ª edição da Feira Indígena Cultural

17/04/2026 11h15

27ª edição da FIC traz o tema:

27ª edição da FIC traz o tema: "as vivências e os desafios da EM Sulivan para o cultivo da língua Terena na comunidade urbana" Reprodução/Internet

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Tradição de quase três décadas em respeito e homenagem ao "abril indígena", mês em que é celebrado do Dia dos Povos Originários, a Escola Municipal Sulivan Silvestre Oliveira "abre as portas" da Aldeia Urbana Marçal de Souza, em Campo Grande, para a comunidade nesta sexta-feira (17) através da 27ª edição da Feira Cultural.

Com a chamada “Feira Indígena Cultural” (FIC) chegando na vigésima sétima edição, a escola que é batizada de “Criança do Futuro” (em tradução do termo “Tumune Kalivono” na língua Terena) busca valorizar a cultura e identidade desses povos originários presentes no Mato Grosso do Sul. 

Cabe destacar que essa instituição na Capital não necessariamente carrega a classificação de “escola indígena”, porém, por estar inserida em território de forte presença Terena, traz práticas pedagógicas que se voltam à valorização da cultura e da identidade desses povos, promovendo assim um diálogo que caminha entre a educação escolar e os saberes tradicionais da comunidade. 

Em outras palavras, a escola emprega na matriz curricular componentes voltados para essa valorização, como o ensino da língua Terena e arte e cultura indígena. Conforme o corpo docente, tudo isso contribui para a valorização dos conhecimentos tradicionais no ambiente escolar.

Em sua 27ª edição, a FIC da Escola Sulivan Silvestre Oliveira - Tumune Kalivono traz o tema: “as vivências e os desafios da EM Sulivan para o cultivo da língua Terena na comunidade urbana". Nesse sentido, a língua materna no contexto urbano representa um diálogo intercultural no espaço já comum à aprendizagem. 

27.ª FIC

Na programação desta sexta-feira (17) são apresentados os trabalhos pedagógicos desenvolvidos pelos próprios alunos, com exposições culturais, apresentações artísticas e atividades que evidenciam a importância da língua Terena no cotidiano escolar e na formação das novas gerações.

“A 27ª FIC_2026 - Feira Indígena Cultural reafirma o compromisso da escola com a valorização da cultura, com o fortalecimento da língua Terena e com a construção de uma educação que respeita e dialoga com as identidades culturais presentes na comunidade”, complementa a unidade.

A celebração acontece dois dias antes do chamado "Dia dos Povos Indígenas" (19 de abril), termo esse que inclusive precisou passar por revisão justamente para valorizar a diversidade de cada uma das etnias desses povos originários.

O dia 19 em si, anteriormente chamado "Dia do Índio" e alterada em julho de 2022 para evitar a generalização, foi criado através de um decreto que data de 1943, época em que Getúlio Vargas presidiu o Brasil. 

Mais do que festa e valorização da cultura, o Dia dos Povos Indígenas reconhece a luta por direitos que passa inclusive pela necessidade de demarcação de territórios.  

Na data de hoje os alunos da escola "Tumune Kalivono" apresentam danças típicas, como o "Kîpa'e" (bate-pau) pelos meninos e a Siputrña pelas meninas. O evento segue aberto para a comunidade até às 17h. 

 

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TRÂNSITO

Com nova mudança no trânsito, Rua Sete de Setembro passa a ter sentido único

Alteração começa nesta sexta-feira e se soma a restrições já implantadas na Avenida Afonso Pena para reduzir congestionamentos

17/04/2026 11h09

Rua Sete de Setembro passa a operar em mão única no Centro; mudança integra pacote de ajustes no trânsito da Capital

Rua Sete de Setembro passa a operar em mão única no Centro; mudança integra pacote de ajustes no trânsito da Capital Marcelo Victor

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A região central de Campo Grande passa por uma nova etapa de mudanças no trânsito a partir desta sexta-feira (17), com a implantação de mão única na Rua Sete de Setembro, no trecho entre as ruas Castro Alves e Bahia.

A alteração integra um conjunto de intervenções adotadas pela Prefeitura para reorganizar o fluxo de veículos em uma das áreas mais movimentadas da Capital. No local, o semáforo também foi reprogramado para se adequar à nova dinâmica.

Equipes da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) acompanham a mudança e orientam motoristas nos primeiros dias de adaptação. A recomendação é atenção redobrada à sinalização.

A medida ocorre dias após a implementação de novas regras na Avenida Afonso Pena, principal corredor viário da cidade. Desde o início da semana, está proibida a conversão à esquerda para acesso à Rua Bahia no sentido centro–shopping.

Com a restrição, o acesso direto ficou limitado ao transporte coletivo. Motoristas de veículos de passeio precisam adotar rotas alternativas, utilizando o chamado “laço de quadra”, seguindo pela avenida até a Rua Rio Grande do Sul, acessando a Rua Quinze de Novembro e, então, chegando à Rua Bahia.

Segundo a Prefeitura, as mudanças têm como objetivo reduzir pontos de conflito e melhorar a fluidez do trânsito, especialmente nos horários de maior movimento, quando o acúmulo de veículos costuma provocar lentidão na região central.

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