Cidades

Luto

Prefeito de Corumbá não resiste ao
pós-operatório e morre na Capital

Ruiter Cunha de Oliveira (PSDB) estava internado desde segunda-feira

RENAN NUCCI

01/11/2017 - 06h08
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Morreu no início da madrugada desta quarta-feira, em Campo Grande, o prefeito de Corumbá Ruiter Cunha de Oliveira (PSDB), de 53 anos. Ele havia sido submetido a uma cirurgia cardíaca de emergência por causa de uma dissecção aguda da aorta. Conforme nota oficial divulgada pela assessoria de comunicação da prefeitura, Ruiter não resistiu ao pós-operatório e morreu seis horas depois, à 0h28.

Segundo os médicos, Ruiter sofreu várias paradas cardíacas depois da cirurgia, o coração não voltou a bombear o sangue como deveria e a pressão arterial estava oscilante. O organismo não respondeu à operação, nem à medicação. Ele era atendido por equipe médica coordenada pelo cirurgião cardíaco João Jazbik Neto, no Proncor.

Ruiter estava no primeiro ano de sua terceira gestão como prefeito do município de Corumbá. Deixou esposa e dois filhos. No seu lugar, assume o vice-prefeito Marcelo Iunes, ex-vereador de Corumbá.

ENTENDA O CASO

Ruiter teve infarto na manhã de segunda-feira (30). Ele foi socorrido pelo Corpo de  Bombeiros, levado ao hospital e depois transferido em avião de pequeno porte para Campo Grande, onde passou por exames de tomografia e procedimento de hemodinâmica para avaliar as artérias coronárias.

Na viagem de Corumbá para Campo Grande, Ruiter veio acompanhado do secretário municipal de saúde, Rogério Leite, e do procurador do município, José Amorim. A primeira-dama e secretária especial de Cidadania e Direitos Humanos, Beatriz Cavassa de Oliveira, veio para a Capital de carro, para acompanhar o atendimento ao marido.

Sentença

Em Campo Grande, homem é condenado à 16 anos por estupro

Os crimes ocorreram entre março e novembro de 2025 e foi cometido pelo avô da vítima

25/06/2026 09h30

Homem é condenado à 16 anos de prisão, por estupro de vulnerável

Homem é condenado à 16 anos de prisão, por estupro de vulnerável Foto: Divulgação / MPMS

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Em atuação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, por intermédio da 68ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, determinou a condenação de homem à 16 anos e quatro meses de prisão por estupro contra a própria neta, de cinco anos. 

O crime classificado como estupro de vulnerável aconteceu entre os meses de março a novembro de 2025, na residência da familia na Capital. 

De acordo com os relatos, os familiares notaram uma mudança de comportamento na criança, que de forma espontânea revelou o que estava acontecendo. 

A vítima relatou que o avô entrava em seu quarto, enquanto a mesma estava assistindo desenho e começava a passar a mão em seu corpo em mais de uma ocasião. 

Ainda durante o período de abusos, o acusado teria tocado as partes íntimas da criança, abaixado sua roupa e praticado atos libidinosos sem conjunção carnal. 

Além dos relatos registrados pela mãe e pelo padrasto, o exame médico também constatou lesão recente na região genital, reforçando a materialidade do crime. 

Ao analisar todas as provas e relatos, a Justiça acolheu integralmente a denúncia do MPMS concluindo que todo o conjunto é coerente, levando em consideração a palavra da vítima, a relevância de crimes dessa natureza, além da versão confirmada pelo laudo e testemunhos. 

O réu foi condenado à 16 anos e 4 meses de prisão pelo crime de estupro de vunerável, que inicialmente serão cumpridos em regime fechado. Além dos anos de reclusão, ficou estipulado o pagamento de R$ 5 mil por danos morais. 

EXECUÇÃO

Atiradores matam dois jovens durante a tarde em Ponta Porã

Câmera de segurança registrou o momento que um carro para do lado do veículo das vítimas e, na sequência, um dos passageiros abre fogo contra os homens

25/06/2026 08h15

Execução aconteceu na Rua Dr. Hélio Brandão, no bairro Jardim Universitário, em Ponta Porã

Execução aconteceu na Rua Dr. Hélio Brandão, no bairro Jardim Universitário, em Ponta Porã Reprodução

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Dois homens foram mortos, na tarde desta quarta-feira (25), em Ponta Porã. As vítimas foram identificadas como Bruno de Lima Almeida, de 24 anos, e Fagner Junior Companhini, de 17 anos. Imagens de câmera de segurança mostram o momento que eles são atingidos por disparos, dentro do carro, na Rua Dr. Hélio Brandão, no bairro Jardim Universitário.

As gravações mostram as vítimas entrando no carro e, logo após, um outro veículo com os autores do crime se aproxima. Em seguida, um dos passageiros atira contra os jovens, efetuando diversos disparos. Após a ação criminosa, os suspeitos fugiram rapidamente.

Bruno de Lima Almeida morreu ainda no local. Fagner Junior Companhini chegou a ser socorrido e encaminhado para um hospital do município, porém não resistiu aos ferimentos e faleceu. 

A Polícia Civil de Ponta Porã instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime, identificar os autores e esclarecer a motivação da execução.

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