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FLAGRANTE

PMA apreende terceira carreta com carga ilegal de madeira

Tem sido comum este tipo de apreensão

da redação

09/11/2014 - 15h13
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Policiais Militares Ambientais de Cassilândia (MS) realizavam fiscalização na noite deste sábado  (8), na rodovia MS 306, na altura do km 25 e apreenderam uma carreta com carga de madeira serrada transportada ilegalmente. O caminhão com placas de Aspásia (SP) transportava carga em excesso de 7,5 m³, ao que constava na autorização ambiental (Documento de Origem Florestal - DOF) e na nota fiscal.

 O veículo com reboque transportava 37 m³ de madeira e na documentação ambiental e na nota fiscal constavam apenas 29,5 m³. Além disso, o itinerário que constava na documentação ambiental não passava por Mato Grosso do Sul, o que é ilegal e por si só caberia a apreensão e autuação. A carreta com reboque carregada com a madeira pertencente a uma empresa com domicílio jurídico em Ariquemes (RO) foi apreendida.

A empresa infratora foi autuada e multada em R$ 11.100,00. A carga seguia de Ariquemes para Aspásia. O material apreendido e o veículo foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Cassilândia. Os responsáveis pela empresa responderão por crime ambiental e poderão pegar pena de seis meses a um ano de detenção.

Foi a terceira carga ilegal apreendida pela PMA de Cassilândia neste fim de semana. No dia 7 à noite, na mesma rodovia, no km 1, os policiais tinham apreendido duas cargas ilegais. Tem sido comum este tipo de apreensão de madeira advinda da região Norte do Brasil. Os madeireiros conseguem a guia para uma quantidade de madeira e enviam a mais, para não pagar a eposição florestal, ou para passar madeira produto de desmatamento ilegal.

Divulgado

Gabarito: prova de concurso para promotor tem seis questões anuladas

Provas escritas, de caráter eliminatório e classificatório, serão realizadas entre os dias 21 a 25 de julho próximo

13/06/2026 12h00

Foto: Divulgação / MPMS

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Seis questões do gabarito da prova preambular do XXI Concurso para Promotor de Justiça substituto do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) foram anuladas. Conforme edital publicado nesta sexta-feira (12), as provas escritas, de caráter eliminatório e classificatório, serão realizadas entre os dias 21 a 25 de julho próximo, em Campo Grande.

Os exames serão realizados em horários e endereços a serem divulgados por intermédio de edital específico. No dia  21 de julho de 2026, as provas serão aplicadas nos períodos matutino e vespertino, ao passo que entre os dias 22 e 25, exames serão aplicados apenas no período matutino.

Conforme divulgado, as questões anuladas foram: 24 / 33 / 38 / 45 / 82 / 89.  Exame contou com 100 questões. 

Cabe destacar que o candidato poderá consultar individualmente sua Folha de Respostas pela área do candidato  aqui

Aos candidatos interessados em interpor recursos, as justificativas devem ser protocoladas em formulário próprio, disponível das 8h da próxima segunda-feira (15), até às 23h59 do dia 19 deste mês, horário oficial do Estado. 

Alta abstenção 

Desde o princípio do certame, apenas 1.091 dos 1364 candidatos aptos realizou as provas do XXXI Concurso, número proporcionalmente superior às faltas em comparação ao concurso realizado no fim de 2025, onde apenas 1.623 dos 2003 inscritos participaram. 

Com isso, o número de abstenções saltou de 16,7% para 20% na disputa por uma vaga para promotor de Justiça substituto no Ministério Público de Mato Grosso do Sul. 

De modo geral, a cada 10 participantes, dois sequer compareceram ao certame, o que na prática reduz a competitividade por uma das oito vagas no setor público. 

O processo seletivo tem sete fases:  prova preambular, provas escritas, avaliação psicotécnica, investigação social, provas orais, prova de títulos e exame de sanidade física e mental.

A comissão do concurso é presidida pelo Procurador-Geral de Justiça, Romão Avila Milhan Junior.

Últimas nomeações 

A sessão solene que nomeou os promotores de Justiça aprovados no XXX Concurso Público de Provas e Títulos ocorreu em novembro do ano passado. 

Na ocasião, o Procurador-Geral de Justiça celebrou a conquista dos novos membros, agradecendo à comissão do concurso e reforçando o compromisso da administração superior. "Hoje é um dia de felicidade. Vocês assumem uma missão de vida. O MPMS é forte porque foi construído por pessoas comprometidas. Sejam bem-vindos e contem conosco", declarou.

Assumiram o posto: Alexandre Cassiano Dorácio Antunes; Bárbara Bittencourt De Freitas; Bruno Couto Pinto De Miranda; Bruno Maciel Ribeiro De Almeida; Dafne Prado Sabag; Francisco De Salles Bezerra Farias Neto; Gabriel Machado De Paula Lima; Leonardo Da Silva Oba e Luís Felipe Pantarotto Remelli. 

 

caçada

Bombeiro preso por matar esposa a marteladas foge da cadeia

O crime aconteceu em Ponta Porã, em março, mas ele estava no presídio militar em Campo Grande, de onde fugiu durante a chuva desta sexta-feira (12)

13/06/2026 11h43

Elianderson Duarte, de 45 anos, estava no presídio militar de Campo Grande acusado de matar a esposa em Ponta Porã, em março deste ano

Elianderson Duarte, de 45 anos, estava no presídio militar de Campo Grande acusado de matar a esposa em Ponta Porã, em março deste ano

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Preso desde março sob a acusação de ter matado sua esposa a marteladas, o subtenente do Corpo de Bombeiros Elianderson Duarte, de 45 anos, fugiu do presídio militar de Campo Grande na noite desta sexta-feira (12). 

Conforme a apuração inicial, ele estava sozinho em uma cela e teria fugido por volta das 20 horas, durante forte chuva que atingia a região. O bombeiro é acusado de matar a esposa, Liliane de Souza Bonfim Duarte. Além disso, feriu dois filhos. O crime ocorreu em Ponta Porã, onde o casal morava e onde foi capturado por populares momentos depois das agressões.

A suspeita é de que ele tenha utilizado cordas improvisadas com lençóis para escapar da unidade prisional. A princípio, não teria recebido ajuda de nenhum integrante da segurança do complexo penitenciário. 

Ainda durante a noite as forças de segurança iniciaram buscas na região para tentar localizar o foragido. Boa parte de seus familiares mora na região de fronteira, onde ocorreu o crime em 3 de março deste ano.

Além de Liliane, os filhos do casal também foram vítimas da violência. Uma adolescente de 17 anos e um adolescente de 15 ficaram feridos ao tentar defender a mãe durante o ataque. O filho mais novo, de 13 anos, precisou de atendimento por abalo emocional.

A enfermeira chegou a ser socorrida com vida, mas morreu três dias depois, em 6 de março. Com a confirmação do óbito, o caso passou a ser investigado como feminicídio consumado. O subtenente também responde por tentativa de feminicídio contra a filha e tentativa de homicídio qualificado contra o filho.

Logo após o crime, Elianderson tentou fugir, mas foi localizado por policiais civis e moradores nas proximidades da residência. Desde então, permanecia preso em Campo Grande. 

A morte de Liliane entrou nas estatísticas como quinto feminicídio de Mato Grosso do Sul em 2016. Desde então, outras sete mortes do tipo foram registradas e o Estado já registra pelo menos 12 mortes. Ao longo de 2025 foram 39 feminicídios, conforme os dados oficiais da Secretaria de Justiça e Segurança Pública. 

NOTA

A responsabilidade pela segunrança do local de onde o bombeiro fugiu é da Polícia Militar, que emitiu nota sobre o caso.

“Assim que a direção do Presídio Militar Estadual tomou conhecimento da situação, imediatamente já reforçou a segurança local, adotando as medidas de praxe, tais como acionamento das outras forças de segurança, em especial a perícia e a Polícia Civil, bem como adotou as demais medidas administrativas necessárias. Da mesma forma, nossas equipes seguem em diligências, visando também a localização do indivíduo. A Corregedoria-Geral já está acompanhando a situação e instaurou as medidas formais cabíveis, da mesma forma”.

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