Cidades

AVIAÇÃO

Morre passageiro de avião que caiu em fazenda no Pantanal

Vítima teve parada cardiorrespiratória e morreu enquanto era transferido para hospital

MARESSA MENDONÇA

06/10/2015 - 14h04
Continue lendo...

Um dos ocupantes do avião que caiu na manhã desta terça-feira (6) em fazenda localizada entre Coxim e Corumbá morreu no início da tarde. O padre Ernesto Pradebom, de 80 anos, teve parada cardiorrespiratória enquanto era transferido do helicóptero do Esquadrão Pelicano para o avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no aeroporto do município e veio a óbito no Hospital Regional de Coxim. As informações são do Edição MS.

Ernesto Pradebom atuava como vigário paroquial na Igreja Nossa Senhora da Glória no distrito de Camobi em Santa Maria (RS) e estava de passagem pela região do Pantanal. 

Conforme o site, as outras duas vítimas, Luiz Eduardo Pradebom, de 46 anos e José Arimatéia tiveram ferimentos leves. O primeiro foi levado para o hospital de Coxim, enquanto Arimatéia foi encaminhado para Campo Grande.

O ACIDENTE

A aeronave civil, de pequeno porte, modelo Embraer Sertanejo 721 C, decolou de uma fazenda na região da Nhecolândia, na região do Pantanal, a 150 quilômetros do noroeste de Coxim, e caiu em seguida, conforme informações da assessoria de comunicação da Base Aérea de Campo Grande. As causas do acidente serão investigadas.  

tjms

Em MS, Fachin participa de lançamento de plano voltado a mulheres presas

Pena Justa Mulheres tem objetivo de enfrentar violações de direitos que atingem mulheres e mães ao longo do ciclo penal

28/08/2026 17h31

Plano Pena Justa Mulheres foi lançado no TJMS

Plano Pena Justa Mulheres foi lançado no TJMS Foto: Paulo Ribas

Continue Lendo...

O Plano Pena Justa Mulheres foi lançado nesta sexta-feira (28) no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, como parte da programação da 20ª Jornada Lei Maria da Penha, em evento presidido pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin.

A iniciativa tem objetivo de enfrentar violações de direitos que atingem mulheres e mães ao longo do ciclo penal, considerando desigualdades de gênero, raça, território e condição socioeconômica.

O lançamento ocorreu plenário do Tribunal Pleno, durante a reunião de instituição do Eixo Permanente de Enfrentamento à Violência contra Meninas e Mulheres do Observatório dos Direitos Humanos do Poder Judiciário.

A conselheira do CNJ e supervisora do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF), e desembargadora do TJMS, Jaceguara Dantas, afirmou que o Pena Justa Mulheres representa um avanço na adoção da perspectiva de gênero no sistema prisional.

Segundo ela, o plano busca dar visibilidade às especificidades das mulheres privadas de liberdade, historicamente submetidas a um sistema concebido sob uma ótica masculina.

"Foi lançado hoje o Pena Justa Mulheres, uma vez que a realidade do sistema prisional foi concebida para homens e nós precisamos fazer um enfrentamento do encarceramento do nosso País, também levando em consideração as especificidades que envolvem as mulheres", disse Jaceguara.

"As mulheres amamentam, tem a temática da dignidade menstrual, que muitas sequer têm absorventes higiênicos, a saúde da mulher no sistema prisional, e, sobretudo, uma questão extremamente relevante, que são as mulheres grávidas e as crianças que estão sendo amamentadas e estão inseridas também no sistema penitenciário. Nós temos catalogados hoje a existência de 119 crianças no sistema penitenciário junto com as suas mães e que essa realidade precisa ser superada. É inconcebível que crianças estejam aí, bebês estejam convivendo com as suas mães dentro do sistema penitenciário", acrescentou.

A proposta é garantir os direitos das mulheres em situação de cárcere, reduzir vulnerabilidades e contribuir para a ressocialização.

O plano também considera que os efeitos do encarceramento feminino ultrapassam a mulher privada de liberdade, alcançando famílias e vínculos comunitários e podendo aprofundar desigualdades e violações de direitos.

Entre as medidas estabelecidas pelo Pena Justa Mulheres estão a priorização de alternativas à prisão, o fortalecimento das audiências de custódia, do Serviço de Atendimento à Pessoa Custodiada (APEC) e das Centrais Integradas de Alternativas Penais. Também estão previstas ações para qualificar a arquitetura e os espaços destinados às mulheres privadas de liberdade.

O plano prevê ainda a ampliação do acesso ao trabalho e à renda, à educação, à leitura e à cultura, além de atenção integral à saúde da mulher no sistema prisional, incluindo cuidados relacionados à higiene e à dignidade.

"Todos nós temos de cooperar para o enfrentamento de todas as formas de violência praticadas contra a mulher, inclusive contra aquela que está reclusa, garantindo condições para que possa cumprir sua pena com dignidade, de maneira justa e sem comprometimento de sua integridade psíquica e de sua própria personalidade”, disse o presidente do TJMS, Dorival Renato Pavan.

O ministro Edson Fachin destacou a instituição do Eixo Permanente de Enfrentamento à Violência contra Meninas e Mulheres do Observatório dos Direitos Humanos do Poder Judiciário que ocorreu concomitante ao lançamento do Pena Justa Mulher.

"[O eixo] foi instituído para subsidiar o Judiciário na articulação em rede, na produção de inteligência institucional e na disseminação de boas práticas”, afirmou o ministro.

 

Mão Leve

Na Capital, mulher é presa após furtar mais de R$ 30 mil em joias

Suspeita foi localizada após deixar loja e já tinha outras peças do estabelecimento em casa

28/08/2026 17h15

Foto: Reprodução/PCMS

Continue Lendo...

Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante na manhã desta sexta-feira (28), em Campo Grande, após furtar joias e semijoias avaliadas em mais de R$ 30 mil de uma loja. Parte dos produtos foi encontrada com ela no momento da abordagem e outra quantidade estava em sua casa.

O caso começou depois que o proprietário do estabelecimento percebeu o furto e acionou a Polícia. Equipes do Grupo de Operações e Investigações (GOI) e da 3ª Delegacia de Polícia Civil passaram a procurar pela suspeita nas proximidades da loja.

Ela foi localizada pouco depois de deixar o estabelecimento. Durante a abordagem, os investigadores encontraram diversas peças que pertenciam à loja.

Questionada sobre outros produtos, a mulher acabou contando onde estavam o restante das mercadorias furtadas. Na casa dela, os policiais encontraram outras joias e semijoias do mesmo estabelecimento, entre anéis, brincos, pulseiras e colares.

Ao todo, os produtos recuperados foram avaliados em mais de R$ 30 mil. A mulher, que não teve sua identidade divulgada, foi levada para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol e foi presa em flagrante por furto.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).