Cidades

SEM SUSPEITOS

Homem é executado com 43 tiros, amarrado e parcialmente enterrado na fronteira

A suspeita é de que a vítima tenha sido sequestrada pelo crime organizado

RENAN NUCCI

01/05/2017 - 10h39
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Homem não identificado foi executado com pelo menos 43 tiros, teve mãos e pés amarrados e a boca tapada.O corpo, parcialmente enterrado, foi encontrado encontrado na tarde de domingo por moradores da colônia Mafusi, localizada a oito quilômetros da cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã.

A suspeita é de que a vítima tenha sido sequestrada pelo crime organizado na noite anterior, e assassinada em suposto acerto de contas. 

De acordo do com o site Porã News, a perícia técnica, com base nas condições do corpo, sugere que o homicídio ocorreu entre 24 a 36 horas antes do achado. Não é descartada a hipótese de que a vítima seja brasileira.

O caso é investigado pela Divisão de Homicídios da Polícia Nacional do Paraguai. Como estava sem documento, autoridades tentam identificar o homem por meio da tatuagem no braço direito com o nome de “Valentina”.
 

Pela 2ª vez

Desembargador aposentado é assaltado dentro de casa no Jardim Autonomista

Ex-vice-presidente do TJMS, João Batista da Costa Marques também foi vítima de assalto em 2010

03/05/2026 14h30

Foto: Arquivo Pessoal

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Desembargador aposentado, João Batista da Costa Marques, de 80 anos, foi assaltado dentro da própria casa na manhã deste domingo (3), no Jardim Autonomista, em Campo Grande. Esta é a 2ª vez que o magistrado é assaltado dentro de sua própria residência.

Ao Correio do Estado, disse que o ladrão entrou em sua residência após acessar a casa de um vizinho, pular o muro e quebrar uma das janelas. "Deixo a porta entreaberta, quando dei de cara com o ladrão, fechei a porta do quarto rapidamente. Acredito que ele tenha ficado com a impressão de que eu pudesse estar armado e pulou o muro novamente", destacou o magistrado, que teve cerca de R$ 800 furtado de sua carteira. 

O crime ocorreu por volta das 8h25, justamente no momento em que ele havia dispensado sua guarda pessoal. "Eu estava dormindo, dispensei o guarda por volta das 7h, acordei com um barulho incomum dentro da minha casa, alguém mexendo em gavetas, quando abri a porta do quarto, dei de cara com o ladrão", destacou João Batista Marques. 

Apesar da perda financeira, o desembargador classificou o ocorrido como algo "incomum e preocupante", e disse ter acionado a polícia do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul logo após o ladrão deixar sua casa. "Rapidamete liguei para a segurança do Tribunal de Justiça e eles vieram", disse João Batista da Costa. 

Até o momento, o desembargador aposentado que vive sozinho, disse não ter notado a perda de algo material. À reportagem, disse que policiais periciaram a casa e devem identificar o ladrão com as imagens da câmera de segurança de um de seus vizinhos. A ocorrência foi atendida pela Polícia Civil. 

Desembargador aposentado, João Batista da Costa Marques

Outro caso 

Em julho de 2010, três dias depois de ser criada a Comissão Permanente de Segurança Institucional, destinada a cuidar da integridade de juizes e servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul, o então vice-presidente do Tribunal de Justiça, foi vítima de assalto na mesma casa em que reside atualmente.

Por volta das 20h, cerca de três homens armados invadiram a sua residência, e além de agredir João Batista, roubaram um relógio da marca Rolex, um notebook, cerca de R$ 8 mil e uma pistola ponto 40.  

À época, de acordo com informações repassadas por amigos do desembargador, os bandidos estavam em um carro, renderam o vigia do imóvel e ao entrarem na residência acabaram agredindo João Batista, que ficou bastante machucado e em estado de choque. Apesar do depoimento de amigos, a assessoria de comunicação do Tribunal negou que o magistrado tenha sido agredido.

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PMA

Polícia Ambiental captura onça que atacava animais domésticos em Corumbá

O último ataque registrado foi com a cadela Ana, que foi mordida no pescoço dentro do quintal da residência na área urbana do município

03/05/2026 12h30

Reprodução Redes Social PMA

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A Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul (PMA) realizou a captura de uma onça-pintada que pode estar associada a episódios de ataque a animais domésticos na área urbana do município de Corumbá, a aproximadamente 420 quilômetros de Campo Grande. 

Para a ação, a PMA contou com a participação do Exércio Brasileiro, da Fundação do Meio Ambiente do Pantanal, do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), do Instituto de Reprodução para Conservação (Reprocon) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na pessoa do médico-veterinário Diego Viana. 

A operação contou com a instalação de uma gaiola de contenção como armadilha, com uma isca, para atrair o animal até o ponto estratégico, seguindo protocolos específicos para garantir a segurança do animal. A captura ocorreu na noite do último sábado (2). 

Após a captura, a onça foi submetida a exames clínicos e não foram encontradas alterações em seu estado de saúde. Agora, ela será reintroduzida na natureza, com apoio do Exército Brasileiro. 

A operação para captura do felino estava em andamento desde o final do mês de abril, organizado pelo grupo técnico Onças Urbanas Corumá-Ladário. 

Cadela Ana

A atenção à aparição de onça-pintada no Pantanal já é acompanhada com mais atenção pelas autoridades desde a primeira aparição do animal na região do Mirante da Capivara, há mais de um ano. área que sem sido monitorada com armadilhas fotográficas e ações preventivas. 

No dia 22 de abril, uma onça matou a cadela caramelo Ana, em Corumbá. O ataque ocorreu por volta das 3h30, em uma residência na rua Marechal Floriano, nas proximidades do Mirante da Capivara. O felino já havia visitado o local há um ano, quando foi expulso pela vira-lata.

De acordo com Claudia Helena Pereira Duarte, filha da proprietária do imóvel, ao Diário Corumbaense, ela acordou com barulhos e presenciou o momento em que a cadela enfrentava a onça na varanda da casa.

“Acordei com o barulho, fui até a sala e, ao abrir a janela da porta que dá acesso à varanda, vi a minha cachorra lutando com a onça. Comecei a gritar e chamar minha mãe. Foi quando o animal soltou a ‘Ana’, pulou o muro, olhou para trás por alguns segundos e seguiu em direção à rua e à praça do Mirante”, relatou a moradora.

A onça feriu Ana com uma mordida no pescoço, o que foi fatal para a cadela. A família informou que realizou a limpeza da área e enterrou o animal ainda durante a madrugada e permaneceu dentro da residência com receio de um outro ataque.

A dona da casa, Clara da Silva Pereira Duarte, afirmou que a onça costuma rondar o imóvel, mas desta vez conseguiu acessar a varanda, o que aumentou a preocupação da família.

“Ela sempre aparece, mas não tivemos retorno das autoridades. Já cansei de pedir providências. Parece que só vão fazer algo quando acontecer o pior, como um ataque a uma pessoa”, desabafou ao Diário Corumbaense.

Câmeras de segurança registraram o momento que a onça aparece no quintal na madrugada de segunda-feira (20), às 3h52. Nas imagens, o animal está perto do local onde a cadela costumava dormir. O ataque fatal não foi registrado pelas câmeras. 

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