Cidades

Abigeato

Dupla é presa acusada
de invadir fazenda, furtar
e abater gado a tiros

Dupla é presa acusada
de invadir fazenda, furtar
e abater gado a tiros

VÂNYA SANTOS

03/05/2015 - 10h46
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Dois homens, um de 34 e outro de 31 anos, foram presos na noite deste sábado (2) acusados de furto de gado (abigeato). O crime ocorreu em uma fazenda no Distrito de Garcias, a cerca de 65 quilômetros de Três Lagoas.

O acusado de 31 anos era vigilante de torre de uma fábrica de celulose e responsável em fazer rondas na fazenda invadida. Segundo a polícia, ele aproveitou a oportunidade para furtar e abater o gado.

O gerente da propriedade rural acionou a polícia informando que os autores abateram um animal com dois tiros e retiraram a carme do gado em meio a uma plantação de eucalipto. Em seguida, fugiram abandonando no local a cabeça e as vísceras da vaca.

Equipe da Patrulha Rural de Três Lagoas recebeu a informação de que os suspeitos estavam em uma festa de aniversário naquele distrito. A polícia tentou prendê-los, mas eles conseguiram fugir.

Em diligência na casa do homem de 34 anos, a polícia encontrou a carne do animal abatido e, segundo relato da esposa do acusado, ele chegou com a carne na residência no período da tarde.

A PM então montou campana nas proximidades da casa onde estava a carne e, horas depois, prendeu a dupla.

Eles foram levados para a Delegacia de Polícia Civil de Três Lagoas, onde um deles também foi autuado porque estava com uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa.

Com informações TL Notícias

27ªFIC

Escola abre as portas de 'aldeia urbana' para a comunidade

Alunos da escola "Tumune Kalivono" apresentam danças típicas, como o "Kîpa'e" (bate-pau) e a Siputrña na 27.ª edição da Feira Indígena Cultural

17/04/2026 11h15

27ª edição da FIC traz o tema:

27ª edição da FIC traz o tema: "as vivências e os desafios da EM Sulivan para o cultivo da língua Terena na comunidade urbana" Reprodução/Internet

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Tradição de quase três décadas em respeito e homenagem ao "abril indígena", mês em que é celebrado do Dia dos Povos Originários, a Escola Municipal Sulivan Silvestre Oliveira "abre as portas" da Aldeia Urbana Marçal de Souza, em Campo Grande, para a comunidade nesta sexta-feira (17) através da 27ª edição da Feira Cultural.

Com a chamada “Feira Indígena Cultural” (FIC) chegando na vigésima sétima edição, a escola que é batizada de “Criança do Futuro” (em tradução do termo “Tumune Kalivono” na língua Terena) busca valorizar a cultura e identidade desses povos originários presentes no Mato Grosso do Sul. 

Cabe destacar que essa instituição na Capital não necessariamente carrega a classificação de “escola indígena”, porém, por estar inserida em território de forte presença Terena, traz práticas pedagógicas que se voltam à valorização da cultura e da identidade desses povos, promovendo assim um diálogo que caminha entre a educação escolar e os saberes tradicionais da comunidade. 

Em outras palavras, a escola emprega na matriz curricular componentes voltados para essa valorização, como o ensino da língua Terena e arte e cultura indígena. Conforme o corpo docente, tudo isso contribui para a valorização dos conhecimentos tradicionais no ambiente escolar.

Em sua 27ª edição, a FIC da Escola Sulivan Silvestre Oliveira - Tumune Kalivono traz o tema: “as vivências e os desafios da EM Sulivan para o cultivo da língua Terena na comunidade urbana". Nesse sentido, a língua materna no contexto urbano representa um diálogo intercultural no espaço já comum à aprendizagem. 

27.ª FIC

Na programação desta sexta-feira (17) são apresentados os trabalhos pedagógicos desenvolvidos pelos próprios alunos, com exposições culturais, apresentações artísticas e atividades que evidenciam a importância da língua Terena no cotidiano escolar e na formação das novas gerações.

“A 27ª FIC_2026 - Feira Indígena Cultural reafirma o compromisso da escola com a valorização da cultura, com o fortalecimento da língua Terena e com a construção de uma educação que respeita e dialoga com as identidades culturais presentes na comunidade”, complementa a unidade.

A celebração acontece dois dias antes do chamado "Dia dos Povos Indígenas" (19 de abril), termo esse que inclusive precisou passar por revisão justamente para valorizar a diversidade de cada uma das etnias desses povos originários.

O dia 19 em si, anteriormente chamado "Dia do Índio" e alterada em julho de 2022 para evitar a generalização, foi criado através de um decreto que data de 1943, época em que Getúlio Vargas presidiu o Brasil. 

Mais do que festa e valorização da cultura, o Dia dos Povos Indígenas reconhece a luta por direitos que passa inclusive pela necessidade de demarcação de territórios.  

Na data de hoje os alunos da escola "Tumune Kalivono" apresentam danças típicas, como o "Kîpa'e" (bate-pau) pelos meninos e a Siputrña pelas meninas. O evento segue aberto para a comunidade até às 17h. 

 

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TRÂNSITO

Com nova mudança no trânsito, Rua Sete de Setembro passa a ter sentido único

Alteração começa nesta sexta-feira e se soma a restrições já implantadas na Avenida Afonso Pena para reduzir congestionamentos

17/04/2026 11h09

Rua Sete de Setembro passa a operar em mão única no Centro; mudança integra pacote de ajustes no trânsito da Capital

Rua Sete de Setembro passa a operar em mão única no Centro; mudança integra pacote de ajustes no trânsito da Capital Marcelo Victor

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A região central de Campo Grande passa por uma nova etapa de mudanças no trânsito a partir desta sexta-feira (17), com a implantação de mão única na Rua Sete de Setembro, no trecho entre as ruas Castro Alves e Bahia.

A alteração integra um conjunto de intervenções adotadas pela Prefeitura para reorganizar o fluxo de veículos em uma das áreas mais movimentadas da Capital. No local, o semáforo também foi reprogramado para se adequar à nova dinâmica.

Equipes da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) acompanham a mudança e orientam motoristas nos primeiros dias de adaptação. A recomendação é atenção redobrada à sinalização.

A medida ocorre dias após a implementação de novas regras na Avenida Afonso Pena, principal corredor viário da cidade. Desde o início da semana, está proibida a conversão à esquerda para acesso à Rua Bahia no sentido centro–shopping.

Com a restrição, o acesso direto ficou limitado ao transporte coletivo. Motoristas de veículos de passeio precisam adotar rotas alternativas, utilizando o chamado “laço de quadra”, seguindo pela avenida até a Rua Rio Grande do Sul, acessando a Rua Quinze de Novembro e, então, chegando à Rua Bahia.

Segundo a Prefeitura, as mudanças têm como objetivo reduzir pontos de conflito e melhorar a fluidez do trânsito, especialmente nos horários de maior movimento, quando o acúmulo de veículos costuma provocar lentidão na região central.

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