Cidades

MAIS CASO

Motorista é contratado para frete
e tem caminhonete roubada

Desde março este foi pelo menos o terceiro caso parecido em MS

LAURA HOLSBACK

28/04/2016 - 07h53
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Homem, de 44 anos, teve veículo roubado e foi mantido em cativeiro por cerca de uma hora depois de receber falsa contratação de frete. O fato ocorreu na cidade de Dourados, na noite de ontem (27).

A vítima relatou à polícia que assim que chegou ao local marcado, na Rua das Macieiras, no Jardim Colibri, dois supostos clientes que a esperavam anunciaram o assalto. Um deles assumiu a direção da caminhonete F4000, enquanto o outro acompanhou a vítima no banco de trás, mantendo-a na mira de arma.

Em meio a um milharal, na área rural da cidade, os criminosos mantiveram o freteiro refém, amarrado com cordas que estavam na caminhonete. Um dos bandidos ficou em poder da vítima e o outro saiu com o veículo. O cativeiro durou cerca de uma hora e a todo momento a vítima foi alertada para que não reagisse porque o objetivo era roubar a caminhonete e não matá-la.

O freteiro foi abandonado no local e conseguiu se desamarrar sozinho. Pediu ajuda em posto de combustíveis na região. Além da F4000, os criminosos também levaram o celular da vítima. Nenhum suspeito foi preso.

MAIS CASO

No dia 20 do mês passado, outro caso semelhante em que o modus operandis dos bandidos foi o mesmo ocorreu nas imediações da Avenida Três Barras, perto do Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande.

No mês anterior, Alberto Zanetti, de 62 anos, foi encontrado morto, na região de Bandeirantes, três dias depois de sair de casa para entregar carga de soja. O caminhoneiro teve o caminhão roubado, mas o veículo foi encontrado abandonado à margem da BR-060 e a suspeita é que tenha apresentado defeito.

ATENDIMENTO AO PÚBLICO

Atendimento para passe de estudante terá novo local

O endereço agora será na região central de Campo Grande e funcionará das 07h30 às 13h30

18/04/2026 12h30

Divulgação

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A partir da próxima quarta-feira (22), o atendimento para estudantes referente a passes de transporte público irá acontecer em um novo endereço, no centro de Campo Grande. A mudança prevê a ampliação do acesso e facilitação do deslocamento dos que necessitam do serviço.

O espaço agora será na Rua Sete de Setembro, nº 144, entre a Avenida Calógeras e a Travessa José Bacha. O atendimento segue de segunda a sexta-feira, com atendimento apenas em horário matutino e começo da tarde, das 07h30 às 13h30.

O objetivo é que os alunos que utilizam o transporte público e necessitam do passe de estudante consigam ter um suporte presencial mais acessível, para ajudar tanto na regularização e acompanhamento cadastral, como para tirar dúvidas.

A mudança de local integra as ações contínuas de atendimento ao público, focadas em acessibilidade no atendimento ao público.

> Serviço

Atendimento de passe de estudantes

Novo local: Rua Sete de Setembro, nº 144 - a partir do dia 22 de abril.

DIREITOS HUMANOS

MP cobra Estado após presos ficarem sem alimentação em delegacia de MS

Sem contrato desde dezembro, custeio foi assumido por conselho local; Justiça liberou verba emergencial por 15 dias

18/04/2026 11h30

Delegacia de Polícia Civil de Porto Murtinho enfrenta falta de contrato para fornecimento de alimentação desde dezembro de 2025

Delegacia de Polícia Civil de Porto Murtinho enfrenta falta de contrato para fornecimento de alimentação desde dezembro de 2025 Divulgação

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A falta de fornecimento regular de refeições a pessoas custodiadas na Delegacia de Polícia Civil de Porto Murtinho levou o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) a acionar judicialmente o Estado. A medida busca obrigar a administração estadual a restabelecer, com urgência, o serviço considerado essencial dentro da unidade.

De acordo com a investigação conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça do município, o problema teve início em dezembro de 2025, quando deixou de existir contrato ativo para a oferta de alimentação aos detentos. Desde então, a solução encontrada foi o custeio por parte do Conselho de Segurança local, que assumiu temporariamente a despesa.

No entanto, no último dia 10 de abril, o conselho informou não ter mais condições financeiras de manter o pagamento das refeições, o que agravou a situação e acendeu o alerta para risco de desassistência completa.

Diante do cenário, a Justiça autorizou, em caráter emergencial, a liberação de R$ 2,4 mil provenientes de penas pecuniárias. O valor é suficiente para garantir a alimentação dos custodiados por um período limitado de 15 dias, com prazo previsto até 27 de abril.

Na ação civil pública, o MPMS argumenta que a responsabilidade pelo fornecimento de alimentação é do Estado e está prevista tanto na Constituição Federal quanto na Lei de Execução Penal. O órgão sustenta ainda que a ausência desse serviço básico pode configurar tratamento desumano e degradante.

A promotora de Justiça substituta Dafne Prado Sabag, responsável pelo caso, reforça que a condição de privação de liberdade não retira dos custodiados direitos fundamentais, como o acesso a uma alimentação adequada.

O Ministério Público pede que o Estado regularize o serviço no prazo de 30 dias. Caso a determinação não seja cumprida, a ação prevê aplicação de multa diária, bloqueio de verbas públicas e responsabilização do gestor. Também foi solicitada a devolução dos valores desembolsados por terceiros durante o período em que o poder público deixou de cumprir sua obrigação.

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