Cidades

BAIRRO BURITI

Criança de 5 anos fica gravemente ferida em acidente com motos no Bairro Buriti

Motociclista envolvido na colisão fugiu do local, mas foi perseguido pela PM e capturado

TARYNE ZOTTINO E VÂNYA SANTOS

23/08/2014 - 12h13
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Na manhã deste sábado (23), uma criança de 5 anos ficou gravemente ferida em acidente envolvendo duas motos na Pedro Álvares Cabral, com a Rua das Roseiras, no Bairro Buriti, em Campo Grande. 

A menina sofreu um corte na região da vulva e estava com grande hemorragia quando foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. 

Ela estava com a mãe, que também sofreu escoriações. As duas foram encaminhadas para a Santa Casa da Capital. O condutor da outra moto fugiu do local, mas foi perseguido pela Polícia Militar e capturado. 

Manifestação

MST bloqueia BR-163 e provoca congestionamento gigantesco

Desde a madrugada desta sexta-feira (20), a via foi bloqueada com galhos pelos manifestantes, gerando fila de veículos nos dois sentidos

20/03/2026 07h34

Imagem Divulgação

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Manifestantes do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST) e de outras frentes populares, em protesto pela reforma agrária, bloquearam, na madrugada desta sexta-feira (20), a BR-163, em Campo Grande, na saída para São Paulo.

O bloqueio ocorre do quilômetro 466 ao 463, com congestionamento nos dois sentidos. 

Em contato, a concessionária informou ao Correio do Estado que aproximadamente 150 pessoas estão, no momento, bloqueando a via, permitindo a passagem apenas de ambulâncias.

A retenção de tráfego chega a cerca de 3 quilômetros no sentido sul e 1 quilômetro no sentido norte. Ainda não há previsão de liberação.

A recomendação da concessionária é que os motoristas busquem rotas alternativas, como a MS-040 ou a BR-060, para evitar o bloqueio, que segue nos dois sentidos da via.

Divulgação: Motiva Pantanal

Rotas alternativas:


Para escapar do bloqueio a orientação é que os motoristas utilizem desvios:

  • * Sentido norte: acesso no km 461, com saída para a MS-040;
  • * Sentido sul: acesso no km 466, com saída para Sidrolândia.

Confira a nota da Motiva Pantanal:

A Motiva Pantanal informa a existência de uma manifestação do Movimento Sem Terra (MST) na altura do km 463 da BR-163/MS, em Campo Grande, com interdição total da pista. O tráfego está interrompido nos dois sentidos, com aproximadamente 150 pessoas no local bloqueando a rodovia.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está no local e conduz as negociações com os manifestantes para a liberação da via. No momento, a passagem é permitida apenas para ambulâncias. Equipes da Motiva Pantanal atuam no apoio à ocorrência, realizando a sinalização e orientando os clientes.
 

Bloqueio

Por meio das redes sociais, o MST informou que trabalhadoras do campo estão à frente da manifestação em defesa da “reforma agrária, da produção de alimentos e da justiça social”.


A pista foi fechada com galhos e fogo, em imagens divulgadas pelos manifestantes é possível visualizar a fila de veículos parados, desde caminhões até veículos de passeio.

Imagem Divulgação

Confira a nota na íntegra:

“Neste mês de março, marcado pela luta das mulheres, são elas que estão na linha de frente da mobilização, reafirmando o protagonismo das trabalhadoras do campo na defesa da reforma agrária, da produção de alimentos e da justiça social.

A ação também faz parte da preparação para a Jornada de Lutas do Abril Vermelho, período histórico de mobilização em defesa da reforma agrária e em memória dos mártires da luta pela terra.

A mobilização denuncia a demora nas respostas para as famílias acampadas, a paralisação de processos de assentamento e a falta de políticas públicas que garantam terra, moradia e condições dignas de produção.

A frente unitária segue mobilizada e afirma que a luta continuará até que haja medidas concretas para destravar a reforma agrária no estado.”

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HERANÇA VERDE

Bosque da COP15 quer atrair animais para fortalecer a biodiversidade local

Em Campo Grande, 250 mudas serão plantadas entre os dias 23 e 29 de março, no bairro Carandá Bosque

19/03/2026 18h15

A ideia do projeto é ampliar a arborização urbana com objetivo de atrair animais para abrigo e alimentação

A ideia do projeto é ampliar a arborização urbana com objetivo de atrair animais para abrigo e alimentação Divulgação / Prefeitura de Campo Grande

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Durante a 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), 250 mudas serão plantadas no chamado “Bosque da COP15”, uma herança verde do evento, que ocorrerá em Campo Grande, entre os dias 23 e 29 de março. Ipês, jacarandá, angico, manduvi e árvores frutíferas serão algumas das espécies germinadas no bairro Carandá Bosque. 

A ideia do projeto, desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades), é ampliar a arborização urbana com objetivo de atrair animais para abrigo e alimentação, além de fortalecer a biodiversidade local.

Para Adriane Lopes, prefeita de Campo Grande, o cultivo dessas mudas reforça um trabalho constante de preservação ao meio ambiente, um dos motivos pelo qual a Capital foi escolhida como sede da convenção.

“Medidas como o plantio dessas mudas ajudam a explicar por que Campo Grande já foi reconhecida sete vezes com o título de Tree Cities of the World, já que a preservação da fauna e flora é uma preocupação contínua”.  

A iniciativa segue a regra 3-30-300, referência internacional em arborização urbana.  A ideia deste conceito é que cada pessoa consiga ver ao menos três árvores da janela de casa, que os bairros tenham no mínimo 30% de cobertura vegetal e que todos vivam a até 300 metros de uma área verde.    

“Já temos observado áreas para a realização desse plantio, seguindo essa diretriz. A área escolhida já estava em nosso radar e, com a COP15, entendemos que este é o momento ideal”, explica a gerente de Arborização da Semades, Dayane Zanela.   

Legado ambiental

Além de ampliar a cobertura verde da cidade, a área deve se tornar um novo espaço de convivência e lazer, aproximando a população da natureza e deixando um legado ambiental permanente para Campo Grande.   

Na Capital, estudos apontam que 20% das aves são migratórias, o que representa aproximadamente 80 espécies que passam pela cidade, a área vai contribuir diretamente para a preservação da fauna e da flora. 

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