Cidades

Capital

Morto em academia era moçambicano e estudava Direito

Homem tinha 44 anos e morreu durante exercícios físicos

ALINY MARY DIAS E LAURA HOLSBACK

11/02/2016 - 12h33
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Vítima de ataque cardíaco na manhã desta quinta-feira (11) enquanto praticava exercícios na academia Smart Fit, localizada no Shopping Norte Sul, na Capital, era moçambicano e morava há pelo menos dois anos em Campo Grande. A academia divulgou nota de esclarecimento sobre o ocorrido.

Nuno José Lamela da Costa Dias morreu por volta das 9h30 de hoje, depois de quase 1 hora de tentativa de reanimação de socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Corpo de Bombeiros.

Ele fazia exercícios com o pai e passou mal logo depois do alongamento. Diante da morte do filho, o pai, que não teve idade e nome divulgados, também passou mal e foi socorrido até unidade de saúde. 

Informações de socorristas do Samu dão conta de que o homem tinha histórico de problemas cardíacos.

Smart Fit divulgou há pouco nota sobre a morte, segundo a empresa, Nuno foi prontamente socorrido depois de passar mal.

A academia informa, ainda, que cumpre lei da Capital sobre cobrar de alunos apresentação de documentação de aptidão física.

“A rede lamenta profundamente o falecimento do cliente e, em solidariedade, prestará apoio à família”.

A VÍTIMA

Nuno nasceu em Nampula, capital de província de Moçambique, país que tem como língua oficial o português. Ele se mudou para o Brasil há alguns anos e em março de 2014 teve os estudos em Moçambique reconhecidos pela Secretaria Estadual de Educação de Mato Grosso do Sul (SED).

O Portal Correio do Estado falou com amigos de Nuno, que não souberam detalhar qual era a profissão dele.

Até o ano passado, Nuno cursava Direito na Uniderp-Anhanguera e recentemente teria iniciado pós-graduação na área. Em dezembro, o rapaz foi aprovado em concurso de estagiários do Ministério Público Estadual (MPE).

O MP não soube afirmar à reportagem se Nuno era atualmente estagiário em Direito do órgão.

 

Inscrições até dia 25

Iniciação científica: IFMS oferece 247 bolsas e auxílio de até R$ 1 mil

Projetos devem ser submetidos por coordenadores por meio do Sistema Unificado de Administração Pública

07/05/2026 17h45

Divulgação/IFMS

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O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) conta com edital para seleção de projetos de iniciação científica e tecnológica com 247 bolsas para estudantes de níveis médio e superior, além de recursos de até R$ 1 mil por proposta para custeio de pesquisa. As inscrições começam no dia 30 de abril e seguem até o próximo dia 25.

O processo integra o ciclo 2026-2027 do Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica (Pitec) e prevê vigência das atividades entre setembro deste ano e agosto de 2027. Os projetos devem ser submetidos por coordenadores por meio do Sistema Unificado de Administração Pública (Suap).

Ao todo, serão investidos R$ 1,41 milhão em bolsas, com recursos do próprio IFMS, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect). Para estudantes do ensino médio, o valor mensal é de R$ 300, enquanto no ensino superior as bolsas chegam a R$ 700.

A distribuição contempla 117 bolsas para o ensino médio (entre Pibic-EM e ações afirmativas) e 122 para o ensino superior, divididas entre Pibic, Pibiti e Pibic-AF. Além disso, o edital reserva R$ 50 mil para apoio à pesquisa e inovação, permitindo que cada projeto solicite até R$ 1.000,00 para aquisição de insumos e manutenção.

A análise das propostas ocorrerá nos meses seguintes, com divulgação do resultado preliminar em 10 de agosto e final no dia 14. O início das atividades está previsto para 1º de setembro.

Podem coordenar projetos servidores docentes e técnicos-administrativos do quadro permanente, que devem optar entre as categorias júnior e sênior. A categoria júnior é destinada a quem não coordenou projetos de iniciação científica no IFMS antes de 2026 e conta com reserva de 10% das bolsas Pibic-EM.

Para participar, os estudantes precisam estar regularmente matriculados, ter currículo atualizado na Plataforma Lattes e não possuir vínculo empregatício nem acumular bolsas. A carga horária exigida é de cinco horas semanais para o ensino médio e 20 horas para o superior.

A seleção será feita em duas etapas: avaliação do mérito científico do projeto, por pareceristas internos e externos, e análise do currículo do coordenador. A nota final considera peso de 60% para o projeto e 40% para o currículo, sendo aprovadas as propostas que atingirem ao menos 60% da pontuação máxima.

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Desenvolvimento

MS avança em Capital Humano e se mantem no TOP 10 brasileiro pelo 3º ano consecutivo

No Ranking da Competitividade dos Estados, MS ocupa a 9ª posição desde 2023

07/05/2026 17h30

MS ocupa 9ª posição entre os estados competitivos do País

MS ocupa 9ª posição entre os estados competitivos do País FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Mato Grosso do Sul se manteve estável na 9ª posição entre os estados brasileiros no Ranking da Competitividade entre os Estados pelo terceiro ano consecutivo. 

Em 2022, o Estado ocupava o 7º lugar na lista, mas caiu duas posições no ano seguinte, puxado pelos resultados negativos nos indicadores de Eficiência da Máquina Pública, Sustentabilidade Social, Sustentabilidade Ambiental e Segurança Pública. 

Em 2025, MS se destacou nos pilares de Sustentabilidade Ambiental e Capital Humano. Neste último, ocupa o segundo lugar no ranking nacional, subindo uma posição em relação a 2024. Já sobre sustentabilidade ambiental, foram 5 posições a mais, chegando ao 9º lugar a nível nacional. 

O ranking é elaborado desde 2011 pela organização suprapartidária Centro de Liderança Pública (CLP) e a edição especial de 2026 ano foi divulgada nesta quinta-feira (7).

O pilar de Capital Humano avalia o nível educacional da mão de obra, aspectos ligados à inserção no mercado de trabalho e os impactos sobre a produtividade da economia. Ele considera o número de matrículas nos ensinos técnico, profissionalizante e superior e a qualificação dos trabalhadores em emprego formal.

Assim, o bom desempenho do Estado na categoria indica avanços na preparação da mão de obra e na sua inserção na economia formal.

No pilar de Sustentabilidade Social, o destaque de MS foi na categoria de Desigualdade de Renda, ocupando o 5º lugar no ranking geral em 2024, um aumento de 4 posições com relação ao ano anterior. No índice de Famílias Abaixo da Linha da Pobreza, o Estado tem o 3º menor índice do País, ficando atrás apenas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

Durante evento realizado em Brasília nesta quinta-feira, o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Rodrigo Perez, afirmou que os resultados representam a consolidação de uma agenda de desenvolvimento sustentável, visando a redução de desigualdades e ampliação de oportunidades.

 “O Governo do Estado tem trabalhado para fortalecer políticas públicas integradas, alinhadas a metas e resultados, com foco na eficiência da gestão e na ampliação das oportunidades para o cidadão sul-mato-grossense”, disse. 

Para o secretário-executivo de Gestão Estratégica e Municipalismo, Thaner Castro Nogueira, o avanço de Mato Grosso do Sul reflete estratégias baseadas em um planejamento visando a preparação do Estado para uma economia cada vez mais dinâmica.

“Os indicadores demonstram que Mato Grosso do Sul tem avançado na qualificação da sua população e na redução das desigualdades, o que é fundamental para um crescimento sustentável e inclusivo”, afirmou Nogueira. 

Edição especial 

Lançado nesta quinta-feira (7), o Centro de Liderança Pública (CLP) elaborou uma edição especial do Ranking de Competitividade  dos Estados 2026 - Eleições, com o objetivo de utilizar a série histórica do ranking para oferecer um diagnóstico mais aprofundado na gestão dos governadores. 

O estudo mostra a posição atual de cada estado, indicando como ele está hoje em termos de desempenho e competitividade e mostra quais estados estão avançando mais rápido, destacando o ritmo de evolução recente. 

Assim, um estado pode aparecer bem posicionado no ranking, mas não possuir muitos avanços recentes. Enquanto isso, outro estado pode estar em posição inferior, mas demonstrar crescimento acelerado. 

"O estudo busca qualificar o debate eleitoral com base em evidências concretas, ao mesmo tempo em que chama atenção não apenas para quem está na liderança, mas também para os estados que vêm mostrando evoluçã. A proposta é incentivar políticas públicas mais eficientes e orientadas a resultados", explicou o diretor-presidente da CLP, Tadeu Barros. 

A edição especial foi desenvolvida a partir de séries históricas e avalia o desempenho dos estados brasileiros em cinco dimensões: economia, gestão pública, sociedade, sustentabilidade ambiental e segurança pública. 

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