Domingo, 19 de Novembro de 2017

ACIDENTE NA AFONSO PENA

Justiça decreta prisão preventiva
de motorista que matou advogada

No plantão do TJ, a informação é de que o caso está em sigilo

3 NOV 2017Por LUANA RODRIGUES16h:00

A Justiça decretou a prisão preventiva de  João Pedro da Silva Miranda Jorge, de 23 anos, condutor da caminhonete envolvida no acidente que matou a bacharel em Direito, Carolina Albuquerque Machado, 24, na Avenida Afonso Pena, no Bairro Chácara Cachoeira.

De acordo com o delegado Rodrigo Camapum, plantonista da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, policiais do Grupo de Operações e Investigações (GOI) atuam em busca do suspeito.

De acordo com o delegado, até o momento não houve contato por parte do autor demonstrando interesse em se apresentar às autoridades policiais, sequer a presença de um advogado na delegacia. Por este motivo, ele é dado como foragido.

ACIDENTE

Conforme divulgado ontem pelo Correio do Estado, o Batalhão de Trânsito de Polícia Militar informou que a caminhonete Nissan Frontier conduzida pelo autor trafegava a cerca de 160 quilômetros por hora na Avenida Afonso Pena. Em razão da alta velocidade, não foi capaz de desviar do veículo Fox ocupado por Carolina e o filho de três anos. 

Carolina Machado, que morreu no acidente e deixou um filho. Foto: Reprodução/Facebook

Já era mais de meia-noite e a mulher havia furado o sinal para acessar a Avenida Paulo Coelho Machado, no Bairro Chácara Cachoeira. Com o impacto, o Fox foi arremessado por cerca de 110 metros. Carolina não resistiu e morreu no local. O filho dela, de três anos, e o irmão do condutor da caminhonete, João Victor Miranda Jorge, 21, foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros, mas sem ferimentos graves. 

No local, testemunhas relataram que João Pedro desceu da caminhonete embriagado, falou ao celular e disse que havia sido orientado pelo pai a fugir às pressas, para que não fosse autuado em flagrante. Ele ainda não foi apresentado. O irmão dele relatou que ambos saíram na Frontier para passear nos altos da Afonso Pena e encontrar amigos. Ele alegou que todos os sinais estavam verdes, mas que não tinha noção da velocidade em que estavam se deslocando. 

 
  • Foto: Divulgação/Polícia Militar
  • Foto: Divulgação/Polícia Militar
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