Cidades

Operação Gabarito

Em operação, PF prende três candidatos que fraudariam concurso do TRT

Candidatos pagaram R$ 6 mil para receber respostas por ponto eletrônico

ALINY MARY DIAS

27/03/2017 - 08h02
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Denúncias de fraude levaram a Polícia Federal a deflagrar a Operação Gabarito, ontem (26), na Capital, durante a realização do concurso do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Mato Grosso do Sul. Segundo a corporação, três candidatos tentaram fazer “cola eletrônica” e pagaram R$ 6 mil para obter as respostas das questões por meio de ponto eletrônico.

Conforme a Polícia Federal, a denúncia indicava que três candidatos estavam usando dispositivos eletrônicos para obter as respostas. Diante das informações, equipes da PF organizaram a operação e agentes disfarçados confirmaram a fraude.

Os três candidatos de 25, 29 e 39 anos vieram de Alagoas para a Capital apenas para fazer o concurso. Para que a “cola” funcionasse, um dos três candidatos fingiu passar mal e saiu da sala onde o exame era realizado.

Para deixar a sala, o candidato trocaria a prova por um simulado, dessa forma, conseguiria deixar o local com o caderno em mãos. O plano era que o candidato lesse todas as questões para integrantes da quadrilha que estavam em Brasília (DF). Eles repassariam as respostas para os outros candidato por meio do ponto eletrônico.

Os policiais federais disfarçados conseguiram evitar que a fraude ocorresse logo que o candidato fingiu passar mal. Buscas nas salas onde o exame era realizado foram feitas, e os outros dois candidatos que participavam do esquema foram identificados.

No quarto de hotel onde estavam hospedados os candidatos, policiais encontraram vários dispositivos eletrônicos usados para o crime, entre eles ponto eletrônico, receptores eletrônicos que pareciam cartões de crédito, baterias, uma impressora e um notebook.

Os três candidatos presos confessaram que pagaram R$ 6 mil para ter as respostas das questões. As investigações continuam para identificar mais envolvidos no esquema.

DOURADOS

Mulher é encontrada morta em cima da cama e Polícia suspeita do filho da vítima

A Polícia Civil investiga o caso e trata como homicídio, já que a perícia constatou marcas de agressão na boca e nos olhos da mulher

14/05/2026 12h15

Casa de madeira, onde Maria de Lurdes morava com o marido e o filho

Casa de madeira, onde Maria de Lurdes morava com o marido e o filho Crédito: Osvaldo Duarte / Dourados News

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Na manhã desta quinta-feira (14), uma mulher de 56 anos, identificada como Maria de Lurdes Pereira Lopes Agueiro, foi encontrada morta, no distrito de Panambi, em Dourados. Inicialmente, o caso foi tratado como morte natural, porém, após perícia, os policiais civis levantaram a possibilidade de ter sido um homicídio, pois identificaram sinais de possível agressão no corpo da vítima.

No local, os policiais algemaram e levaram o filho da mulher, suspeito de ser o autor do homicídio. A mulher foi encontrada em cima da cama, dentro do quarto da residência, onde morava com o marido e o filho, que tem problemas mentais.

Maria de Lurdes apresentava diversos problemas de saúde. No entanto, foi descartada a hipótese de morte natural, já que a perícia técnica constatou lesões na região da boca e dos olhos da mulher, compatíveis com sinais de agressão.

Ainda de acordo com a perícia, há indícios de que a vítima possivelmente não morreu sobre a cama e que o corpo foi colocado no local após o ocorrido.

A Polícia Civil e a perícia científica seguem realizando levantamentos na residência para esclarecer as circunstâncias da morte. Caso seja confirmado, este pode ser o 13º caso de feminicídio em Mato Grosso do Sul. 

MATO GROSSO DO SUL

Instituto sem fins lucrativos recebe R$ 8 milhões da Fundesporte

Termo de colaboração tem vigência até maio de 2027 e prevê apoio financeiro para ações ligadas ao edital público da área esportiva

14/05/2026 11h45

Instituto desenvolve projetos ligados ao esporte, cidadania e inclusão social

Instituto desenvolve projetos ligados ao esporte, cidadania e inclusão social Divulgação

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A Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte) firmou um termo de colaboração de R$ 8.386.995,60 com o Instituto de Educação Desenvolvimento Humano e Institucional (IEDHI), organização sediada em Campo Grande. O extrato do acordo foi publicado no Diário Oficial do Estado desta semana.

Conforme o documento, a parceria tem como finalidade garantir apoio financeiro para a execução das ações previstas no projeto vinculado ao Edital de Chamamento Público nº 004/2026. O termo foi assinado no último dia 12 de maio e terá vigência até 12 de maio de 2027.

Do valor total previsto, o primeiro empenho registrado foi de R$ 2 milhões, conforme nota de empenho emitida pela Fundesporte. Os recursos são provenientes do Fundo de Investimentos Esportivos de Mato Grosso do Sul (FIE-MS).

O acordo foi celebrado entre a Fundesporte e o Instituto de Educação Desenvolvimento Humano e Institucional (IEDHI), entidade localizada na Avenida Major Gumercindo Bruno Borges, nº 269, na Vila Albuquerque, em Campo Grande.

Segundo informações institucionais divulgadas pela própria organização, o IEDHI atua como Organização da Sociedade Civil (OSC) voltada à promoção da cidadania e inclusão social, por meio de ações nas áreas de educação, esporte, cultura, assistência social e desenvolvimento humano.

Entre os projetos citados pela entidade estão iniciativas ligadas aos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) de 2024, incluindo etapas realizadas em Três Lagoas e João Pessoa (PB), além de atividades voltadas a adolescentes entre 15 e 17 anos.

O termo de colaboração tem amparo em legislações estaduais e federais que regulamentam parcerias entre o poder público e organizações da sociedade civil, incluindo a Lei Federal nº 13.019/2014, conhecida como Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil.

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