Sexta, 24 de Novembro de 2017

Infraestrutura

Campo Grande pode ficar
sem serviço de tapa-buraco

Contratos emergenciais terminam no dia 27 e licitação não terminou

12 SET 2017Por DA REDAÇÃO06h:00

Algumas ruas de bairros de Campo Grande nem mesmo receberam recuperação viária este ano e o serviço de tapa-buraco já corre o risco de ser paralisado.

Contrato emergencial entre a prefeitura e sete empresas encerra-se no dia 27 e não pode ser prorrogado. Licitação está em andamento, mas a primeira fase ocorre somente na segunda-feira, dia 18, e não há tempo hábil para que novas empreiteiras sejam contratadas até lá.

Assim, a Capital poderá ficar por tempo indeterminado com apenas três equipes atuando em toda a cidade. Elas são as únicas do quadro próprio da prefeitura que são destinadas a realizar esse serviço e devem ficar responsáveis pelo tapa-buraco até que a licitação seja finalizada.

Segundo o secretário de Infraestrutura, Rudi Fiorese, ainda não há um plano B, mas “a procuradoria jurídica está estudando uma saída para vermos o que pode ser feito”.

Empresas que realizam o serviço na Capital mantinham contratos que vinham desde 2010 e 2012 e não podem mais ser renovados.

Estes foram encerrados em março deste ano, quando contratação emergencial foi feito para acelerar os trabalhos, os quais ficaram a passos lentos no fim do ano passado, transformando as vias de Campo Grande em verdadeiro “queijo suíço”. 

*Leia reportagem, de Lucia Morel, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

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