Cidades

susto

Luciano Huck, Angélica e filhos estavam em avião que fez pouso forçado

Aeronave teve pane no motor quando chegava no Aeroporto Internacional de Campo Grande

GABRIEL MAYMONE, KLEBER CLAJUS e LAIRTES CHAVES

24/05/2015 - 10h22
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Luciano Huck, Angélica, três filhos e duas babás estão entre os passageiros do avião da empresa MS Táxi Aéreo que fez pouso forçado na manhã deste domingo (24), em uma fazenda nas imediações do córrego Ceroula, cerca de 30 km de Campo Grande. Todas as vítimas, incluindo piloto e copiloto foram socorridos com ferimentos leves e encaminhados para a Santa Casa.

A família global chegou no hospital em uma Toyota SW4. Segundo funcionários, Huck desceu mancando. O filho mais velho do casal estava com machucado no olho e Angélica se feriu na boca. O piloto não se feriu. Todos estão bem e passam por avaliação.

Lucielene Vaz, 50, esposa do piloto do avião, Osmar Frattini, 52, informou ao Portal Correio do Estado, que o marido trabalha como comandante na empresa há 14 anos e que foi acionado para buscar a família Huck na Fazenda Caiman, em Miranda. O avião estava há cerca de 10 minutos do aeroporto de Campo Grande, quando houve pane na bomba de combustível e os dois motores falharam. O piloto fez pouso forçado e, inclusive, precisou desviar do gado.


Foto: Paulo Ribas / Correio do Estado

Avião onde estavam Luciano Huck, Angélica, filhos, funcionários e tripulantes

RESGATE

O construtor Evaldo Almeida Figueiredo, 63, levava um carneiro para uma quermesse em Rochedo, quando se deparou com o avião no pasto. Ele contou à reportagem do Portal Correio do Estado que auxiliou o resgate das vítimas. Ele disse que Angélica reclamava de dores nas costas e estava com machucado na boca. 

GRAVAÇÕES

O casal estava no Pantanal sul-mato-grossense desde o dia 19 de maio. Várias fotos foram postadas por Luciano e Angélica nas redes sociais. A última postada por Huck na noite deste sábado. Angélica fazia gravações para seu programa "Estrelas".

*Atualizada às 11h29min

Imunização

Mais quatro municípios de MS vão receber vacina contra chikungunya

Doses destinadas a Dourados serão realocadas para os outros municípios, que estão com incidência alta de casos prováveis da doença

06/05/2026 12h00

Vacinação contra chikungunya busca conter surto da doença em mais cidades do Estado

Vacinação contra chikungunya busca conter surto da doença em mais cidades do Estado FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) ampliou a cobertura de vacinação contra a chikungunya  para mais quatro municípios de Mato Grosso do Sul: Amambai, Batayporã, Douradina e Sete Quedas. 

A expectativa é que as doses já seja distribuídas ainda esta semana, dando início à nova etapa de imunização no Estado. 

No entanto, não serão enviadas doses a mais para os novos municípios. As doses serão remanejadas das 45 mil destinadas inicialmente ao município de Dourados. 

Está prevista a disponibilização de 14.400 doses para os municípios incluídos na estratégia, sendo feita de maneira proporcional à população de cada município. 

Para a coordenadora de Imunização da SES, Ana Paula Goldfinger, a estratégia busca ampliar a proteção à mais locais de Mato Grosso do Sul. 

“Estamos atuando de forma estratégica para garantir que todas as doses disponíveis sejam utilizadas dentro do prazo adequado, ampliando o acesso à vacinação em municípios definidos pelo Ministério da Saúde. Essa medida fortalece a resposta do Estado frente às arboviroses e contribui para a proteção da população”, destacou.

De acordo com o último boletim epidemiológico da SES, divulgado no dia 30 de abril, os quatro municípios incluídos na estratégia estão com incidência alta de casos prováveis da Chikungunya. Sete Quedas lidera a lista, com 442 casos para uma população de 10,9 mil habitantes, ou seja, uma incidência de mais de 4 mil casos a cada 100 mil habitantes. 

Em todo o Estado, são 8.894 casos prováveis da doença e 3.997 casos confirmados. Apenas em Dourados, epicentro de casos, até a última terça-feira (5), eram 2.418 casos confirmados e 3.141 casos suspeitos. 

Mato Grosso do Sul concentra 14 óbitos em decorrência da doença, sendo 9 em Dourados, 2 em Bonito, 1 em Jardim e 1 em Fátima do Sul. Duas mortes estão em investigação. 

Recuo em aldeias indígenas

De acordo com os números divulgados pelo Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), criado pela Prefeitura de Dourados para coordenar o avanço da Chikungunya em aldeias do município e no perímetro urbano, houve um recuo da doença nas aldeias Bororó e Jaguapiru. 

A redução pode ser observada na queda do número de notificações e atendimentos de pacientes com sintomas da doença.

Na segunda-feira (4), a Equipe 2 da Aldeia Bororó realizou 54 consultas clínicas e identificou quatro pacientes com sintomas da fase aguda da doença (entre 1 e 14 dias), seis na fase subaguda (15 a 90 dias) e nenhum caso na fase crônica (acima de 90 dias).

A Equipe 1 da mesma aldeia não precisou realizar remoções hospitalares nem busca ativa de novos casos.

Na Aldeia Jaguapiru, a Equipe 1 realizou 82 atendimentos, com três pacientes na fase aguda, oito na fase subaguda e um na fase crônica. Também não houve necessidade de encaminhamentos hospitalares, e foram coletadas três amostras para exames PCR.

Já a Equipe 2 contabilizou 29 consultas, sem registro de casos agudos, apenas cinco subagudos e um crônico, sem remoções.

No assentamento Nhuvera, localizado dentro da reserva, foram realizadas 29 consultas clínicas, sem identificação de casos na fase aguda. Três pacientes apresentaram sintomas da fase subaguda e não houve necessidade de encaminhamento hospitalar.

“Esse resultado é fruto das ações firmes definidas pelo COE, sobretudo os decretos de emergência e calamidade, que permitiram reforço na atenção à saúde, mutirões de limpeza, contratação de profissionais e implementação da vacina contra a Chikungunya na rede básica”, destacou o secretário municipal de saúde, Márcio Figueiredo.
 

IRREGULAR

MPE investiga irregularidade de horas extras em Secretaria de Assistência Social no interior

Denúncia anônima apontou favorecimento de servidores desde julho de 2025 para operar nos regimes de escala de sobreaviso

06/05/2026 11h48

Divulgação: MPMS

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O Ministério Público do Estado (MPE) divulgou por meio do Diário Oficial desta quarta-feira que investiga possíveis irregularidades no favorecimento de servidores públicos no cumprimento de carga-horária na Secretaria Municipal de Assitência Social de Bodoquena, a 265 quilômetros de Campo Grande.

Conforme o documento, três servidores lotados no órgão público estariam sendo beneficiados com a escala e funcionamento do sistema de sobreaviso e horas extras.

A denúnica anônima relatou que desde julho de 2025, os servidores estariam recebendo 100% de horas extras, com valores equivalentes a feriados e finais de semanas trabalhados de forma ininterrupta. Ainda informando que pelo tamanho da cidade não é necessário que três pessoas fiquem juntos à disposição para possíveis atendimentos.

No documento, foi indicado que a psicóloga Alinne da Silva Oliveira, bem como outros dois assistentes sociais Francielly Pereira dos Santos Espindola e Germânio Vieira dos Santos Silva cumpriram mais de 200 horas de sobreaviso na escala.

A investigação fornece documentos do mês de outubro, em que apenas os três servidores cumpriram carga horária extra, ou regime de escala. A psicóloga por exemplo, esteve 120 horas no período da escala de sobreaviso, mas realizou 5h27min de horas extras durante o mês.

Assim como ela, o outro assistente social também operou no mesmo regime, trabalhando nos quatro finais de semanas do mês, incluindo o feriados durante dois dias de final de semana (um sábado e um domingo), além de mais um feriado que ocorreu durante a semana.

No documento foram apresentados que ao final do mês ele operou no sistema de sobreaviso por 108h, mas cumpriu como hora extra 7h40min. Já a outra assistente social foi escalada de sobreaviso por 24h durante o mês, e cumpriu 6h24min.

O regime de pagamento para as horas extras acontece apenas se o funcionário for trabalhar, porém a denúncia aponta que com a escala apenas dos mesmos funcionários durante todo o mês impede que outros servidores também tenham a oportunidade de fazer hora extra. 

O MPE notificou a Secretária Municipal de Assistência Social do Município de Bodoquena, Karen Alves Barbosa Lopes, e busca apurar a possível irregularidade no cumprimento de carga horária de servidores.

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