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Justiça tem 31,6 mil processos de
presos como o do goleiro Bruno

Justiça tem 31,6 mil processos de
presos como o do goleiro Bruno

G1

12/03/2017 - 08h50
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Justiça brasileira contabiliza pelo menos 31.610 processos com réus que serão julgados ou foram condenados por um júri popular, mas que ainda aguardam, em prisão provisória, o julgamento de seus recursos. É o caso do goleiro Bruno Fernandes. Condenado por um júri popular, ele aguardava o julgamento de seu recurso em prisão provisória havia mais de seis anos e foi solto após ser beneficiado por um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), por excesso de prazo em sua prisão.

Bruno foi condenado em 2013 pelo Tribunal de Júri de Contagem (MG) pela morte de Elisa Samudio, mas sua prisão era provisória desde as investigações, ou seja, ele ainda não estava cumprindo a pena. Para o ministro Marco Aurélio Mello, que concedeu a liminar, nada justifica a espera pelo recurso de apelação. Agora, o goleiro vai poder responder ao restante do processo em liberdade. Se o recurso contra o júri for negado, ele pode ser preso novamente.

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que essa é a situação de 13% dos processos envolvendo presos provisórios do país. No total, o país possui 244.653 processos envolvendo presos provisórios, ou seja, que ainda aguardam o julgamento de recursos atrás das grades.

Os outros 213.043 não foram condenados pelo júri, que só julga crimes contra a vida, mas por um juiz. É o caso dos crimes de tráfico, roubo, furto, entre outros. Mas eles também poderiam pedir habeas corpus se houver vícios na prisão, como excesso de prazo, falta de fundamentação, entre outros, e, assim como o goleiro, obter liberdade provisória.

O número difere do total de pessoas presas porque um mesmo preso pode responder a mais de um processo. E porque num único processo pode haver mais de um réu.

Prisão preventiva

Segundo o criminalista Leonardo Pantaleão, a lei prevê a hipótese de prisão antes da sentença, entre elas, a preventiva, que é uma prisão provisória. Porém, ele considera que tem havido um exagero na aplicação dessa medida, em detrimento de outras alternativas, também previstas em lei. “Recentemente, tivemos problemas envolvendo vereadores por fraudes. Qual é a periculosidade dessas pessoas? Por que prender e não afastar do cargo? ”, exemplifica.

O advogado ressalva que, embora a situação do processo seja a mesma, nem todos os presos provisórios do país conseguiriam o mesmo benefício de Bruno, mas, possivelmente, grande parte deles poderia estar respondendo aos processos em liberdade. “Sem dúvida, temos um percentual significativo de pessoas que deveriam estar presas preventivamente, que representam um risco à ordem pública. Mas o Judiciário tem se valido da prisão preventiva como a primeira das alternativas, e isso é algo que contraria as regras do processo penal. Se todo mundo tivesse advogado para levar o processo para o STF, talvez tivéssemos mais decisões como essa [do goleiro]”, avalia.

Isso porque, segundo o criminalista, como muitos dos presos são atendidos pela Defensoria Pública, isso retarda a concessão da soltura, já que muitos estados sofrem com a falta de defensores. “A Justiça decreta a preventiva de todo mundo, para fazer decisões midiáticas, usar essas situações para que a sociedade não tenha sensação de impunidade. Depois o advogado que se vire. Mas várias pessoas também são soltas com base nessas argumentações [do ministro], só que elas são desconhecidas. Não é uma decisão isolada para Bruno”, conclui.

Outros casos

Em 2005, Suzane von Richthofen, hoje condenada pelo assassinato dos pais, ainda aguardava seu julgamento quando obteve a liberdade provisória por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça). “Gravidade e circunstâncias do fato criminoso (clamor público), bem como a proteção à integridade física dos acusados, não justificam, por si sós, prisão de natureza provisória”, entendeu o STJ. Um dos argumentos do ministro Nilson Naves, além da falta de fundamentação da prisão, foi o de que a provisória já durava muito tempo. Ela estava presa desde 2002.

O promotor que atuou no caso, Roberto Tardelli, explica que Suzane foi novamente presa antes de ser julgada porque representava uma ameaça ao irmão. “Eu pedi novamente a prisão dela, não por aquela entrevista que ela deu, como todo mundo pensa. Havia nos autos do processo de inventário do irmão dela atitudes dela altamente comprometedoras da segurança dele. Foram essas atitudes que levaram o juiz decretar a prisão. Porque ela estava fundamentada”, afirma.

Para Tardelli, essa não é a situação de Bruno. “Há situações de alguma perplexidade nesse júri [do goleiro] que foram atropeladas naquela pressa do clamor popular. A grande pergunta que se faz, que o Brasil inteiro se faz, é: ele matou ou não essa moça? Tem que ter uma regra processual e ela vem sendo negligenciada no Brasil. Estou falando de algo que é o direito de todo mundo”, diz.

O promotor considera que nenhum réu pode permanecer indefinidamente preso. “O recurso dele está parado há anos. Como não há nenhum laudo pericial, o que substituiu a morte foi um atestado judicial. Claro que a liberdade do Bruno é absolutamente precária. Se o tribunal mantiver o júri, ele volta a ser preso. Mas é preciso um processo isento”, afirma.

Com relação a Bruno e aos demais presos provisórios do país, Tardelli defende que “é preciso ter razões claras que determinam a prisão de uma pessoa”. “Você gostaria de estar preso, de estar processado assim? A gente está assistindo a um verdadeiro desfile de ódio. Temos linchadores de sofá aos montes. E isso acabou modificando até o comportamento dos juízes. Esses presos nessa situação ficam esquecidos, ficam jogados. São pessoas que não têm nome, não têm identidade, não têm família, não têm nada. Nós temos que olhar isso [decisão do STF] como um passo à frente”, completa.

Outro caso de repercussão foi o do padrasto do menino Joaquim Pontes Marques, 3 anos, que foi preso preventivamente em 2013, dias após o corpo da criança ser encontrado no rio Pardo, interior de SP. A suspeita era a de que Guilherme Longo havia matado o menino com uma dose alta de insulina na casa da família em Ribeirão e jogado o corpo no córrego. A força das águas o levou a quilômetros de distância do local do crime.

Longo foi denunciado, mas, em fevereiro de 2015, dois anos e três meses após prisão, foi libertado por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo por excesso de prazo na prisão sem julgamento. No ano seguinte, em liberdade, Longo concedeu uma entrevista a uma emissora confessando o assassinato. A prisão foi revogada depois que ele descumpriu as regras da liberdade provisória, mas ele desapareceu e continua foragido.

Em São Paulo, Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, apontado como o número 3 na hierarquia do PCC, foi solto em fevereiro, pouco antes de ser julgado por dois assassinatos, em São Paulo. Agora, está sendo procurado pela polícia e pode ter se escondido no Paraguai. Uma das decisões favoráveis a ele foi do ministro Marco Aurélio, em 2014: “Hoje, o paciente, sem culpa formada, está sob custódia há sete anos, 10 meses e 21 dias (...). Nada justifica a demora no julgamento".

O ministro Marco Aurélio também mandou soltar o autônomo Ricardo Krause Esteves Najjar, de 24 anos, preso em dezembro do ano retrasado por suspeita de matar a filha Sophia, de 4, dentro de seu apartamento em São Paulo. A menina foi encontrada morta com indícios de asfixia. A defesa de Najjar disse que, após ter tomado banho, ele foi até o quarto e viu a filha caída no chão, com um saco plástico na cabeça.

Como Najjar foi preso durante as investigações, o ministro entendeu que houve excesso de prazo e que a prisão deveria ocorrer somente após “selada a culpa” para a execução da pena. Najjar ficou um ano preso sem julgamento, que deve ser feito por um júri popular.

No mesmo habeas corpus, que ainda será julgado pelo plenário do Supremo, a Procuradoria Geral da República opinou contra a concessão de liberdade. “Há circunstâncias concretas, designadamente a violência e a crueldade com o que o paciente causou a morte da própria filha, então com apenas quatro anos, que são certamente reveladoras de real periculosidade, autorizando a prisão preventiva para preservar a ordem pública”, escreveu o subprocurador Edson Oliveira de Almeida, em janeiro deste ano. A decisão final ainda será tomada pelo plenário, assim como a de Bruno.

Recurso contra soltura

Bruno foi condenado como mandante da morte da ex-amante Eliza Samudio a uma pena de 22 anos e três meses de prisão. Eliza desapareceu em 2010 e seu corpo nunca foi achado. Ela tinha 25 anos e era mãe do filho recém-nascido do goleiro Bruno, de quem foi amante. Na época, o jogador era titular do Flamengo e não reconhecia a paternidade.

A mãe da modelo recorreu da decisão do STF na condição de assistente de acusação, que atua ao lado do Ministério Público no processo contra o goleiro. Sônia de Fátima Marcelo da Silva de Moura diz que o goleiro é “pessoa fria, violenta e dissimulada” e que sua personalidade é “desvirtuada” e “foge dos padrões mínimos de normalidade”. Segundo ela, Bruno representa risco à vida do neto.

“O paciente [goleiro Bruno] não só oferece risco, como também já manifestou seu interesse que colocar as mãos na vítima Bruno Samudio de Souza [filho do goleiro com Eliza] e, teme a embargante [Sônia] que possa ocorrer com seu neto e consigo mesma, o que aconteceu com sua filha, ser morta”, diz o pedido. O plenário do STF ainda não tem data para julgar o mérito do habeas corpus. A PGR ainda vai se manifestar.

 

Sistema prisional

Violência doméstica e coerção marcam trajetória de mulheres presas em MS

Defensoria aponta como controle dos companheiros e dependência financeira podem contribuir para a vulnerabilidade de mulheres que chegam ao sistema prisional

28/10/2026 17h29

Divulgação da pesquisa foi realizada nesta quarta (28)

Divulgação da pesquisa foi realizada nesta quarta (28) Gerson Oliveira

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A violência sofrida antes da prisão ajuda a revelar uma dimensão pouco visível do encarceramento feminino em Mato Grosso do Sul. Em pesquisa com 488 mulheres privadas de liberdade em seis unidades prisionais do interior, a Defensoria Pública identificou que 56,5% sofreram violência doméstica antes de serem presas. O dado foi apresentado em coletiva de imprensa e abre espaço para discutir como relações abusivas, dependência financeira e ameaças podem limitar as escolhas dessas mulheres e aumentar sua vulnerabilidade.

Durante a apresentação do levantamento, o coordenador do Núcleo Penitenciário da Defensoria Pública, Maurício Barbosa, chamou a atenção para a influência que companheiros podem exercer sobre mulheres envolvidas em atividades criminosas. Segundo ele, a violência pode dificultar o acesso ao trabalho e à qualificação profissional, além de manter a mulher sob controle do parceiro.

“Essa mulher, quando está em ciclo de violência, não consegue sair para trabalhar, não consegue se qualificar, porque o marido não permite, porque o companheiro não permite”, afirmou.

Barbosa também citou situações em que mulheres são pressionadas a levar celulares, drogas ou outros objetos para dentro de presídios. Nesses casos, segundo o defensor, a participação pode ocorrer sob ameaça contra a própria mulher ou seus familiares. “Elas são obrigadas, são coagidas sob ameaça de morte, sob ameaça de males maiores”, relatou.

A fala chama atenção para situações em que a participação em um crime não pode ser analisada sem considerar o contexto de violência e intimidação. Isso não elimina a necessidade de apuração de cada caso, mas evidencia a importância de investigar se houve coação e quais condições cercavam a conduta.

Histórico de violência

A pesquisa identificou ainda que 39,3% das entrevistadas sofreram violência ou abuso sexual durante a infância ou adolescência. Outras 20,1% relataram algum tipo de violência dentro do sistema prisional.

Os números mostram que a violência relatada não se restringe às relações conjugais nem termina necessariamente com o encarceramento. O levantamento, porém, não permite afirmar que todas as mulheres que sofreram violência tenham cometido crimes por esse motivo, nem estabelece uma relação causal entre os relatos e os delitos pelos quais foram presas.

Para Barbosa, a discussão também exige que os homens reconheçam seu papel na reprodução da violência contra as mulheres. O defensor relacionou o controle exercido nas relações à permanência de estruturas sociais machistas e patriarcais.

Problemas

Além da pesquisa, a Defensoria informou que realiza escutas e inspeções nas unidades prisionais para identificar violações de direitos. De acordo com Barbosa, as demandas coletivas incluem falta de absorventes e medicamentos, além de questões relacionadas às visitas.

A coordenadora do Núcleo Institucional de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres (Nudem), defensora pública Kricilaine Oliveira Souza Oksman, destacou que a atuação também busca evitar que as mulheres sejam tratadas como um grupo sem histórias e necessidades próprias.


"Nosso objetivo é compreender as trajetórias dessas mulheres, as violências que sofreram e as dificuldades de acesso aos seus direitos. A partir dessas informações, a Defensoria Pública pode aperfeiçoar sua atuação e contribuir para a elaboração de políticas públicas que considerem as necessidades das mulheres no sistema prisional", explicou.
 

Sorte Milionário

Bolão de MS reúne 1.070 pessoas e aposta mais de R$ 60 mil na Mega-Sena

Grupo organizado em Campo Grande tenta conquistar prêmio acumulado de R$ 320 milhões nesta quarta-feira (28), durante a Mega Semana; na semana passada, participantes ganharam mais de R$ 50 mil

28/10/2026 16h47

Bolão de Mato Grosso do Sul reúne mais de mil participantes e aposta R$ 60 mil na tentativa de conquistar prêmio milionário da Mega-Sena.

Bolão de Mato Grosso do Sul reúne mais de mil participantes e aposta R$ 60 mil na tentativa de conquistar prêmio milionário da Mega-Sena. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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O bolão Vamos Ganhar, considerado o maior de Mato Grosso do Sul, reuniu 1.070 participantes e anunciou mais de R$ 60 mil em apostas para tentar conquistar o prêmio acumulado de R$ 320 milhões da Mega-Sena, que será sorteado na noite desta quarta-feira (28).

Organizado em Campo Grande, o grupo intensificou a mobilização entre os apostadores durante a Mega Semana, programação especial da Caixa Econômica Federal que terá cinco sorteios consecutivos.

De acordo com o organizador, Fernando Vieira Dantas, o número de participantes já havia ultrapassado a marca de mil pessoas por volta das 11h desta quarta-feira e continuava aumentando.

Diante da grande procura, a organização estabeleceu o encerramento das adesões antes do horário de almoço, para garantir tempo suficiente à preparação e ao registro dos jogos.

"Vamos com mais de R$ 60 mil para essa Mega acumulada", anunciou Fernando aos integrantes do grupo, em mensagem encaminhada na manhã desta quarta-feira.

A mobilização acontece menos de uma semana depois de o mesmo bolão chegar perto de conquistar um prêmio milionário.

No último sorteio de quinta-feira (22), os participantes acertaram duas quinas e oito quadras, acumulando mais de R$ 50 mil em premiações.

Com a Mega-Sena acumulada, a expectativa dos integrantes aumentou. A estimativa de R$ 320 milhões para o concurso 3077 representa uma das maiores premiações da modalidade neste ano.

Bolão ganhou mais de R$ 50 mil na semana passada

O entusiasmo dos participantes também é resultado do desempenho recente do grupo. No concurso 3073, realizado na quinta-feira (22), o bolão Vamos Ganhar acertou duas quinas e oito quadras, garantindo uma premiação total de mais de R$ 50 mil.

Do montante conquistado, cerca de R$ 46,3 mil corresponderam às duas quinas, enquanto os oito acertos da quadra renderam outros R$ 4,1 mil.

Na ocasião, o grupo ficou a apenas uma dezena de conquistar o prêmio principal, que estava acumulado em mais de R$ 206 milhões. O resultado provocou comemoração e expectativa entre os apostadores.

Responsável pela organização das apostas, Fernando relatou o nervosismo ao conferir os bilhetes e perceber que o bolão havia alcançado duas premiações de cinco acertos.

"Quando eu vi que deu quina, o coração quase pulou pela boca", afirmou o organizador à época.

Conforme explicado anteriormente por Fernando, as regras adotadas pelo grupo preveem a utilização dos valores conquistados em premiações para financiar novas apostas, em vez de realizar a distribuição imediata dos recursos aos participantes.

Número de participantes ultrapassa mil

O crescimento do bolão também chama a atenção. Na terça-feira da semana passada (20), o grupo reunia quase 900 participantes e preparava mais de R$ 45 mil em apostas para a Mega-Sena.

Agora, oito dias depois, o número de integrantes chegou a 1.070, enquanto o orçamento anunciado para os jogos ultrapassou R$ 60 mil.

O bolão funciona por meio da contribuição financeira de diferentes apostadores, permitindo a elaboração de um conjunto maior de combinações de dezenas.

Os participantes acompanham informações sobre os valores arrecadados, os jogos registrados e os resultados por meio de grupos de mensagens e demonstrativos compartilhados pela organização.

Para quem deseja conhecer o funcionamento do bolão, a organização também disponibilizou um vídeo que apresenta a preparação das apostas coletivas.

As imagens mostram etapas do registro dos jogos, a emissão de comprovantes e a conferência dos resultados, além de divulgar os canais de contato do grupo para interessados em participar.

CONFIRA NO VÍDEO ABAIXO:

 

Apesar do investimento elevado, a participação coletiva não garante premiação. As probabilidades de acerto dependem da quantidade e das características das combinações efetivamente registradas.

Mega-Sena pode pagar R$ 320 milhões nesta quarta-feira

O concurso 3077 da Mega-Sena será realizado nesta quarta-feira (28), às 21h, pelo horário de Brasília, correspondentes às 20h em Mato Grosso do Sul.

O prêmio está estimado em R$ 320 milhões após o concurso realizado na terça-feira (27) terminar sem vencedores na faixa principal.

Na ocasião, foram sorteadas as dezenas 06, 30, 32, 38, 49 e 57. Ao todo, 68 apostas acertaram cinco números e ganharam R$ 58.086,17 cada. Outras 6.491 apostas fizeram a quadra, com premiação individual de R$ 869,30.

Segundo a Caixa Econômica Federal, a Mega Semana reúnira nessa semana cinco concursos consecutivos, entre segunda-feira (26) e sexta-feira (30), substituindo temporariamente o calendário tradicional da modalidade.

A iniciativa não altera as regras, os valores das apostas ou as probabilidades de premiação. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6 e pode ser registrada até as 19h, pelo horário de Mato Grosso do Sul, nas casas lotéricas e nos canais digitais oficiais da Caixa. Para os bolões digitais, o prazo é até as 19h30 no Estado.

Para os mais de mil integrantes do Vamos Ganhar, a expectativa é que o investimento coletivo desta quarta-feira transforme a tentativa de conquistar uma fortuna em uma premiação histórica para o grupo de Campo Grande.

Os interessados em obter mais informações sobre o bolão Vamos Ganhar e a participação no grupo podem entrar em contato com a organização pelo telefone (67) 98145-9246.

 

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