Cidades

Escândalo

Igreja católica enfrenta novo escândalo

Policiais teriam invadido um apartamento no Vaticano

Metrópoles

07/07/2017 - 10h51
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Um jornal italiano publicou notícia sobre orgia regada a drogas envolvendo um padre importante da Santa Sé. Trata-se de mais um escândalo que a alta cúpula da Igreja Católica terá que enfrentar. 

Conforme informações do jornal italiano Il Fatto Quotidiano, do último dia 5 de julho, policiais invadiram um apartamento no Vaticano onde encontraram um padre importante da Santa Sé em meio a uma orgia gay regada a drogas.

A publicação garante que a notícia deixou o Papa Francisco furioso. Luigi Capozzi, assessor do Cardeal Francesco Coccopalmerio, que é presidente de diversas congregações, inclusive do Conselho Pontífice de Textos Legislativos, é apontado como o organizador do bacanal.

Além disso, o imóvel no qual a orgia aconteceu era de Congregação para Doutrina da Fé e Coccopalmerio, que é um dos principais conselheiros do Papa, era um frequentador habitual. Capozzi foi preso, depois que vizinhos chamara a polícia reclamando do entra e sai de pessoas estranhas no local. 

Porém, até o momento, nenhuma queixa foi prestada contra o ele, que é monsenhor. Em janeiro, um padre escandalizou a Itália com casos de orgia com nove mulheres. Ele foi descoberto durante uma investigação de violência privada e favorecimento à prostituição.

O jornal italiano também assegura que Coccopalmerio terá de se aposentar mais rapidamente, para diminuir o impacto do escândalo causado pela orgia de seu assessor.

 

LICITAÇÃO HOMOLOGADA

Obra no estacionamento do Bioparque terá custo de R$ 3 milhões

A empresa campo-grandense KM Engenharia Ltda venceu a licitação e

08/09/2026 10h15

Bioparque Pantanal receberá obras de pavimentação asfáltica e drenagem de água pluviais

Bioparque Pantanal receberá obras de pavimentação asfáltica e drenagem de água pluviais Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos, publicou a homologação da licitação referente às obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais no estacionamento do Bioparque Pantanal, em Campo Grande. A empresa vencedora do processo licitatório é a KM Engenharia Ltda, que possui sede na própria Capital

A reforma no maior aquário de água doce do mundo custará R$ 3.094.130,18 aos cofres públicos. Quando o Governo do Estado abriu a licitação, em julho deste ano, o custo estimado da compra era de R$ 3.109.662,64. O desconto readequado teve um percentual médio de aproximadamente 0,5%, o que equivale a R$ 15.532,46 a menos em relação ao valor inicial.

A empresa campo-grandense terá o prazo de 180 dias para concluir as obras. Os custos envolvem: 

  • remoções, demolições e supressões;
  • microdrenagem - terraplanagem; 
  • microdrenagem - galerias; 
  • microdrenagem - dispositivos estruturais; 
  • implantação asfáltica; 
  • terraplanagem;
  • pavimentação; 
  • sinalização viária; 
  • passeio com acessibilidade; 
  • administração local de obra.

O Bioparque Pantanal possui uma estrutura de 21 mil metros quadrados de área construída e conta com 5 milhões de litros de água. Desde sua abertura, o espaço já recebeu mais de 1 milhão de visitantes, segundo o próprio portal de informações. Além disso, há 239 tanques (31 exposições, 168 pesquisa, 38 quarentena, 1 abastecimento e 1 reúso) com 458 espécies.

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MPMS

Investigado por feminicídio tem prisão preventiva decretada

MPMS obtém restabelecimento da prisão de investigado por morte da ex-companheira

08/09/2026 10h00

Foto: Divulgação / MPMS

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) atuou no restabelecimento da prisão preventiva de um investigado por feminicídio em Campo Grande. A decisão foi proferida pelo desembargador Emerson Cafure, da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS).

A prisão preventiva foi decretada após novos desdobramentos nas investigações sobre a morte da ex-companheira do investigado. Inicialmente, o caso havia sido registrado como suicídio. No entanto, ao longo da apuração, novos elementos técnicos apresentaram uma perspectiva diferente para o caso.

Em sua argumentação, o MPMS utilizou um laudo pericial produzido posteriormente. O documento afastou a hipótese inicial de suicídio e apontou que a morte ocorreu em um contexto de violência de gênero.

O laudo também apontou alterações na cena do crime, incluindo a retirada de armas e munições do local antes da chegada das autoridades. De acordo com o Ministério Público, diante do novo contexto e da gravidade dos fatos, as medidas cautelares impostas anteriormente não seriam suficientes.

O desembargador reconsiderou a decisão anterior e confirmou a prisão do investigado. Segundo ele, os novos fatos e as provas apresentadas demonstram que a prisão é necessária. Dessa forma, a prisão preventiva foi restabelecida.

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